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Sociedad occidental al sur: entre conocimiento, riesgo y miedo. Reflexiones en perspectiva bioética y de salud pública/ South western society: between knowledge, risk and fear. Reflections on bioethics perspective and public health/ Sociedade ocidental do sul: conhecimento, risco e medo. Reflexões sob a perspectiva bioética e de saúde pública

Rivas Muñoz, Fabio; Escobar López, María Teresa
| Idioma(s): Español
La sociedad actual recibe, entre otras denominaciones, modernidad tardía o reflexiva, y sociedad del conocimiento. A fin de explicarla se acude a múltiples abordajes pero sobre todo se advierte su complejidad y su intrincado sistema de relaciones. Se han buscado respuestas a sus más grandes problemas no sólo en la sociología sino también en las variadas formas de combinar análisis sociales con análisis políticos, económicos, culturales y filosóficos. Un papel relevante y difundido juega Ulrich Beck al caracterizar la sociedad del riesgo. Para él, la segunda modernidad tiene que ver con la forma como en occidente se ha ido presentando un cambio en las ideas impulsoras que preconizaban el progreso, el control, el pleno empleo y la explotación de la naturaleza. Fenómenos como la industrialización y el mercado dentro del capitalismo, para mencionar sólo uno de los procesos más influyentes en la sociedad moderna, han desembocado en la globalización, la individualización, la revolución de géneros, el subempleo y las amenazas planetarias, las cuales van conformando su perspectiva de la sociedad del riesgo, como la denomina Beck. Hay, sin embargo, un occidente al norte y otro al sur. Esto igualmente plantea desafíos, nuevas dinámicas y preguntas sobre el mundo y la supervivencia, pero también sobre aspectos centrales para los seres humanos, entre ellos, la salud. ¿Cuáles son las razones para prestar tanta atención al riesgo y que este, a su vez, se inmiscuya en todos los planos de la sociedad? ¿Cómo enfrentar los retos que la sociedad del riesgo plantea al área asistencial? ¿Qué implicaciones tiene hablar de conocimiento, riesgo, miedo y también desconocimiento en la atención en salud? Estas son sólo algunas de las preguntas que surgen de la dinámica social actual. En esta reflexión se tendrán en cuenta las características de la sociedad del riesgo enunciadas por Beck y su relación con los análisis de expertos en Salud Pública y Bioética Médica. Sobre todo, se reflexiona sobre estos asuntos teniendo en cuenta el perfil que han venido adquiriendo conocimiento, riesgo y miedo en el contexto de este occidente del sur, marcado por la injusticia social y las inequidades en salud... Entre outras denominações, a sociedade atual recebe os nomes de modernidade tardia ou reflexiva e de sociedade do conhecimento. Para explicá-la recorre-se a múltiplas abordagens, mas, principalmente, adverte-se sobre sua complexidade e seu intrincado sistema de relações. Respostas aos seus maiores problemas vêm sendo buscadas não só na sociologia, mas também nas variadas formas de combinar análises sociais com análises políticas, econômicas, culturais e filosóficas. Ulrich Beck tem um papel relevante e difundido ao caracterizar a sociedade de risco. Para ele, a segunda modernidade tem a ver com a forma em que no ocidente vem sendo apresentada uma mudança nas ideias impulsionadoras que preconizavam o progresso, o controle, o emprego pleno e a exploração da natureza. Fenômenos como a industrialização e o mercado dentro do capitalismo, para mencionar apenas um dos processos que mais influem na sociedade moderna, desembocaram na globalização, na individualização, na revolução de gêneros, no subemprego e nas ameaças mundiais, e vão formando sua perspectiva da sociedade de risco, como a denomina Beck. Entretanto, existe um ocidente do norte e outro do sul. Isto igualmente apresenta desafios, novas dinâmicas e perguntas sobre o mundo e a supervivência, mas também quanto a aspectos essenciais para os seres humanos, entre eles, a saúde. Quais são os motivos para se dar tanta atenção ao risco e de que este, por sua vez, se introduza em todos os níveis da sociedade? Como enfrentar os desafios que a sociedade de risco apresenta para a área assistencial? Quais são as implicações de se falar em conhecimento, risco, medo e, também, desconhecimento no atendimento da saúde? Estas são somente algumas das perguntas que surgem da dinâmica social atual. Nesta reflexão serão levadas em consideração as características da sociedade de risco enunciadas por Beck e sua relação com as análises de expertos em saúde pública e bioética médica. Em especial, a reflexão sobre estes assuntos considera o perfil que vem adquirindo o conhecimento, o risco e o medo no contexto deste ocidente do sul, marcado pela injustiça social e pelas iniquidades na saúde...
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2.

