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2.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-38765513

RESUMO

Objective: Fertility preservation is a priority in oncology for female cancer patients. However, there is a lack of communication between infertility specialists and oncologists. This study aimed to evaluate infertility specialists' perceptions and experiences regarding fertility preservation. Methods: Conduct an online survey to profile infertility specialists. Participants were infertility affiliated with the Brazilian Federation of Gynecology and Obstetrics Associations (FEBRASGO). The specialists received an online survey, which response rate were 30.9%, most of whom were in southern and southeastern. The survey consisted on 14 questions about the infertility specialists' location, techniques in clinical practice, treatment successful rate, patients idea, etc. Results: The average experience in human reproduction were 15.5 ± 10.2 years (mean ± standard deviation, range 1-40). Among reproductive-aged female cancer patients recommended for fertility preservation, 60.3 ± 28.8% (range 10-100%) underwent preservation procedures. Main barriers were cost (41%), oncologists' knowledge or acceptance (35%) and accessibility (9%). Most infertility specialists (58%) considered 40 years the limit for fertility preservation. Leukemia, lymphoma, breast and ovarian cancers were prioritized for fertility preservation, while lung, thyroid, gastric, and brain cancers were less relevant. Conclusion: This is the first Brazilian study about infertility specialists' perceptions on oncology patients access to fertility preservation. These patients primarily receive treatment in the public health system, while infertility specialists mainly work in the private healthcare. This healthcare mode is currently fragmented, but integrating these experts is enhancing patient access to fertility preservation. Studies on this topic are still warranted.


Assuntos
Atitude do Pessoal de Saúde , Preservação da Fertilidade , Infertilidade Feminina , Neoplasias , Humanos , Feminino , Brasil , Adulto , Neoplasias/complicações , Infertilidade Feminina/terapia , Infertilidade Feminina/psicologia , Inquéritos e Questionários , Pessoa de Meia-Idade , Masculino , Estudos Transversais
3.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 45(12): 780-789, Dec. 2023. graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1529912

RESUMO

Abstract Objective To compare the patterns of systemic inflammatory response in women with epithelial ovarian cancer (EOC) or no evidence of malignant disease, as well as to evaluate the profile of systemic inflammatory responses in type-1 and type-2 tumors. This is a non-invasive and indirect way to assess both tumor activity and the role of the inflammatory pattern during pro- and antitumor responses. Materials and Methods We performed a prospective evaluation of 56 patients: 30 women without evidence of malignant disease and 26 women with EOC. The plasma quantification of cytokines, chemokines, and microparticles (MPs) was performed using flow cytometry. Results Plasma levels of proinflammatory cytokines interleukin-12 (IL12), interleukin-6 (IL-6), tumor necrosis factor alpha (TNF-α) interleukin-1 beta (IL-1β), and interleukin-10 (IL-10), and C-X-C motif chemokine ligand 9 (CXCL-9) and C-X-C motif chemokine ligand 10 (CXCL-10) were significantly higher in patients with EOC than in those in the control group. Plasma levels of cytokine interleukin-17A (IL-17A) and MPs derived from endothelial cells were lower in patients with EOC than in the control group. The frequency of leukocytes and MPs derived from endothelial cells was higher in type-2 tumors than in those without malignancy. We observed an expressive number of inflammatory/regulatory cytokines and chemokines in the cases of EOC, as well as negative and positive correlations involving them, which leads to a higher complexity of these networks. Conclusion The present study showed that, through the development of networks consisting of cytokines, chemokines, and MPs, there is a greater systemic inflammatory response in patients with EOC and a more complex correlation of these biomarkers in type-2 tumors.


