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A implementação de Programas de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade em uma capital da Região Sudeste, Brasil: relato de experiência / The implementation of Medical Residency Programs in Family and Community Medicine in a capital of the Southeast Region, Brazil: experience report / La implementación de Programas de Residencia Médica en Medicina de Familia y Comunidad en una capital de la Región Sudeste, Brasil: relato de experiencia

Sarti, Thiago Dias; Dalla, Marcello Dala Bernardina; Machado, Tânia Mara; Fonseca, Mary Cristina França de Oliveira; Bof, Sandra Mara Soeiro; Castro Filho, José de Almeida; Correa, Mônica Cola Carriello; Torres, Sérgio Renato Miranda; Cruz, Sheila Cristina de Souza.
Rev. bras. med. fam. comunidade; 13(40)jan.-dez. 2018. tab
Artigo em Português | LILACS - Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde | ID: biblio-882977
Objetivo: Discutir o processo de implantação de três Programas de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade (PRM-MFC) em uma capital da Região Sudeste do Brasil na perspectiva da interface dos programas com a organização do sistema de saúde local. Método: Trata-se de um relato de experiência oriundo das vivências dos supervisores dos programas e da equipe técnica do município responsável pela gestão da integração ensino-serviço. Foi produzida uma narrativa significativa aos atores do processo em momento presencial coletivo. Uma matriz SWOT foi elaborada para elencar os fatores que influenciam a implementação dos PRM-MFC na rede de serviços. Resultados: Há três PRM-MFC em atividade no município, todos em estágio inicial de implementação, totalizando nove vagas de R1. Os residentes são beneficiados por uma rede de serviços bem estruturada, diversificada e informatizada, incluindo preceptores sensibilizados e um forte apoio multiprofissional. Contudo, há questões que dificultam esse processo, como a incipiente política de valorização da preceptoria, as insuficiências do modelo de atenção primária existente para a formação médica, as dificuldades na gestão compartilhada do processo e a pouca legitimidade da RM perante a comunidade e os trabalhadores do serviço. Conclusão: Há íntima relação entre o desenvolvimento da rede local de saúde, em particular da APS, com a qualidade do PRM. Assim, é fundamental ter em vista não apenas as questões pedagógicas, mas também todo um conjunto de dispositivos de gestão compartilhada e qualificação da rede de serviços.(AU)