Promoção da saúde: possibilidade de superação das desigualdades sociais/ Health promotion: possibility of overcoming social inequalities

Silva, Juliana Guimarães e; Gurgel, Adryana Aguiar; Frota, Mirna Albuquerque; Vieira, Luiza Jane Eyre de Souza; Valdés, Maria Teresa Moreno
| Idioma(s): Portugués
A promoção da saúde surge, no campo da saúde coletiva, como um paradigma promissor que desafia o modelo biomédico na construção da eqüidade e na busca da qualidade de vida. No contexto da globalização, na qual predominam as desigualdades sociais, a promoção da saúde, ao considerar os determinantes sociais de saúde, apresenta-se como possibilidade de superação dessas disparidades. O presente artigo busca revisar a evolução histórica e conceitual da promoção da saúde, estabelecendo uma interface com o contexto atual marcado pelo modelo neoliberal de globalização, vinculando-a às práticas que podem ser empregadas para o alcance de melhores condições de vida e saúde para indivíduos e coletividades. Conclui-se que a promoção da saúde constitui ferramenta importante para originar novos modos de atenção e gestão em saúde, de melhoria da qualidade de vida e de outras realidades que possam tornar possível alcançar a eqüidade em saúde. Health promotion figures in the collective health field as a promising paradigm that challenges the biomedical model in building equality and seeking quality of life. In the context of globalization, where social inequalities predominate, health promotion, by considering the social determinants of health, offers the possibility of overcoming these disparities. This paper reflects on the historical and conceptual development of health promotion, so as to establish an interface with the present context framed by the neoliberal model of globalization and to link that interface to practices that could be used to achieve better conditions of life and health for individuals and collectivities. It can be concluded that health promotion constitutes an important tool for originating new forms of health care and management, improved quality of life, and other factors likely to make health equity possible. La promoción de la salud surge, en el campo de la salud colectiva, como un paradigma promotor que desafía el modelo biomédico vigente en la construcción de la equidad en salud y en la búsqueda de calidad de vida. En el contexto de la globalización, en la cual las desigualdades sociales prevalecen, la promoción de la salud, cuando considerado el determinante social de salud, viene como la posibilidad de superar esas disparidades. El presente artigo tiene como objetivo reflexionar acerca de la evolución histórica y conceptual de la promoción de la salud, a partir de las concepciones de estudiosos de la temática, estableciendo una interface con el contexto actual marcado por el modelo neoliberal de globalización, vinculando las prácticas que pueden ser empleadas para el alcance de un mejor nivel de salud y mejores condiciones de vida para los individuos y colectividades. Puede concluirse que la promoción de la salud es herramienta importante para crear nuevos modos de atención y gestión en la atención de la salud, mejorar la calidad de vida y otras realidades que pueden hacer posible lograr la equidad en salud.
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3.

Promoção da saúde: possibilidade de superação das desigualdades sociais/ Health promotion: possibility of overcoming social inequalities

