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Repensar o Édipo, entre o familiar e o estranho

Canteros, Jorge.
Revista de Psicanálise, Porto Alegre; 22(3): 573-590, 2015.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-1866
O autor considera necessário repensar o Édipo para incluir em seus modos de resolução não só o familiar, como também o não familiar, o estrangeiro, a alteridade. Acredita que as formas pelas quais seu estudo e sua clínica são encarados atualmente favorecem os mecanismos da exclusão e do desterro, tal como aparece no mito não só do estrangeiro do outro, como também do estrangeiro de si mesmo. Tudo isso se constitui em problemáticas na construção do laço social que considera necessário revisar na sociedade contemporânea. O autor se propõe a revisar as metáforas que parecem guiar as condutas, a ordem da governabilidade, tanto na ordem familiar quanto na social, entre elas a metáfora pastoril, a metáfora têxtil e a metáfora do caminho. Considera que é necessário advertir sobre a presença nos discursos contemporâneos, de acordo com as características performativas da linguagem, de denominações estigmatizantes e culpabilizantes precoces - inclusive antes do nascimento do sujeito, como em Édipo, que requerem práticas de resistência e de cuidado de si para que a psicanálise possa operar na clínica e na sociedade contemporânea alertando para estas denominações e seus efeitos na constituição subjetiva. O estudo de Édipo em Colona significa uma contribuição importante para a consideração das operações de transmissão feitas a partir da experiência, do contato com o real e com o haver podido construir com isso uma versão pessoal
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