Your browser doesn't support javascript.

Secretaria de Estado da Saúde - BVS

Rede de Informação e Conhecimento

Home > Pesquisa > ()
Imprimir Exportar

Formato de exportação:

Exportar

Email
Adicionar mais destinatários
| |

Prevalência de enteroparasitoses e análise socioeconômica de escolares em Flores da Cunha-RS / Prevalence of intestinal parasites and socio-economic analysis of students in Flores da Cunha, RS, Brazil

Cavagnolli, Natália Inês; Camello, Jéssica Tadiello; Tesser, Shimena; Poeta, Julia; Rodrigues, Adriana Dalpicolli.
Rev. patol. trop; 44(3): 312-322, out. 2015. tab, graf
Artigo Português | LILACS | ID: biblio-911996
As verminoses ainda são um sério problema de saúde pública no Brasil. Elas são transmitidas facilmente a crianças em idade escolar em consequência de seu sistema imunológico imaturo e da precariedade na manutenção de hábitos saudáveis de higiene pessoal. O objetivo deste trabalho foi avaliar a prevalência de parasitoses e o perfil socioeconômico da população escolar de Flores da Cunha-RS. Foram coletadas amostras fecais dos alunos para posterior análise por sedimentação espontânea e aplicados questionários acerca das parasitoses e da situação socioeconômica. Das 341 amostras avaliadas, 10,0% foram positivas, sendo observada a presença de cistos de Endolimax nana (55,9%), de Entamoeba coli (26,5%), de Iodamoeba butschlii (5,9%), de Giardia lamblia (2,9% ) e ovos de Ascaris lumbricoides (2,9%), além de indivíduos (5,9%) com parasitose múltipla (Entamoeba coli e Endolimax nana). A maioria dos responsáveis afirma buscar informações sobre parasitoses com profissionais da saúde (49,7%), mesmo assim 49,9% não acham suficientes as informações disponíveis. Em relação ao saneamento básico, 57,2% declaram possuir coleta e tratamento de esgoto, 67,2% têm boa captação da chuva, o que evita acúmulos nas proximidades, e 47,2% fazem algum tipo de controle de pragas. Entre os escolares, 79% nunca fizeram exame parasitológico de fezes ou foram diagnosticados com parasitose, mesmo assim 85,9% afirmaram ter usado antiparasitários. A baixa prevalência de parasitoses encontrada no presente estudo é justificada, sobretudo, pelo constante uso de antiparasitários. Desse modo, é importante melhorar a divulgação de orientações sobre a prevenção de parasitoses e o perigo da automedicação.
Biblioteca responsável: BR816.9
Selo DaSilva