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Fratura ipsilateral do quadril e da diáfise femoral: estudo prospectivo / Ipsilateral fractures of the hip and femoral shaft

Canto, Roberto Sérgio de Tavares; Santos Neto, Paulo Roberto; Oliveira Filho, Oscar Bertino de Almeida; Guerra, Clauton; Amui, Anuar Arantes; Canto, Fabiano R. T.
Rev. bras. ortop; 29(6): 379-84, jun. 1994. ilus, tab
Artigo Português | LILACS | ID: lil-199711
Os autores analisaram 15 fraturas ipsilaterais de quadril e da diáfise femoral. Usualmente está envolvida grande quantidade de energia cinética neste tipo de trauma; quando, por exemplo, o joelho atinge o painel de um automóvel, a energia decresce em direçäo ao quadril, causando quase sempre um tipo característico de fratura a este nível. É enfatizada a necessidade de se fazer um exame radiológico completo da pélvis quando se estiver frente a uma fratura da diáfise femoral, pois freqüentemente a fratura do quadril passa despercebida na sala de emergência. Säo discutidos três casos em que o diagnóstico foi feito tardiamente. Os autores sugerem como melhor conduta tratar ambas as fraturas ao mesmo tempo. O tipo de implante dependerá do padräo da fratura. Em sete casos, foi usada a haste de Küntscher para a fratura da diáfise e parafusos de esponjosa para a fratura do quadril, colocados anterior e posteriormente à haste. Nos pacientes restantes, foram usadas placas na diáfise, combinadas com parafusos de esponjosa, ou placa angulada, ou pinos deslizantes nas fraturas do quadril. Tomando-se em consideraçäo as condiçöes econômicas da regiäo onde o trabalho foi feito, esta combinaçäo de haste com parafuso de esponjosa mostrou-se ser confiável e barata. Se o paciente sobrevive ao politrauma inicial, o prognóstico usualmente é bom, como pode ser concluído da presente série.
Biblioteca responsável: BR1.1
Selo DaSilva