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Prevalência de Transtornos Mentais Comuns e sua associação com a sobrecarga em cuidadores familiares de idosos / Prevalence of Common Mental Disorders associated with the burden placed on family caregivers of elderly / La prevalencia de los Trastornos Mentales Comunes y su asociación con la sobrecarga de cuidadores familiares de ancianos

Henriques, Renata da Trindade Meira; Cabana, Maria Cristina Fonsêca de Lima; Montarroyos, Ulisses Ramos.
Mental; 12(22): 35-52, jan.-jun. 2018. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-894981
Objetivo: Analisar a prevalência de Transtornos Mentais Comuns (TMC) e sua associação com a sobrecarga em cuidadores familiares de idosos. Métodos: Estudo epidemiológico descritivo de caráter transversal, com amostra de conveniência, no qual foram analisados 73 cuidadores familiares de idosos atendidos no ambulatório de Geriatria de um hospital público da Rede Estadual de Saúde de Pernambuco. Os dados foram coletados por meio de um questionário sociodemográfico, elaborado para a presente pesquisa e do Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20), instrumento desenvolvido para a identificação de TMC, já validado para a realidade brasileira. O último instrumento utilizado foi a escala Zarit Burden Interview, validada no Brasil para avaliar a sobrecarga do cuidador. Resultados: Dos 73 cuidadores familiares de idosos, 26 foram classificados com TMC, o que corresponde a uma prevalência de 35,6%. Quanto ao nível de sobrecarga desses cuidadores, 43,8% tinham sobrecarga de leve a moderada, 41,1% não apresentaram sobrecarga, enquanto que 13,7% foram classificados com sobrecarga de moderada à severa e apenas um cuidador (1,4%) apresentava nível de sobrecarga severa. Conclusão: A associação entre TMC do cuidador familiar e a sobrecarga no cuidado do idoso foi estatisticamente significante (p = 0,000), observando-se que a frequência de TMC entre os cuidadores sem sobrecarga foi de 13,3%, enquanto que a frequência de TMC entre aqueles que tinham um nível de leve a moderado de sobrecarga foi de 37,5% e, entre os cuidadores com nível de sobrecarga moderada à severa, quase a totalidade (90,9%) tinha TMC.