Resumo Objetivo Comparar os padrões de resposta inflamatória sistêmica em mulheres com câncer epitelial de ovário (CEO) ou sem evidência de doença maligna, bem como avaliar o perfil de respostas inflamatórias sistêmicas em tumores dos tipos 1 e 2. Esta é uma forma não invasiva e indireta de avaliar tanto a atividade tumoral quanto o papel do padrão inflamatório durante as respostas pró- e antitumorais. Métodos Ao todo, 56 pacientes foram avaliados prospectivamente: 30 mulheres sem evidência de doença maligna e 26 mulheres com CEO. A quantificação plasmática de citocinas, quimiocinas e micropartículas (MPs) foi realizada por citometria de fluxo. Resultados Os níveis plasmáticos das citocinas pró-inflamatórias interleucina-12 (IL12), interleucina-6 (IL-6), fator de necrose tumoral alfa (tumor necrosis factor alpha, TNF-α, em inglês), interleucina-1 beta (IL-1β), e interleucina-10 (IL-10), e da quimiocina de motivo C-X-C 9 (CXCL-9) e da quimiocina de motivo C-X-C 10 (CXCL-10) foram significativamente maiores em pacientes com EOC do que nos controles. Os níveis plasmáticos da citocina interleucina-17A (IL17A) e MPs derivados de células endoteliais foram menores em pacientes com CEO do que no grupo de controle. A frequência de leucócitos e de MPs derivadas de células endoteliais foi maior nos tumores de tipo 2 do que naqueles sem malignidade. Observou-se um número expressivo de citocinas e quimiocinas inflamatórias/regulatórias nos casos de CEO, além de correlações negativas e positivas entre elas, o que leva a uma maior complexidade dessas redes. Conclusão Este estudo mostrou que, por meio da construção de redes compostas por citocinas, quimiocinas e MPs, há maior resposta inflamatória sistêmica em pacientes com CEO e correlação mais complexa desses biomarcadores em tumores de tipo 2.


Assuntos
Humanos , Feminino , Neoplasias Ovarianas , Citocinas , Quimiocinas , Inflamação
4.
Rev Bras Ginecol Obstet ; 45(12): e780-e789, 2023 Dec.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-38141599

RESUMO

OBJECTIVE: To compare the patterns of systemic inflammatory response in women with epithelial ovarian cancer (EOC) or no evidence of malignant disease, as well as to evaluate the profile of systemic inflammatory responses in type-1 and type-2 tumors. This is a non-invasive and indirect way to assess both tumor activity and the role of the inflammatory pattern during pro- and antitumor responses. MATERIALS AND METHODS: We performed a prospective evaluation of 56 patients: 30 women without evidence of malignant disease and 26 women with EOC. The plasma quantification of cytokines, chemokines, and microparticles (MPs) was performed using flow cytometry. RESULTS: Plasma levels of proinflammatory cytokines interleukin-12 (IL12), interleukin-6 (IL-6), tumor necrosis factor alpha (TNF-α) interleukin-1 beta (IL-1ß), and interleukin-10 (IL-10), and C-X-C motif chemokine ligand 9 (CXCL-9) and C-X-C motif chemokine ligand 10 (CXCL-10) were significantly higher in patients with EOC than in those in the control group. Plasma levels of cytokine interleukin-17A (IL-17A) and MPs derived from endothelial cells were lower in patients with EOC than in the control group. The frequency of leukocytes and MPs derived from endothelial cells was higher in type-2 tumors than in those without malignancy. We observed an expressive number of inflammatory/regulatory cytokines and chemokines in the cases of EOC, as well as negative and positive correlations involving them, which leads to a higher complexity of these networks. CONCLUSION: The present study showed that, through the development of networks consisting of cytokines, chemokines, and MPs, there is a greater systemic inflammatory response in patients with EOC and a more complex correlation of these biomarkers in type-2 tumors.


OBJETIVO: Comparar os padrões de resposta inflamatória sistêmica em mulheres com câncer epitelial de ovário (CEO) ou sem evidência de doença maligna, bem como avaliar o perfil de respostas inflamatórias sistêmicas em tumores dos tipos 1 e 2. Esta é uma forma não invasiva e indireta de avaliar tanto a atividade tumoral quanto o papel do padrão inflamatório durante as respostas pró- e antitumorais. MéTODOS: Ao todo, 56 pacientes foram avaliados prospectivamente: 30 mulheres sem evidência de doença maligna e 26 mulheres com CEO. A quantificação plasmática de citocinas, quimiocinas e micropartículas (MPs) foi realizada por citometria de fluxo. RESULTADOS: Os níveis plasmáticos das citocinas pró-inflamatórias interleucina-12 (IL12), interleucina-6 (IL-6), fator de necrose tumoral alfa (tumor necrosis factor alpha, TNF-α, em inglês), interleucina-1 beta (IL-1ß), e interleucina-10 (IL-10), e da quimiocina de motivo C-X-C 9 (CXCL-9) e da quimiocina de motivo C-X-C 10 (CXCL-10) foram significativamente maiores em pacientes com EOC do que nos controles. Os níveis plasmáticos da citocina interleucina-17A (IL17A) e MPs derivados de células endoteliais foram menores em pacientes com CEO do que no grupo de controle. A frequência de leucócitos e de MPs derivadas de células endoteliais foi maior nos tumores de tipo 2 do que naqueles sem malignidade. Observou-se um número expressivo de citocinas e quimiocinas inflamatórias/regulatórias nos casos de CEO, além de correlações negativas e positivas entre elas, o que leva a uma maior complexidade dessas redes. CONCLUSãO: Este estudo mostrou que, por meio da construção de redes compostas por citocinas, quimiocinas e MPs, há maior resposta inflamatória sistêmica em pacientes com CEO e correlação mais complexa desses biomarcadores em tumores de tipo 2.


