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Uso del balón cervical vs. prostaglandinas endocervicales para la inducción del parto en embarazo a término: revisión breve de literatura/ Use of the cervical balloon vs. endocervical prostaglandins for the induction of labor in term pregnancy: literature brief review/ Usando a bola cervical vs prostaglandinas endocervicais para indução do parto em gestação a termo: breve revisão da literatura

Autor(es): Aguilar Sánchez, Pamela; Mora Gómez, Raquel
Fonte: Enferm. actual Costa Rica (Online);(33): 43-60, jul.-dic. 2017. tab, ilus
[ ID: 891487 ]  LILACS Express Idioma: Espanhol
ResumenLas prácticas del cuidado del embarazo y el parto varían ampliamente entre los países, las instituciones y los diferentes equipos encargados del cuidado obstétrico: en este contexto con prácticas tan diversas, la práctica clínica basada en la evidencia permite que el accionar de los profesionales encargados del cuidado obstétrico se fundamente en la mejor evidencia disponible. El objetivo del presente estudio es analizar la mejor evidencia científica disponible sobre los efectos adversos del uso del balón cervical durante y posterior a la labor de parto, en comparación con el uso de prostaglandinas endocervicales para la inducción del parto en mujeres con embarazo a término. La secuencia de etapas para la recolección de la información se inició con la aplicación del mapa de búsqueda en las bases de datos MEDLINE, PUBMED y COCHRANE LIBRARY, a partir de los siguientes criterios de filtro de información: artículos publicados entre los años 2010 al 2015, mujeres gestantes de cualquier edad, únicamente se incluyó estudios como ensayos aleatorizados controlados, revisiones sistemáticas, meta-análisis o guías de práctica clínica y de preferencia artículos científicos en idioma inglés o portugués. Esta búsqueda y análisis de la evidencia encontrada se realizó durante los meses de abril y mayo del año 2015 por dos revisores. Los resultados obtenidos para el análisis crítico fueron revisados minuciosamente a través de la plataforma informática FCL 2.0 con las plantillas de ensayo clínico y revisión sistemática incluidas en los anexos. Se concluye que la utilización del balón endocervical comparado con el uso de prostaglandinas endocervicales presenta menos efectos adversos de manera específica durante la labor del parto. En relación con los efectos adversos posteriores, no se encuentra mayor diferencia entre uno u otro método.
AbstractPregnancy and childbirth care practices vary widely across countries, institutions, and different obstetrical care teams: in this context with such diverse practices, evidence-based clinical practice allows the Obstetric care is based on the best available evidence. The objective of the present study is to analyze the best available scientific evidence on the adverse effects of cervical balloon use during and after labor, compared to the use of endocervical prostaglandins for induction of labor in women with term pregnancy. The sequence of steps for the collection of information was initiated with the application of the search map in the databases MEDLINE, PUBMED and COCHRANE LIBRARY, based on the following information filter criteria: articles published between the years 2010 to 2015, Pregnant women of any age, only included studies such as randomized controlled trials, systematic reviews, meta-analyzes or guidelines of clinical practice and preferably scientific papers in English or Portuguese. This search and analysis of the evidence found was carried out during the months of April and May of the year 2015 by two reviewers. The results obtained for the critical analysis were carefully reviewed through the FCL 2.0 computer platform with the clinical trial templates and systematic review included in the annexes. It is concluded that the use of the endocervical balloon compared to the use of endocervical prostaglandins presents less adverse effects specifically during labor. In relation to the subsequent adverse effects, no greater difference is found between one or the other method.
ResumoPráticas de cuidados a gravidez eo parto variam amplamente entre os países, instituições e diferentes equipas de cuidados obstétricos; neste contexto como práticas diversas, a prática clínica baseada em evidências permite que as ações dos profissionais responsáveis pela assistência obstétrica é baseada na melhor evidência disponível. O objetivo deste estudo é analisar a melhor evidência científica disponível sobre os efeitos adversos durante e após o parto com o uso de bola cervical em comparação com o uso de prostaglandina endocervical para indução do parto em mulheres com gravidez a termo. A sequência dos passos para a recolha de dados começa com a busca do mapa aplicação em Medline, PubMed e os dados Cochrane Library, onde os seguintes critérios de filtro de informação artigos introduzidos foram seleccionados publicação período entre 2010 e 2015, a população foi delimitada a mulheres grávidas de qualquer idade, digite apenas ensaios estudos clínicos randomizados, revisões sistemáticas, meta-análises ou diretrizes de prática clínica e artigos científicos de preferência em Inglês ou Português foram incluídos. Esta pesquisa e análise da evidência encontrada foi realizado durante os meses de Abril e Maio de 2015, dois colaboradores. Os resultados obtidos para a análise crítica foram cuidadosamente controlados através da plataforma FCL computador 2,0 modelos ensaio clínico e revisão sistemática estão incluídos nos anexos. Concluiu-se que o uso de bola endocervical em comparação com a utilização de prostaglandinas endocervicais tem menos efeitos adversos especificamente durante o trabalho de parto. Em ligação com os efeitos adversos subsequentes não é maior diferença entre qualquer um dos métodos.