Silva, Juliana Guimarães e; Gurgel, Adryana Aguiar; Frota, Mirna Albuquerque; Vieira, Luiza Jane Eyre de Souza; Valdés, Maria Teresa Moreno
| Idioma(s): Portugués
A promoção da saúde surge, no campo da saúde coletiva, como um paradigma promissor que desafia o modelo biomédico na construção da eqüidade e na busca da qualidade de vida. No contexto da globalização, na qual predominam as desigualdades sociais, a promoção da saúde, ao considerar os determinantes sociais de saúde, apresenta-se como possibilidade de superação dessas disparidades. O presente artigo busca revisar a evolução histórica e conceitual da promoção da saúde, estabelecendo uma interface com o contexto atual marcado pelo modelo neoliberal de globalização, vinculando-a às práticas que podem ser empregadas para o alcance de melhores condições de vida e saúde para indivíduos e coletividades. Conclui-se que a promoção da saúde constitui ferramenta importante para originar novos modos de atenção e gestão em saúde, de melhoria da qualidade de vida e de outras realidades que possam tornar possível alcançar a eqüidade em saúde.(AU) Health promotion figures in the collective health field as a promising paradigm that challenges the biomedical model in building equality and seeking quality of life. In the context of globalization, where social inequalities predominate, health promotion, by considering the social determinants of health, offers the possibility of overcoming these disparities. This paper reflects on the historical and conceptual development of health promotion, so as to establish an interface with the present context framed by the neoliberal model of globalization and to link that interface to practices that could be used to achieve better conditions of life and health for individuals and collectivities. It can be concluded that health promotion constitutes an important tool for originating new forms of health care and management, improved quality of life, and other factors likely to make health equity possible.(AU) La promoción de la salud surge, en el campo de la salud colectiva, como un paradigma promotor que desafía el modelo biomédico vigente en la construcción de la equidad en salud y en la búsqueda de calidad de vida. En el contexto de la globalización, en la cual las desigualdades sociales prevalecen, la promoción de la salud, cuando considerado el determinante social de salud, viene como la posibilidad de superar esas disparidades. El presente artigo tiene como objetivo reflexionar acerca de la evolución histórica y conceptual de la promoción de la salud, a partir de las concepciones de estudiosos de la temática, estableciendo una interface con el contexto actual marcado por el modelo neoliberal de globalización, vinculando las prácticas que pueden ser empleadas para el alcance de un mejor nivel de salud y mejores condiciones de vida para los individuos y colectividades. Puede concluirse que la promoción de la salud es herramienta importante para crear nuevos modos de atención y gestión en la atención de la salud, mejorar la calidad de vida y otras realidades que pueden hacer posible lograr la equidad en salud.(AU)
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4.

Globalización, pobreza y salud: premio conferencia Hugh Rodman Leavell/ Globalization, poverty and health Hugh Rodman Leavell lecture award

Marchiori Buss, Paulo
| Idioma(s): Español
La salud pública, como campo de conocimiento y de práctica social, ha enfrentado enormes desafíos a lo largo de su historia. El final del siglo XX y este inicio de milenio nos vuelven a colocar ante procesos desafiantes: la globalización y la pobreza. Estos dos fenómenos influencian poderosamente la cotidianidad de la salud de los pueblos, el primer y más importante compromiso de la salud pública y de los sanitaristas, correspondiendo por ello la búsqueda de su mejor comprensión para enfrentarlos adecuadamente...
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5.

Globalización, salud y solidaridad: una vision diferente/ Globalization, health and solidarity: different vision

Marimón Torres, Nestor; Martínez Cruz, Evelyn
| Idioma(s): Español
El presente estudio está dirigido a describir algunos aspectos generales de la globalización como fenómeno mundial, se explica el estado de este proceso a partir de la identificación de sus dimensiones y las repercusiones sobre la salud. Se habla de la globalización como determinante mediato e inmediato del estado de salud de las personas, los aspectos negativos de este fenómeno sobre la salud y como al globalizar principios básicos como la solidaridad y la cooperación internacional se pueden encontrar alternativas de solución a los efectos negativos de este fenómeno mundial sobre la salud de las poblaciones. The present study was aimed at describing some general aspects of the globalization as a world phenomenon; it explained the present state of this process on the basis of the identification of its dimensions and repercussions on the public health. It mentioned that globalization is an immediate and intermediate determinant of the health condition of the people, its negative aspects on health and how the globalization of basic principles such as solidarity and international cooperation can help in finding alternatives to reduce the negative effects of this world phenomenon on the population health.
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6.

