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1.
Psicanálise, Porto Alegre ; 10(1): 149-163, 2008.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-7875

RESUMEN

Esta apresentação se propõe a examinar o quanto uma falha na função especular pode afetar a transmissão psíquica transgeracional, levando três gerações a se tornarem marcadas pelo estigma da solidão. Lembrando o romance Cem Anos de Solidão (1967), de Gabriel García Marques, e recorrendo aos desenvolvimentos teóricos de Lacan, Winnicott e Outeiral, analisaremos a história de Pedro, neto de uma mulher que ficou cega aos quatorze anos a terceira geração de uma estirpe condenada à escuridão, como um jogo de espelhos que, pela falta de luz, reflete apenas imagens que se repetem por gerações. A partir desse relato, observaremos a importância da luz de um olhar, capaz de refletir o bebê nos primeiros tempos de vida, no sentido de que se possa realizar satisfatoriamente a transmissão do legado transgeracional. Essas tarefas, necessárias ao seu desenvolvimento emocional, são fundamentais para a apropriação do próprio corpo, para a construção e integração do eu.(AU)


Asunto(s)
Soledad , Relaciones Intergeneracionales
2.
Psicanálise, Porto Alegre ; 10(2): 299-309, 2008.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-7867

RESUMEN

Este artigo aborda a transmissão psíquica de traumas entre gerações, mostrando a importância da Psicanálise Vincular como campo próprio para o entendimento e a intervenção em patologias decorrentes de processos tóxicos e traumáticos vinculares. Trata-se de situações em que acordos e pactos inconscientes permitem que lutos patológicos, segredos vergonhosos ou eventos traumáticos submetidos a defesas radicais, como a desmentida ou desestimação, manifestem-se na mente de um ou mais filhos, comprometendo todo seu desenvolvimento mental. O trabalho se fundamenta no tratamento de uma família que busca psicoterapia em função da drogadição de um filho, cujo pai sofreu um luto traumático por ocasião de seu nascimento.(AU)


Asunto(s)
Relaciones Intergeneracionales , Heridas y Lesiones , Trastornos Relacionados con Sustancias , Apego a Objetos
3.
Psicanálise, Porto Alegre ; 9(2): 341-354, 2007.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-7856

RESUMEN

A transgeracionalidade, uma das temáticas mais atuais da psicanálise moderna, está presente já em vários textos freudianos. As bases teórico-clínicas da transmissão psíquica entre gerações repousam também em idéias de M. Klein, Bion e Winnicott e encontram seu desenvolvimentopleno na escola francesa (Lacan, Green, Piera Aulagnier, René Kaes, Haydée Faimberg, entre outros), além da contribuição fundamental e histórica de autores latino-americanos. Aparecem em realce o intersubjetivo, as diferentes manifestações do “negativo“, a pré-história e o social (situações traumáticas ou de violência social) como ingredientes na constituição da história e do psiquismo do sujeito. No presente trabalho estão abordadas idéias relativas à transgeracionalidade,intergeracionalidade, identificações telescópicas e outros movimentospsíquicos, cuja incidência participará do destino do sujeito através dasgerações.(AU)


Asunto(s)
Relaciones Intergeneracionales
4.
ide: Psicanálise e Cultura ; 34(53): 43-55, 2012.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-68793

RESUMEN

Reflexões sobre a transmissão das narrativas literárias entre gerações Esta reflexão parte do trabalho prático com a leitura literária, da palavra portadora de narrativas, de poéticas transmitidas através da literatura e da leitura. A literatura nos constitui, é criação nossa - humana e universal. Transformamos em linguagem a experiência para registrar, narrar, transmitir. As leituras compartilhadas entre gerações e grupos, a possibilidade de conhecer belos livros, músicas e narrativas faz falar, faz pensar, organiza o pensamento e a capacidade de expressar e traz a vontade de conhecer mais. Precisamos de poéticas, de histórias. É certo que esse tempo de sonho é fundamental para nossa saúde psíquica. Precisamos de articulação com as culturas; precisamos da construção de um mundo mental e isso nos permitirá humanizar-nos, nos relacionar, aprender, ler, aproveitar as leituras, trabalhar, criar. Enfim, é isso o que permite nossa sobrevivência


Asunto(s)
Literatura , Poesía , Lenguaje , Pensamiento , Cultura , Lectura , Relaciones Intergeneracionales
6.
Psicanálise, Porto Alegre ; 8(2): 291-302, 2006.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-7913

RESUMEN

No ano em que se comemora o 150º aniversário do nascimento de Freud, filho de judeus e neto de rabinos, a autora estuda a influência do judaísmo no surgimento da Psicanálise. Aborda a tensão entre aquele e a cultura ocidental na alma freudiana, a relação conflitiva de Sigmund com seu pai e a influência do estudo precoce da Bíblia e da Torá. Também aparecem como valiosas fontes da Psicanálise aqueles aspectos históricos do povo judeu de antiidolatrismo, estrangeiridade e o secular desejo de uma terra prometida. Há um destaque especial para a famosa dedicatória em Melitzá, de Jakob Freud a seu filho Sigmund, considerada por Derrida, e outros tantos estudiosos, como um episódio crucial para a Psicanálise, marcando uma transmissão inter/transgeracional.(AU)


