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Estados primordiais da mente: destruição<–>construção/aniquilação<–>crescimento

Castelo Filho, Claudio.
Alter: revista de estudos psicanalíticos; 35(1/2): 39-59, 2017/2018.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-4550
O texto aborda a inexorabilidade, em todos nós, de sentimentos,
paixões, impulsos (incluindo os que impõem a necessidade de existir),
violência, amor, ódio (ódio à realidade e à vida), rivalidade, inveja e estados
primordiais da mente, sobre os quais não temos opção e que se nos
impõem, quer aceitemos ou não. Ressalta a necessidade de desenvolvimento
da mente e da capacidade dessa para assimilar, negociar com e
valer-se dessas dimensões de forma criativa, de modo que não sejamos
avassalados ou destruídos por elas. Refere também questões inatas que
podem ser um grave problema para a vida. São utilizadas diversas vinhetas
clínicas em que fica evidente o drama entre a rejeição, o ataque a essas
dimensões e a contrapartida da possibilidade de acolhê-las, assimilá-las, e
mesmo se beneficiar delas quando podem ser pensadas. O autor também
se vale das obras de Eurípedes e de Sófocles para elucidar sua abordagem,
recorrendo aos mitos de Dionísio, em As bacantes, e de Édipo, em
Édipo Rei e Édipo em Colono. O livro A metamorfose, de Kafka, e os filmes
Ludwig, de Visconti, e A guerra dos Roses, de DeVito, são igualmente
mencionados como modelos

Asunto(s)

Psicoanálisis

Descriptores locales

Sociedade de Psicanálise de Brasília; SPBSB; PAIXÃO; VIOLÊNCIA; PENSAMENTO; CRIATIVIDADE.
Biblioteca responsable: UY116.1