Your browser doesn't support javascript.

Biblioteca Virtual em Saúde Pública

Saúde Pública Brasil - Literatura Científico-Técnica

XML
Imprimir Resultado em

Formato de exportação:

Resultado em

Email
Adicionar mais destinatários
| |

Uma visão diferenciada sobre o enxerto de tecido conjuntivo subepitelial / A different focus on the subepithelial connective tissue graft ­ a literature review

Valle, Luísa Andrade; Greghi, Sebastião Luiz Aguiar; Sant'Ana, Adriana Campos Passanezi; Damante, Carla Andreotti; Zangrando, Mariana Schutzer Ragghianti.
ImplantNewsPerio; 1(7): 1403-1409, out.-nov. 2016. tab
Artigo em Português | | ID: biblio-848039
O enxerto de tecido conjuntivo subepitelial (ETCS) é considerado o padrão-ouro no recobrimento de superfícies radiculares em dentes com recessões gengivais unitárias classe I e II de Miller. Existem diferentes técnicas e áreas para coleta do ETCS, incluindo o palato lateral anterior, posterior e tuberosidade maxilar. Estas diferentes áreas fornecem enxertos com características anatômicas, formas geométricas e composições histológicas distintas. Especula-se que, devido a essas diferenças, pode haver influência no processo de revascularização do enxerto, estabilidade volumétrica e, consequentemente, no resultado clínico. Dependendo da técnica utilizada, da área e/ou profundidade na remoção do enxerto, estes podem ter diferentes formas e composições histológicas, possuindo maior ou menor parte de lâmina própria ou submucosa. Sendo assim, esta revisão da literatura buscou salientar a importância do conhecimento sobre as características dos diferentes tipos de ETCS removidos do palato, a escolha da técnica ideal de remoção e a previsibilidade dos resultados. Estudos em cadáveres, análises tomográficas e estudos clínicos relataram que a melhor área para remoção de enxerto no palato localiza-se entre o canino e a mesial do primeiro molar. A espessura da mucosa do palato aumenta da crista alveolar em direção à sutura palatina mediana, sendo que há maior predominância de lâmina própria na área próxima à margem gengival. Portanto, o planejamento da técnica de ETCS deve envolver não apenas a área receptora, mas também uma análise prévia cuidadosa da espessura e características da área doadora, o que enfatiza a importância de mais estudos clínicos randomizados avaliando diferentes características da área doadora.