Asunto(s)
Judaísmo , Psicoanálisis , Relaciones Intergeneracionales
7.
Psicanálise, Porto Alegre ; 8(1): 105-118, 2006.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-7973

RESUMEN

O trabalho visa introduzir os principais aspectos do pensamento de Ferenczia respeito do trauma. Ressalta a importância da contribuição desse autor e a forma descontextualizada e mal-entendida em que costuma se dar a sua leitura. Desenvolve quatro pontos fundamentais da sua teoria,a saber: que a teoria do funcionamento psíquico de Ferenczi coloca no centro o conceito de trauma, conferindo importância à ação dos processos comunicativos inconscientes, como via da incorporação de “mensagens pulsionais primitivas inconscientes”; que o trauma atinge a estruturação do ego e do sujeito, produzindo uma “ferida no amor de si e na confiança em si mesmo”, um estado consistente e duradouro de “mortificação narcísica”; que o sofrimento oriundo desses estados de subjetivação interrompida será eficazmente abordado se o analista oferecer uma “função de testemunho”, aceitando encarnar temporariamenteo paciente, colocando sua pessoa e sua competência analítica à disposição;e, por fim, que a direção da cura é o reviver da lembrança traumática, na relação analítica, oferecendo o ambiente adequado, ausente quando da constituição egóica, com o fim de estancar o estado de mimetismo da eterna repetição do trauma.(AU)


Asunto(s)
Heridas y Lesiones , Relaciones Intergeneracionales , Narcisismo
8.
ide: Psicanálise e Cultura ; 29(43): 136-139, 2006.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-90669

RESUMEN

Considerações sobre a incidência de uma forma de violência na vida das mulheres, tal como observado em um estudo sobre o psiquismo feminino em três gerações de mulheres de uma mesma família


Asunto(s)
Cultura , Relaciones Intergeneracionales
10.
Psicoanálisis ; 27(1/2): 59-90 59, jun. 2005.
Artículo | Bivipsil | ID: psa-51200

RESUMEN

En este artículo, el análisis de un niña precoz traumatizada pone de relieve cómo se transmiten los traumas históricos y de qué manera se representan y a la vez se ocultan los traumas intrafamiliares. Se aprecia que la evolución del juego comunica aquello con lo que la niña se está debatiendo a la vez que trata decididamente de ocultar lo que en verdad sucedió. El analista y la niña participan juntos en un juego donde se recurre al desplazamiento, la puesta en acto y la puesta en acto interactiva, siendo esta última modalidad de juego la marca misma de una experiencia traumática profunda. La niña, Carlotta, ayuda al analista a que la siga en su búsqueda de sentido, a la par que la interacción entre ambos por momentos se adhiere a, y por momentos se aparta de, las capas más profundas de experiencia traumática (las pentimenti), que deben develarse y reconstruirse para que ella pueda reintegrarse a su propio avance evolutivo. El análisis facilita a Carlotta el despliegue de su capacidad de juego sin restricciones y contribuye, asimismo, a la recuperación de su familia


Asunto(s)
Heridas y Lesiones , Psicología Infantil , Relaciones Intergeneracionales , Juego de Azar/psicología , Psicoanálisis , Heridas y Lesiones , Juego e Implementos de Juego
11.
Psicanálise, Porto Alegre ; 7(1): 61-82, 2005.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-8009

RESUMEN

O título deste trabalho nos convida a agarrar o fio de Ariadne, partindo deWinnicott, para ver se chegamos a Ferenczi, através do labirinto das diferentes teorias. A autora pretende trabalhar a relação destes dois autores Winnicott e Ferenczi através de dois eixos principais: (1) a questão da transmissão; (2) a atualidade da clínica de Winnicott e Ferenczi nas patologias da contemporaneidade. A primeira parte do trabalho tenta explicar a maneira pela qual Ferenczi acha-se tão presente no trabalho de Winnicott, se nunca tiveram contato e se a obra sobre a qual Winnicott se vale é a dos últimos tempos de Ferenczi, aquela que se encontrava no Index da psicanálise, portanto, não acessível. Na segunda parte do trabalho, o foco de atenção dirige-se para as patologias narcísicas (contemporaneidade): borderline, doenças psicossomáticas, psicoses, adições e tendências anti-sociais,que marcam o trabalho de Winnicott e já haviam sido tratadas anteriormente por Ferenczi.(AU)


Asunto(s)
Heridas y Lesiones , Relaciones Intergeneracionales
12.
Psicanálise, Porto Alegre ; 7(2): 369-394, 2005.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-7992