Assuntos
Citocinas , Neoplasias Ovarianas , Humanos , Feminino , Células Endoteliais , Ligantes , Carcinoma Epitelial do Ovário , Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica , Fator de Necrose Tumoral alfa
5.
Femina ; 51(10): 574-584, 20231030. ilus, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1532462

RESUMO

A Organização Mundial de Saúde estima que aproximadamente 30% das mulheres na menacme apresentam anemia ferropriva, com implicações significativas para a saúde e a qualidade de vida delas. A anemia é definida com base nos níveis de hemoglobina e pode variar em gravidade. Essa condição resulta em comprometimento da capacidade de transporte de oxigênio, exigindo mecanismos compensatórios do organismo. Além disso, pacientes que enfrentam perda sanguínea aguda e crônica e distúrbios hemorrágicos estão em risco elevado de desenvolver anemia. O Programa Patient Blood Management (PBM) surge como uma abordagem centrada no paciente, enfocando deficiência de ferro, anemia, coagulopatia e perda de sangue. O Patient Blood Management propõe a otimização da gestão do sangue do paciente, evitando transfusões desnecessárias e promovendo uma abordagem mais conservadora. Este artigo aborda a relevância da deficiência de ferro durante a gestação e a menacme, bem como as estratégias de tratamento no período pré-operatório. A suplementação de ferro, seja por via oral ou endovenosa, é fundamental para tratar a anemia ferropriva, enquanto as hemotransfusões são reservadas para casos mais graves. A abordagem sistemática da anemia é crucial para garantir melhores desfechos em cirurgias ginecológicas e no período gestacional. A suplementação de ferro, principalmente via intravenosa, surge como uma opção terapêutica eficaz e rápida, enquanto a hemotransfusão, apesar de útil em situações específicas, apresenta riscos associados que devem ser cautelosamente avaliados.


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Complicações na Gravidez/sangue , Compostos de Ferro/uso terapêutico , Transtornos da Coagulação Sanguínea , Transfusão de Sangue , Cuidados Pré-Operatórios/métodos , Saúde da Mulher , Tomada de Decisão Clínica
7.
Femina ; 51(3): 182-189, 20230331. Ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1428734

RESUMO

Objetivo: Identificar o impacto da histerectomia para patologias benignas sobre a sexualidade feminina. Métodos: Revisão de literatura com busca na plataforma PubMed, sendo selecionados 23 artigos em português e inglês publicados entre 2016 e 2021. Resultados: Foi descrita, majoritariamente, melhora na função sexual após histerectomia, semelhante às abordagens totais ou supracervicais e independentemente da via de acesso cirúrgico, apesar de impacto ligeiramente menor com a via laparoscópica. Na laparoscopia, houve melhor desfecho sexual no fechamento da cúpula vaginal, quando comparado ao fechamento via vaginal. Ademais, a ooforectomia concomitante apresentou resultados conflitantes e inconclusivos. Conclusão: A histerectomia afeta positivamente a saúde sexual feminina e aspectos técnicos podem interferir na função sexual, porém os dados são limitados. Devido à importância do tema, necessitam-se de mais estudos com metodologias padronizadas para possibilitar análises mais detalhadas.


