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Análise retrospectiva da infecção crônica pelo vírus da hepatite B em 247 pacientes: fases evolutivas, resposta ao tratamento e fatores de pior prognóstico / Retrospective analysis of hepatitis B virus chronic infection in 247 patients clinical stages, response to treatment and poor prognostic factors

Campinas; s.n; ago. 2016. 66 p p. ilus, mapas, tab, graf.
Tese em Português | LILACS | ID: biblio-831894
Apresentada a Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas. Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica para obtenção do grau de Mestre. Orientador: Almeida, Jazon Romilson de Souza.
Introdução. A hepatite B crônica é uma importante causa de cirrose hepática e a história natural da doença tem várias fases clínicas que devem ser bem entendidas para se realizar o tratamento adequado. Objetivos. Descrever o comportamento clínico, a resposta ao tratamento e os fatores de pior prognóstico em 247 pacientes com infecção crônica pelo vírus da hepatite B. Métodos. Estudo retrospectivo observacional, realizado através da análise dos prontuários dos pacientes entre janeiro de 2000 e janeiro de 2015. Resultados. A maioria dos pacientes eram do gênero masculino (67,2%) e 74,1% eram HBeAg negativo. Cerca de 41% tinham cirrose hepática e 8,5% eram coinfectados pelo vírus da hepatite C. A negativação da carga viral em um ano com lamivudina, entecavir e tenofovir foi respectivamente de 56%, 75% e 75%; efeitos adversos foram mais comuns com tenofovir. A resistência virológica em cinco anos a lamivudina, adefovir e entecavir foi respectivamente de 57,5%, 51,8% e 1,9%. A taxa geral de soroconversão do HBeAg foi de 31,2% e do HBsAg foi de 9,7%. Carcinoma hepatocelular foi diagnosticado em 9,7%, transplante hepático foi realizado em 9,7% e a mortalidade geral foi de 10,5%. Elevações de alanina aminotransferase (p=0,0194) e carga viral (p<0,0001) foram associadas à evolução para cirrose hepática. Carga viral elevada foi associada à evolução para carcinoma hepatocelular (p=0,0019). Os fatores de risco significativos relacionados ao óbito foram elevação de alanina aminotransferase (p=0,0118), cirrose hepática (p<0,0001) e carcinoma hepatocelular (p=0,0008). Positividade para o HBeAg não foi associada a piores desfechos. Conclusões. Cirrose hepática e carcinoma hepatocelular foram associados a um pior prognóstico e novos estudos devem ser direcionados para prevenir estes fatores com a finalidade de diminuir o óbito relacionado a esse vírus. (AU)
Biblioteca responsável: BR25.1
Localização: BR25.1, C914a; T/UNICAMP