Los Determinantes Sociales de Salud y la lucha por la equidad en salud: desafíos para el estado y la sociedad civil/ The Social Determinants of Health and the struggle for health equity: challenges for states and civil society

Villar, Eugenio
| Idioma(s): Portugués
La OMS ha creado una Comisión de los Determinantes Sociales de la Salud que producirá su reporte en el 2008. Aunque el tema de los determinantes sociales (DSS) de la salud no es nuevo, la nueva visibilidad global en el tema refleja el agotamiento del modelo de desarrollo neoliberal que ha agudizado la inequidad y consecuentemente hace resurgir el tema de la justicia social. Nuevos enfoques y evidencia ubican la inequidad en salud como resultado de la inequitativa distribución de los DSS. Procesos en curso como la globalización de signo neoliberal y el cambio climático agudizan las inequidades así como la exclusión en salud al actuar directa y desigualmente sobre los DSS. Algunos ejemplos de políticas publicas exitosas: Suecia, dado su particular contexto político-institucional ha desarrollado una política (intersectorial) de salud publica cuyo objetivo es disminuir la inequidad diseñando estrategias participativas sobre sus DSS. Chile viene también construyendo inclusivamente un sistema de protección social infantil (Chile Crece Contigo) a partir de una integración de programas bajo un norte de derechos y de DSS. La meta es la cobertura universal con un enfoque de ciclo de vida. Finalmente, la Sociedad Civil de las Américas viene desarrollando un debate hacia una agenda común en el tema de los DSS, con los gobiernos de Brasil y Chile así como la OEA, OPS y OMS. Los ejes son la lucha por un nuevo modelo de desarrollo participativo y sostenible que democratice el abordaje de los DSS bajo un enfoque de derechos. WHO has launched the Commission on Social determinants of Health which will deliver its final report in 2008. The social determinants of health (SDH) approach is not a new subject but one which has gained more visibility with the widening of inequities, blamed on the neo-liberal development model. Progressively, social justice issues are re-emerging, backed by evidence and new approaches which crystallize the relationship between unequal distribution of SDH and their consequences, unequal health outcomes. Processes like globalization under a neo-liberal brand and climate change influence the SDH, resulting in acute inequities and social marginalization. There are some successful examples of countries with policies addressing the SDH. For example, Sweden, with due regard to its particular political and institutional context, has developed public health intersectoral policies that aim at decreasing health inequities. These policies also encourage a participatory model as a means of efficiently tackling the SDH. Another example is Chile which is building a children social protection system (Chile Crece Contigo) using an integrated approach that includes right-based and SDH approaches. The programme's objective is universal coverage with a life cycle approach. A major milestone for civil society in Latin America is the effort by the Americas' Civil Society organizations to strengthen a dialogue that fosters a common agenda on the SDH. The organizations are working with the governments of Brazil, Chile, the OIAS, PAHO and WHO. Their goal is to introduce a new participatory and sustainable development mode, one which is participatory, rights-based and ensures sustainable improvements of SDHs and benefits all people.
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7.

Reflexiones sobre la globalización y su impacto sobre la salud de los trabajadores y el ambiente/ Reflections on globalization and their impact on workersÆ health and the environment

Feo Istúriz, Oscar
| Idioma(s): Español
En este artículo se asume la globalización como la imposición de un modelo de pensamiento, de una forma de concebir el mundo, la sociedad, la producción y distribución de bienes, y las relaciones entre las naciones, que se conoce como neoliberalismo y constituye el paradigma económico de nuestro tiempo. Ese modelo se caracteriza por el dominio del mundo por un grupo de instituciones financieras y grandes corporaciones, que promueven privatizaciones en el área de la salud y la educación para integrar esos derechos sociales a los circuitos de acumulación del capital. Se señala a la Deuda Externa como uno de los problemas más importantes de los pueblos del mundo, y se critica el modelo de desarrollo que impide una adecuada redistribución de la riqueza social, concentra el capital, produce pobreza y desempleo, y afecta profundamente la vida, el ambiente y la salud de los trabajadores. Se concluye, señalando el imperativo ético y político de luchar por un nuevo modelo de organización de la producción y la sociedad. Se llama a construir planes de trabajo para proteger la salud de los trabajadores y trabajadoras, preservar el ambiente, construir instrumentos organizativos para la educación popular que haga crecer la conciencia y la capacidad de lucha de las grandes mayorías
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8.

