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Conduta no parto pélvico / Management in pelvic labor

Arq. bras. med; 60(4): 329-30, jul.-ago. 1986.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-34675
Desde sempre, o feto em apresentaçäo pélvica motiva controvérsias. Exige do tirocínio do tocólogo, vez que de sua vivência dependerá a assistência ao parto. De Lee escreveu: "Deixem-me ver um Obstetra atender ao parto pélvico e eu lhes direi de sua qualidade." Entre as apresentaçöes anômalas, é a mais freqüente: 3 a 4%, no dizer de Morgan. Em sua etiologia figuram causas maternas (multiparidade, malformaçöes uterinas, tumoraçöes prévias e vícios de bacia), fetais (prematuridade, gemelidade, hidrocefalia) e vinculadas aos anexos: polidrâmnio, placentaçäo baixa, circulares do cordäo. Camano cita 43% de casos de trissomia, 18 a 40% na síndrome fetal do alcoolismo materno. Neme apurou 20,6% de apresentaçöes pélvicas em 34 casos de conceptos com síndrome de Down. A parturiçäo per vaginam é desejável, mas à medida que se exteriorizam os segmentos fetais, cresce a dificuldade e surge o óbice da cabeça derradeira; sua libertaçäo, consoante o procedimento de Bracht, oferece os melhores resultados. Rezende mostra-se favorável ao parto cesáreo na prematuridade, por amenizar os tocotraumatismos. Em 1984, na 33ª Enfermaria, houve 22 cesarianas em primíparas e quatro partos dirigidos; dois natimortos. O parto transpélvico deve ser ensinado, malgrado o aprendizado difícil das diferentes manobras. Muitas pacientes säo internadas em pleno trabalho de parto e sua assistência demanda desteridade. Os trabalhos da Escola de Nancy sobre o parto pélvico mostram que o feto assim apresentado pode palmilhar o canal pelvigenital sem manuseio do Obstetra, e vantajosamente
Biblioteca responsável: BR1.1