Objective: To identify the impact of hysterectomy for benign pathologies on female sexuality. Methods: Literature review with search on PubMed platform, being selected 23 articles in Portuguese and English published between 2016 and 2021. Results: Improvement in sexual function after hysterectomy was mostly described, being similar in total or supracervical approaches and independent of the surgical access route, although it had slightly lower impact when laparoscopic. In the laparoscopic approach, there was better sexual outcome in the vaginal dome closure when compared to vaginal closure. In addition, concomitant oophorectomy showed conflicting and inconclusive results. Conclusion: Hysterectomy positively affects female sexual health and technical aspects may interfere with sexual function, but data are limited. Due to the importance of the theme, more studies with standardized methodologies are needed to enable more detailed analyses.


Assuntos
Humanos , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Pelve/inervação , Histerectomia/efeitos adversos , Útero/fisiopatologia , Serviços de Saúde da Mulher/estatística & dados numéricos , Laparoscopia/métodos , Sexualidade , Histerectomia Vaginal/métodos
9.
Femina ; 50(10): 582-588, out. 30, 2022. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1414413

RESUMO

O câncer é uma das maiores causas de morte em mulheres na idade reprodutiva e ocorre em aproximadamente 0,05% a 0,1% das gestações. Os cânceres ginecológicos, de mama, tireoide e hematológicos são os mais comuns na gravidez. O obstetra é o principal médico para investigar sintomas que podem estar relacionados à malignidade. O diagnóstico pode ser dificultado devido à sobreposição de sintomas da gravidez, como náusea, vômitos, aumento do útero e das mamas, dor abdominal, além da limitação para uso de exames de imagem e alterações comuns em exames laboratoriais. O risco e o benefício do diagnóstico e o tratamento para o bem-estar materno e fetal devem ser avaliados com cuidado pelos profissionais envolvidos. Este artigo tem como objetivo realizar uma revisão sobre quando suspeitar e como investigar os principais cânceres na gestação.(AU)


Cancer is the major cause of death in women on reproductive age and occurs in approximately 0.05% to 0.1% of pregnancies. Gynecological, breast, thyroid and hema- tological cancers are the most common in pregnancy. The obstetrician is the primary physician to investigate symptoms that may be related to malignancy. The diagnosis can be difficult due to the overlap of pregnancy symptoms, such as nausea, vomiting, enlargement of the uterus and breasts, abdominal pain, in addition to the limitation for the use of imaging tests and common changes in laboratory tests. The risk and be- nefit of diagnosis and treatment for maternal and fetal well-being should be carefully assessed by the professionals involved. This article aims to conduct a review on when to suspect and how to investigate the main cancers in pregnancy.(AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Complicações Neoplásicas na Gravidez , Condutas Terapêuticas Homeopáticas , Gravidez de Alto Risco , Neoplasias , Neoplasias Ovarianas , Linfoma não Hodgkin , Neoplasias da Mama , Doença de Hodgkin , Neoplasias da Glândula Tireoide , Neoplasias Colorretais , Leucemia , Neoplasias do Colo do Útero , Bases de Dados Bibliográficas , Neoplasias Hematológicas , Neoplasias dos Genitais Femininos , Melanoma
10.
Rev Bras Ginecol Obstet ; 44(6): 621-628, 2022 Jun.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35820425

RESUMO

Breaking bad news is common in obstetrics and gynecology (ob-gyn). However, it is difficult, and few doctors receive training on how to deal with this situation. This narrative review aims to gather, analyze, and synthesize part of the knowledge on the area, focused on Ob-Gyn. Among the 16 selected articles, two are randomized controlled intervention studies, and most studies refer to obstetrics. The results found by us pointed out that simulation, feedback/debriefing, lectures, and protocols could improve doctors' performance in communicating bad news. For patients, the context and how the information is transmitted seem to impact more than the content of the news. Ob-Gyn doctors could benefit from specific protocols and education, given the specialty's particularities. There is a lack of evidence about the most effective way to conduct such training. Finding validated ways to quantify and classify studies' results in the area, which would allow for the objective analysis of outcomes, is one of the biggest challenges concerning this topic.


