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O inconsciente e a linguagem na psicanálise contemporânea

Urribarri, Fernando.
Percurso; 25(49/50): 121-132, 2013. ilus
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-63567
Urribarri percorre neste texto a história das contribuições de André Green à questão da linguagem na psicanálise. Dessa perspectiva, ele destaca três momentos principais na obra do autor. De início, em um período "lacaniano" (anos 1960), Green estuda a linguagem e a simbolização no horizonte intelectual delineado pelas teses de Lacan. Segue-se a fase "pós-lacaniana" (anos 1970-1980), fase crítica, na qual ele examina os impasses reducionistas do lacanismo, contesta a exclusão do afeto e conceitua a especificidade da linguagem na e para a psicanálise. Chega, por fim, à "etapa contemporânea" (anos 1990, até 2010): a linguagem é elucidada "no seio da teoria generalizada da representação" em articulação com as teorias da terceiridade e do trabalho do negativo, e seu papel é redefinido no centro dos processos de criação e de destruição do sentido
Biblioteca responsable: BR641.1
Ubicación: P100