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Adoção e sofrimento psíquico

Khafif Levinzon, Gina.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-1581
Encontramos, algumas vezes, estados de intenso sofrimento psíquico em famílias
ligadas pela adoção. Por sua condição inicial de desamparo, a criança se torna mais
sensível às dificuldades ambientais às quais está submetida. Para os pais adotivos, há o
desafio de criar um filho que não nasceu deles e que tem uma história anterior da qual não
participaram. Algumas características inerentes ao processo de adoção exigem um esforço
de adaptação maior do que nas famílias unidas pelo vínculo biológico: a experiência de
separação de criança em relação à mãe com ligação genética, as marcas do abandono e
do cuidado inicial deficiente, a esterilidade dos pais adotivos assim como suas angústias e
expectativas em relação à criança. Esses temas são examinados a partir da análise de um
caso clínico no qual a intrincada dinâmica familiar se entrelaçava com angústias relacionadas
ao panorama de adoção, promovendo sofrimento psíquico em todos os integrantes
da família. Michel, um menino de cinco anos, não podia separar-se da mãe adotiva e ter
vida própria. Uma série de desenhos ilustra seu panorama psíquico e suas fantasias de ser
o responsável pelo desaparecimento da mãe biológica e pelas doenças dos pais adotivos

Asunto(s)

Psicoanálisis

Descriptores locales

Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre; SBPPA; ADOÇÃO; ANGÚSTIA DE SEPARAÇÃO; PSICANÁLISE DE CRIANÇAS; SIMBIOSE; MÃE; SOFRIMENTO; DOR PSÍQUICA.
Biblioteca responsable: BR1712.1