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Hepatozoon canis and Leishmania spp. coinfection in dogs diagnosed with visceral leishmaniasis / Coinfecção com Hepatozoon canis e Leishmania spp. em cães diagnosticados com leishmaniose visceral

Rev. bras. parasitol. vet; 25(4): 450-458, Sept.-Dec. 2016. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: BIBLIO-830049

Resumo

Abstract This study describes the occurrence of dogs naturally co-infected with Hepatozoon canis and two Leishmania species: L. infantum or L. braziliensis. Four dogs serologically diagnosed with Visceral Leishmaniasis were euthanized. Liver and spleen samples were collected for histopathological analysis and DNA isolation. H. canis meronts were observed in tissues from all four dogs. H. canis infection was confirmed by PCR followed by sequencing of a fragment of 18S rRNA gene. Leishmania detection and typing was confirmed by ITS1' PCR-RFLP and parasite burden was calculated using ssrRNA quantitative qPCR. A DPP - Dual Path platform test was performed. One out (Dog #2) of four animals was asymptomatic. Dogs #1 and #4 were infected by L. infantum and were DPP test positive. Dogs #2 and #3 were infected by L. braziliensis and were DPP test negative. Furthermore, visceral dissemination was observed in Dogs #2 and #3, since L. braziliensis was detected in liver and spleen samples. The visceral dissemination of L. braziliensis associated with systemic signs suggested that this co-infection could influence the parasite burden and disease progression.
Resumo O presente estudo descreve a ocorrência de coinfecção com Hepatozoon canis e duas espécies de Leishmania (L. infantum ou L. braziliensis) em cães. Quatro cães sorologicamente diagnosticados com leishmaniose visceral foram eutanasiados. Amostras do baço e fígado foram submetidas à histopatologia e extração de DNA. Merontes de H. canis foram observados nos quatro cães. A infecção por H. canis foi confirmada por PCR e sequenciamento de um fragmento do gene 18S rRNA. A infecção por Leishmania e tipagem foram realizadas por PCR-RFLP do região intergênica ITS1. A carga parasitária foi calculada pela qPCR quantitativa baseada no gene ssrRNA. O teste DPP - Dual Path platform foi realizado. Apenas o Cão #2 era assintomático. Os cães #1 e #4 estavam infectados com L. infantum e foram positivos no DPP. Os cães #2 e #3 estavam infectados com L. braziliensis e foram negativos no DPP. Além disso, visceralização foi observada nos cães #2 e #3, nos quais L. braziliensis foi detectada em amostras de baço e fígado. A visceralização da L. braziliensis associada a sinais clínicos sistêmicos sugerem que esta coinfecção pode ter influenciado na carga parasitária e progressão da doença.
Biblioteca responsável: BR1.1