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Realidade neurótica, recusa da realidade e realidade da renúncia

Chervert, Bernard.
Revista de Psicanálise, Porto Alegre; 27(1): 53-86, abril 2020.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-2039
Após a segunda tópica, Freud se refere a uma perda da realidade para
diferenciar as neuroses das psicoses. Na realidade neurótica, o papel dos
imperativos ativos antes da instauração do Supereu mostra que se trata
da perda do processo de enlutamento pelos objetos edípicos, responsável
pelo advento da objetalidade madura. Isso explica a regressão a uma
objetalidade infantil. As duas realidades, externa e intrapsíquica, mantêm
relações de transposição e cooptação. A transposição das tendências
pulsionais extintivas ocorre para as ameaças ouvidas e as ausências
vistas. Instala-se o complexo de castração com seus dois tempos ligados
ao conflito entre a recusa e as renúncias a serem feitas. Na recusa, a libido
de renúncia é perdida para o funcionamento psíquico ideal. Ela serve para
a formação de substitutos da realidade. A prova de realidade e o juízo do
Eu são afetados

Asunto(s)

Psicoanálisis

Descriptores locales

Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre; SPPA; NEUROSE; PRINCÍPIO DE REALIDADE; RECUSA; CASTRAÇÃO; SENTIDO.
Biblioteca responsable: UY113.1