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O paciente sem esperança e a recusa da utopia

Goulart, Adalberto A.
Reverie: revista de psicanálise; 8(1): 84-100, 2015.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-5100
O autor inicia o trabalho questionando sobre a possibilidade de haver um paciente
sem esperança e busca as raízes etimológicas das palavras esperança e utopia,
associando ainda ao mito de Pandora. Relata quatro breves vinhetas clínicas
e utiliza como referências teóricas principais Aulagnier, Bion, Freud e Ferrari,
para argumentar que, originalmente, não somos algo que nos é oferecido, mas
algo que pressiona no sentido de emergir do nosso próprio corpo em busca de
representação. O corpo é considerado como um dado-presença, que colocará a
mente em funcionamento, numa relação de interdependência que sempre tenderá
ao conflito, por ser constantemente produzida e pelo fato de que jamais poderemos
alcançar nossa essência física. Conclui que o nosso papel, enquanto analistas, será
o de oferecer a oportunidade, funcionando como um facilitador do encontro do
sujeito consigo mesmo, um catalizador para que suas potencialidades possam ser
ativadas e o seu desenvolvimento retomado em busca de um equilíbrio e de uma
harmonia, no entanto, sempre instáveis (AU)

Descriptores locales

GRUPO DE ESTUDIOS PSICANALITICOS DE FORTALEZA; GEPFOR; OBJETO; CUERPO; CORPO; MENTE; ESPERANZA-DESESPERANZA; ESPERANÇA-DESESPERANÇA.
Biblioteca responsable: UY116.1