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Hanseníase: guia didático para palestras ao paciente de Hanseníase (Álbum seriado 001)

Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins; Ministério da Saúde; Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins.
Recursos Educacionais Abertos em Português | CVSP - Brasil | ID: cfc-198045

Album seriado sobre Hanseníase, elaborado pela Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins e Ministério da Saúde, publicado em 2008. Cita como sinais e sintomas da Hanseníase: queda de pêlos; tubérculos e nódulos; dor e espessamento dos troncos nervosos periféricos; infiltração localizada ou difusa. Cita ainda a presença de manchas que: apresentam alteração de sensibilidade tátil, dolorosa e térmica que não coçam e não doem; podem ser esbranquiçadas, avermelhadas ou cor de cobre, podem ser lisas ou elevadas e podem aparecer em qualquer parte do corpo. Informa os dois tipos de reação: reação reversa (tipo 1) e eritema nodoso hansênico (tipo 2) e a classificação operacional da doença: paucibacilar (menos de 5 lesões na pele) e multibacilar (5 ou mais lesões na pele), indicando o tratamento específico para cada caso, bem como o tratamento para as incapacidades físicas. Esclarece que manchas na pele que apresentam sensibilidade normal, manchas de nascimento, manchas pruriginosas e manchas que se espelham e somem rapidamente não são sinais de Hanseníase. Afirma que a doença ataca principalmente a pele e os nervos e que há casos em que o paciente não possui lesões na pele, mas se queixa de áreas de dormência, sensação de choque, ardor e ferroadas nas mãos e nos pés. Indica que o período de incubação é de 2 a 7 anos, que a doença pode atingir pessoas de ambos os sexos e idades e que possui tratamento gratuito, que leva à cura. Orienta sobre a importância de informar o paciente, encorajando-os a fazerem perguntas e tirar dúvidas e afirma que a doença é tramsmitida pela respiração e contato frequente com pessoas portadoras da doença que não estejam em tratamento. Informa que a maioria das pessoas é resistente à doença e que é importante realizar exames nas pessoas próximas do portador da doença, bem como aplicar nestes a vacina BCG. Detalha o tratamento PQT nos casos multibacilares e paucibacilares e atenta para a importância da regularidade do tratamento. Traz medidas de auto-cuidado para a prevenção de incapacidades das mãos, pés e olhos e avisa que o paciente portador da Hanseníase pode levar uma vida normal.