RESUMEN

A questão da transmissão da herança psíquica entre gerações é um assunto bastante recorrente na psicanálise contemporânea. A transgeracionalidade, transmissãoda herança psíquica de maneira patológica, no entanto, é o viés que este trabalho pretende abordar. O primeiro capítulo deste trabalho busca na obra de Freud os antecedentesda questão da transmissão da herança psíquica, enquanto o segundo apresenta conceitos fundamentais para o entendimento da transgeracionalidade, através dosautores Nicolas Abraham e Maria Torok, que, apesar de nunca terem falado emtal, possibilitaram, através de seus conceitos, que autores contemporâneos pudessem dar continuidade aos seus estudos e lançar a idéia de que a cripta pode ser transmitida. A terceira parte pontua o que é a transgeracionalidade e a diferencia da intergeracionalidade, que se trata do processo normal da transmissão psíquica, trazendo alguns dos mais importantes autores que estudam tal questão, tais como Kaës, Faimberg, Aulagnier e Granjon. Coloca também que a transmissão psíquicapatológica entre gerações pode promover a alienação psíquica do sujeito. É através da transmissão (geração precedente) e recepção (geração seguinte) de um material psíquico em estado bruto, um trauma não elaborado, que podemos observaresses fenômenos.(AU)


Asunto(s)
Relaciones Intergeneracionales , Heridas y Lesiones
13.
Psicanálise, Porto Alegre ; 7(1): 19-40, 2005.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-8011

RESUMEN

O modelo freudiano do traumatismo, inspirado pela organização bifásica da sexualidade humana, estruturada pelo cenário edípico, pode ser completado, prolongado e enriquecido por outras modalidades de trauma que convém qualificar de precoces. Referindo-me aos conceitos e casos clínicos apresentados por Christian Gérard, bem como a experiências clínicas em perinatal, tentei determinar algumas especificidades desses traumas precoces. Estes se caracterizam essencialmente pela proeminência de processos psíquicos destituídos de representações e em que os sujeitos e os objetos psíquicos ainda não estão totalmente constituídos, o que torna os cenários fantasmáticos no mínimo sumários. Os processos de clivagem prevalecem sobre os recalques, e as identificações projetivas recíprocas revelam-se indispensáveis para a formação do sentimento de si. A partirde manifestações psicopatológicas variadas, da função do objeto, de pontos cegos na relação transferencial-contratransferencial e de algumas observações sobre a função parental, pode-se isolar um núcleo traumático precoce individual. Tomando a análise do caso de Pierre, a criança de que fala C. Gérard, esse núcleo traumático atrai elementos transgeracionais até então pouco ou mal assimilados por diferentes membros da família.(AU)


Asunto(s)
Heridas y Lesiones , Contratransferencia , Relaciones Intergeneracionales
16.
Psicanálise, Porto Alegre ; 4(1): 167-180, 2002.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-8036

RESUMEN

Este trabalho surgiu como uma tentativa de buscar, nas teorias clássica e contemporânea, elementos que viessem a ampliar a questão da identificação na transmissão entre gerações. Assim, desde Freud, Ferenczi e Klein, até Abraham e Torok, além de Kaës e Faimberg, permeados por poemas de Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, encontramos um fio condutor para os caminhosda identificação. Parafraseando Freud, em sua conhecida afirmação sobre os sonhos, poderíamos dizer que a identificação é, em suas mais variadas formas, a “via régia“ (ou princeps) de transmissão de vida psíquica entre gerações. Daí partimos para o estudo das transmissões intersubjetivas e transpsíquicas (Kaës), relacionando com o comportamento do homem frente ao tabu. O desamparo original do bebê e o narcisismo dos pais nos encaminham para as relações com osconceitos de introjeção (Ferenczi) e incorporação, bem como as originais idéias de luto patológico e cripta dos precursores dos estudos sobre a transgeracionalidade (Abraham e Torok). O fundante kleiniano de identificação projetiva e, maisrecentemente, em Faimberg, com seu conceito de identificação narcisista inconsciente alienante, trouxe-nos novos elementos para tentar entender como sucedem as misteriosas transmissões psíquicas entre gerações.(AU)


Asunto(s)
Relaciones Intergeneracionales
20.
Psicanálise, Porto Alegre ; 5(1): 107-146, 2003.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-7960

RESUMEN

Na adolescência, múltiplos jogos de forças se contrapõem dentro deum campo dinâmico: os movimentos paradoxais do narcisismo nas dimensões intra-subjetiva e intersubjetiva e as relações de domínio entre pais e filhos e entre irmãos. Através da descrição do processo analítico de um adolescente com duração de cinco anos, o autor mostra seu começo, sua fase intermediária e sua finalização. São enfocados, através do caso clínico: a base metapsicológica do processo; o trabalho com as auto-imagens narcisistas e com os complexos edípico e fraterno; a questão do filho-progenitor e do irmão-progenitor; o reordenamento identificatório; a confrontaçãogeracional; e a ressignificação de traumas anteriores.(AU)


Asunto(s)
Adolescente , Relaciones Intergeneracionales
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