Dar más notícias é comum em obstetrícia e ginecologia. Porém, é difícil e poucos médicos recebem treinamento sobre como lidar com essa situação. Esta revisão narrativa tem como objetivo reunir, analisar e sintetizar parte do conhecimento sobre a área, com foco na obstetrícia. Dentre os 16 artigos selecionados, dois são estudos de intervenção randomizados e controlados, e a maioria dos estudos refere-se à obstetrícia. Os resultados encontrados ressaltaram que simulação, feedback/entrevistas, palestras e protocolos podem melhorar o desempenho dos médicos na comunicação de más notícias. Para os pacientes, o contexto e como as informações são transmitidas parecem ter maior impacto do que o conteúdo das notícias. Os obstetras e ginecologistas poderiam se beneficiar de cursos e protocolos específicos, dadas as particularidades da especialidade. Faltam evidências sobre a forma mais eficaz de realizar esse treinamento. Encontrar formas validadas de quantificar e classificar os resultados dos estudos na área, permitindo uma análise objetiva dos resultados, é um dos maiores desafios neste tema.


Assuntos
Ginecologia , Obstetrícia , Médicos , Feminino , Humanos , Gravidez , Revelação da Verdade
11.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(6): 573-577, June 2022. graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1394799

RESUMO

Abstract Objective The present study aimed to develop a useful mathematical model that predicts the age at which premature ovarian insufficiency might occur after teletherapy radiation. A diagnosis of premature or early menopause has physical and psychological consequences, so women may need support and long-term medical follow-up. Methods To correlate ovarian radiation dose with ovarian function, we used the formula described by Wallace et al.: √g(z) = 10(2-0,15z), where "g(z)" and "z" represent oocyte survival rate and the radiation dose (in Gray), respectively. By simulating different ages and doses, we observed a pattern that could be used to simplify the relationship between radiation dose and remaining time of ovarian function. Results We obtained a linear function between ovarian radiation dose and loss of ovarian function (LOF) that is the percentage of decrease in the time to the ovarian failure compared with the time expected for a woman at the same age without irradiation exposition. For patients <40 years old and with ovarian radiation doses < 5 Gy, the equation LOF = 2.70 + (11.08 × Dose) can be applied to estimate the decrease in time to premature ovarian insufficiency. Conclusion The present study reports a practicable theoretical method to estimate the loss of ovarian function. These findings can potentially improve the management and counseling of young women patients submitted to radiotherapy during their reproductive years.


Resumo Objetivo O presente estudo teve como objetivo desenvolver um modelo matemático útil que prediz a idade na qual a insuficiência ovariana prematura pode ocorrer após a radioterapia externa (teleterapia). O diagnóstico de menopausa prematura ou precoce tem consequências físicas e psicológicas; portanto, as mulheres podem precisar de apoio e acompanhamento médico de longo prazo. Métodos Para correlacionar a dose de radiação ovariana com a função ovariana, foi usada a fórmula descrita por Wallace et al.: √g(z) = 10(2-0,15z), na qual "g(z)" e "z" representam a taxa de sobrevivência do oócito e a dose de radiação (em Gray), respectivamente. Ao simular diferentes idades e doses, observamos um padrão que poderia ser usado para simplificar a relação entre a dose de radiação e o tempo restante da função ovariana. Resultados Obtivemos uma função linear entre a dose de radiação ovariana e a perda da função ovariana (LOF, na sigla em inglês) que é a porcentagem de diminuição no tempo até a falência ovariana em relação ao tempo esperado para uma mulher da mesma idade sem exposição à radiação. Para pacientes<40 anos de idade e com doses de radiação ovariana < 5 Gy, a equação LOF = 2,70 + (11,08 × Dose) pode ser aplicada para estimar a redução no tempo até a insuficiência ovariana. Conclusão O presente estudo relata um método teórico viável para estimar a perda da função ovariana. Estes achados podem melhorar potencialmente o manejo e o aconselhamento de pacientes jovens submetidas à radioterapia durante seus anos reprodutivos.


Assuntos
Humanos , Feminino , Testes de Função Ovariana , Ovário/efeitos da radiação , Insuficiência Ovariana Primária
12.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(6): 621-628, June 2022. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1394792

RESUMO

Abstract Breaking bad news is common in obstetrics and gynecology (ob-gyn). However, it is difficult, and few doctors receive training on how to deal with this situation. This narrative review aims to gather, analyze, and synthesize part of the knowledge on the area, focused on Ob-Gyn. Among the 16 selected articles, two are randomized controlled intervention studies, and most studies refer to obstetrics. The results found by us pointed out that simulation, feedback/debriefing, lectures, and protocols could improve doctors' performance in communicating bad news. For patients, the context and how the information is transmitted seem to impact more than the content of the news. Ob-Gyn doctors could benefit from specific protocols and education, given the specialty's particularities. There is a lack of evidence about the most effective way to conduct such training. Finding validated ways to quantify and classify studies' results in the area, which would allow for the objective analysis of outcomes, is one of the biggest challenges concerning this topic.


