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Mutações biopolíticas e discursos sobre o normal: atualizações foucaultianas na era biotecnológica / Biopolitical mutations and discourses about normality: foucaultian actualizations in the biotechnological age / Mutaciones biopolíticas y discursos sobre lo normal: actualizaciones foucaultianas en la era biotecnológica

Interface comun. saúde educ; 21(60): 99-110, Jan.-Mar. 2017.
Artigo em Português | LILACS | ID: BIBLIO-829009

Resumo

A proposta desse artigo é apontar mutações biopolíticas contemporâneas provocadas, sobretudo, pelo uso cada vez mais frequente de (bio)tecnologias. Observamos um movimento crescente de formas de articulação coletiva para gestão de riscos e de formação de identidades individuais e coletivas pautadas em referentes corporais. Uma nova subjetividade biomédica se constitui e novas formas de responsabilidade - especialmente, genética - estão em jogo. Em uma sociedade em que a tecnologia de poder é centrada na gestão da vida, a normalização dos corpos e comportamentos parece inevitável. Mas vemos, também, o uso de tecnologias no corpo que subvertem a "coerência corporal" e evidenciam a complexidade de definir, de forma rígida, a fronteira entre normal e patológico.
The proposal of this paper is to point out contemporary biopolitical mutations induced especially by the increasing usage of (bio)technologies. We can observe a growing movement of patterns of collective articulation, related to risk management and to the production of individual and collective identitiesguided by corporeal models as well. A new biomedical subjectivity is being constituted. New forms of responsibility -mainly genetic - are at stake. In a society where power technology becomes increasingly centered in life management, the normalization of bodies and behaviors seem to be inevitable. However, we can also observe the usage of bodily technologies that subvert the "corporeal consciousness" and demonstrate the complexity of defining, in a rigid way, the borderline between the normal and the pathological.
La propuesta de este artículo es la de apuntar mutaciones biopolíticas contemporáneas provocadas sobre todo por el uso cada vez mas frecuente de (bio)tecnologías. Observamos un movimiento creciente de formas de articulación colectiva relativos a gestión de riesgos y a la formación de identidades individuales y colectivas pautadas en referentes corporales. Una nueva subjetividad biomédica se constituye y nuevas formas de responsabilidad - principalmente genética - están en juego. En una sociedad enla que la tecnología de poder se encuentra centrada en la gestión de la vida, la normalización de los cuerpos y comportamientos parece inevitable. Sin embargo, podemos también observar el uso de tecnologías en el cuerpo que subviertenla "coherencia corporal&" y evidencianla complejidad de definir, de forma rígida, la frontera entre lo normal y lo patológico.

Assuntos

Biotecnologia
Biblioteca responsável: BR33.1