Salud y globalización: dos retos futuros para el cuidado de enfermería/ Health and globalization: future challenges for nursing care

Do Prado, Marta Lenise; Schmidt Reibnitz, Kenya
| Idioma(s): Español
El presente artículo es una reflexión acerca de los retos futuros en el cuidado de enfermería, a partir de la perspectiva de la globalización y su impacto sobre la salud individual y colectiva. Discute las implicaciones del modelo de globalización y su carácter explorador y excluyente y el compromiso de la enfermería en reflexionar acerca de sus efectos en el cuidado, con la intención de contribuir en la salud para todos; analiza la importancia de reconocer la pluralidad como camino de producción del conocimiento en enfermería y salud, así como la necesaria unión entre razón y emoción. Finalmente, discute los desafíos de la educación para la construcción de un sujeto ético, capaz de imprimir las transformaciones que el cuidado de enfermería requiere y desea para América Latina.
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9.

Globalización y salud: el caso de las enfermedades tropicales y olvidadas/ Globalization and health: the case of tropical and neglected diseases

Valero-Bernal, Maria; Tanner, Marcel
| Idioma(s): Español
Se presenta una revisión del impacto de la globalización sobre los determinantes del operativo salud-enfermedad y del bienestar y ofrece una mirada de las posibles acciones mitigantes. Se realizó una revisión sistemática, con énfasis para América Latina y Colombia de los determinantes de la salud y bienestar enfocada en aspectos económicos, culturales, tecnológicos, ambientales-climáticos y demográficos. Se describen procesos interrelacionados de la globalización. Los análisis de modelos predictivos documentan la interacción de factores sociales, culturales y económicos sobre la salud-enfermedad y el bienestar y son determinantes de la equidad. Los indicadores de salud globales disminuyen con el aumento de diferenciales socio-económicos dentro de un país dado. Los procesos de globalización han impactado la dinámica social y económica afectando directamente el estado de salud. Las migraciones y procesos de urbanización influyen en los modelos de riesgos sociales, medioambientales y biológicos. Se observa un deterioro del estado sanitario y un aumento en la precariedad social. Esta situación combinada con los cambios climáticos globales y de los ecosistemas favorecen la transmisión de enfermedades (malaria, dengue). La perspectiva prometedora para alcanzar las Metas de Desarrollo de Milenio se ve en países con fortalecimiento coherente de los sistemas de salud y la reducción de la pobreza. Es urgente el desarrollo de nuevas herramientas para el control de las enfermedades (medicamentos y/o vacunas), pero además se deben robustecer los sistemas de salud, las redes sociales con aproximaciones desde la salud pública y los ecosistemas en un contexto social, político, cultural y económico particular.
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10.

El Area de Libre Comercio-ALCA y el sector salud en América Latina/ Globalization and the health sector in the FTAA frame

Franco G., Alvaro
| Idioma(s): Español
El Area de Libre Comercio para las Americas-ALCA que se debe implementar a partir de 2005 es la expresión más cercana que tendremos de la globalización económica. En este artículo se considera el debate acerca de la tendencia neoliberal de la globalización: de un lado, los defensores de la comercialización, la competencia y la liberalización de mercados; de otro, quienes claman por una justicia social global, por una globalización alternativa, por alcanzar el ideal de justicia en el planeta, seriamente afectado en razon de los tratados de libre comercio, ante la ausencia de un poder político mundial con capacidad de distribuir la riqueza. El debate anima permanentemente este ensayo sobre el ALCA, que parte de las propuestas gubernamentales y del alcance que tiene la intervención de los Estados Unidos de Norteamérica y de las transnacionales en las decisiones de nustros paises. Señala, además, los efectos nocivos que para la salud ha tenido el Tratado de Libre Comercio de Norteamerica: de su análisis y de las nuevas relaciones impuestas por el comercio mundial, mediante organismos como la Organización Mundial del Comercio-OMS, se derivan muchas de las aseveraciones que se discuten en torno al ALCA y su impacto sobre la salud.
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