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Evaluation of the rapid and slow maxillary expansion using cone-beam computed tomography: a randomized clinical trial

Dental Press J Orthod; 22(2): 61-68, Mar.-Apr. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-840221

Resumo

ABSTRACT OBJECTIVE: The aim of this randomized clinical trial was to evaluate the dental, dentoalveolar, and skeletal changes occurring right after the rapid maxillary expansion (RME) and slow maxillary expansion (SME) treatment using Haas-type expander. METHODS: All subjects performed cone-beam computed tomography (CBCT) before installation of expanders (T1) and right after screw stabilization (T2). Patients who did not follow the research parameters were excluded. The final sample resulted in 21 patients in RME group (mean age of 8.43 years) and 16 patients in SME group (mean age of 8.70 years). Based on the skewness and kurtosis statistics, the variables were judged to be normally distributed and paired t-test and student t-test were performed at significance level of 5%. RESULTS: Intermolar angle changed significantly due to treatment and RME showed greater buccal tipping than SME. RME showed significant changes in other four measurements due to treatment: maxilla moved forward and mandible showed backward rotation and, at transversal level both skeletal and dentoalveolar showed significant changes due to maxillary expansion. SME showed significant dentoalveolar changes due to maxillary expansion. CONCLUSIONS: Only intermolar angle showed significant difference between the two modalities of maxillary expansion with greater buccal tipping for RME. Also, RME produced skeletal maxillary expansion and SME did not. Both maxillary expansion modalities were efficient to promote transversal gain at dentoalveolar level. Sagittal and vertical measurements did not show differences between groups, but RME promoted a forward movement of the maxilla and backward rotation of the mandible.
RESUMO OBJETIVO: o objetivo do presente ensaio clínico randomizado foi avaliar as transformações dentárias, dentoalveolares e ósseas que ocorrem imediatamente após o tratamento com expansão rápida da maxila (ERM) e lenta (ELM) usando expansores do tipo Haas. MÉTODOS: todos os indivíduos foram submetidos a tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC) antes da colocação dos expansores (T1) e imediatamente após a estabilização do parafuso (T2). Os pacientes que não seguiram os parâmetros da pesquisa foram excluídos. A amostra final constou de 21 pacientes no grupo ERM (idade média de 8,43 anos) e 16 no grupo ELM (idade média de 8,7 anos). Com base em estatística de assimetria e curtose, as variáveis foram consideradas de distribuição normal, e os testes t pareado e t de Student foram realizados, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: o ângulo intermolares mudou significativamente devido ao tratamento, e o grupo ERM apresentou maior inclinação vestibular do que o grupo ELM. O grupo ERM mostrou alterações significativas em outras quatro medidas devido ao tratamento: a maxila apresentou deslocamento anterior e a mandíbula, rotação posterior; no nível transversal, houve tanto alterações ósseas quanto dentoalveolares significativas, devido à expansão maxilar. O grupo ELM apresentou alterações significativas devido à expansão maxilar. CONCLUSÕES: apenas o ângulo intermolares apresentou diferença significativa entre as duas modalidades de expansão maxilar, com maior inclinação vestibular no grupo ERM. A ERM resultou, também, em expansão maxilar óssea, ao contrário da ELM. As duas modalidades de expansão maxilar promoveram, de forma eficiente, um ganho transversal em nível dentoalveolar. As medidas sagitais e verticais não apresentaram diferenças entre os grupos, mas a ERM promoveu o deslocamento anterior da maxila e a rotação posterior da mandíbula.
Biblioteca responsável: BR1.1