Your browser doesn't support javascript.

Portal de Pesquisa da BVS Enfermagem

Informação e Conhecimento para a Saúde

Home > Pesquisa > ()
Imprimir Exportar

Formato de exportação:

Exportar

Email
Adicionar mais destinatários
| |

Aging as a predictor of nursing workload in Intensive Care Unit: results from a Brazilian Sample / Envelhecimento como um preditor de carga de trabalho de enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva: resultados de uma amostra brasileira / Envejecimiento como predictor de la carga de trabajo de enfermería en unidad de cuidados intensivos: resultados de una muestra brasileña

Ferretti-Rebustini, Renata Eloah de Lucena; Nogueira, Lilia de Souza; Silva, Rita de Cassia Gengo e; Poveda, Vanessa de Brito; Machado, Selma Pinheiro; Oliveira, Elaine Machado de; Andolhe, Rafaela; Padilha, Katia Grillo.
Rev Esc Enferm USP; 51: e03216, 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-842710
Resumo OBJETIVO Verificar se a idade é um preditor independente de Carga de trabalho de Enfermagem (CTE) em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), de acordo com o grupo etário e qual sua capacidade preditiva como determinante de maior CTE em UTI. MÉTODO O estudo foi realizado entre 2012 e 2016. Amostra de conveniência composta por pacientes (idade ≥ 18) admitidos em nove UTI de um hospital universitário brasileiro. A idade foi considerada como variável independente e a CTE (mensurada pelo Nursing Activities Score ‒ NAS) como dependente. Os dados foram analisados por meio de análise de regressão linear e curva ROC. RESULTADOS 890 participantes (361 idosos), em sua maioria homens (58,1%). A média do NAS foi maior entre os idosos em comparação aos adultos (p=0,004), mas não entre os grupos etários (p=0,697). A idade foi responsável por 0,6% da pontuação do NAS. Para cada 1 ano de aumento da idade, a pontuação do NAS aumentou em 0,081 pontos (p=0,015). No entanto, a idade não foi um bom preditor de maior CTE (AUC = 0,394; p=0,320). CONCLUSÃO O cuidado de idosos em UTI está associado à maior CTE. A idade pode ser considerada um fator associado, mas não um bom preditor de CTE em UTI.
Biblioteca responsável: BR1.1