Resumo Dar más notícias é comum em obstetrícia e ginecologia. Porém, é difícil e poucos médicos recebem treinamento sobre como lidar com essa situação. Esta revisão narrativa tem como objetivo reunir, analisar e sintetizar parte do conhecimento sobre a área, com foco na obstetrícia. Dentre os 16 artigos selecionados, dois são estudos de intervenção randomizados e controlados, e a maioria dos estudos refere-se à obstetrícia. Os resultados encontrados ressaltaram que simulação, feedback/entrevistas, palestras e protocolos podem melhorar o desempenho dos médicos na comunicação de más notícias. Para os pacientes, o contexto e como as informações são transmitidas parecem ter maior impacto do que o conteúdo das notícias. Os obstetras e ginecologistas poderiam se beneficiar de cursos e protocolos específicos, dadas as particularidades da especialidade. Faltam evidências sobre a forma mais eficaz de realizar esse treinamento. Encontrar formas validadas de quantificar e classificar os resultados dos estudos na área, permitindo uma análise objetiva dos resultados, é um dos maiores desafios neste tema.


Assuntos
Humanos , Relações Médico-Paciente , Educação Médica , Comunicação em Saúde , Treinamento por Simulação
13.
Rev Bras Ginecol Obstet ; 44(6): 573-577, 2022 Jun.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35617949

RESUMO

OBJECTIVE: The present study aimed to develop a useful mathematical model that predicts the age at which premature ovarian insufficiency might occur after teletherapy radiation. A diagnosis of premature or early menopause has physical and psychological consequences, so women may need support and long-term medical follow-up. METHODS: To correlate ovarian radiation dose with ovarian function, we used the formula described by Wallace et al.: √g(z) = 10(2-0,15z), where "g(z)" and "z" represent oocyte survival rate and the radiation dose (in Gray), respectively. By simulating different ages and doses, we observed a pattern that could be used to simplify the relationship between radiation dose and remaining time of ovarian function. RESULTS: We obtained a linear function between ovarian radiation dose and loss of ovarian function (LOF) that is the percentage of decrease in the time to the ovarian failure compared with the time expected for a woman at the same age without irradiation exposition. For patients < 40 years old and with ovarian radiation doses < 5 Gy, the equation LOF = 2.70 + (11.08 x Dose) can be applied to estimate the decrease in time to premature ovarian insufficiency. CONCLUSION: The present study reports a practicable theoretical method to estimate the loss of ovarian function. These findings can potentially improve the management and counseling of young women patients submitted to radiotherapy during their reproductive years.


OBJETIVO: O presente estudo teve como objetivo desenvolver um modelo matemático útil que prediz a idade na qual a insuficiência ovariana prematura pode ocorrer após a radioterapia externa (teleterapia). O diagnóstico de menopausa prematura ou precoce tem consequências físicas e psicológicas; portanto, as mulheres podem precisar de apoio e acompanhamento médico de longo prazo. MéTODOS: Para correlacionar a dose de radiação ovariana com a função ovariana, foi usada a fórmula descrita por Wallace et al.: √g(z) = 10(2-0,15z), na qual "g(z)" e "z" representam a taxa de sobrevivência do oócito e a dose de radiação (em Gray), respectivamente. Ao simular diferentes idades e doses, observamos um padrão que poderia ser usado para simplificar a relação entre a dose de radiação e o tempo restante da função ovariana. RESULTADOS: Obtivemos uma função linear entre a dose de radiação ovariana e a perda da função ovariana (LOF, na sigla em inglês) que é a porcentagem de diminuição no tempo até a falência ovariana em relação ao tempo esperado para uma mulher da mesma idade sem exposição à radiação. Para pacientes < 40 anos de idade e com doses de radiação ovariana < 5 Gy, a equação LOF = 2,70 + (11,08 x Dose) pode ser aplicada para estimar a redução no tempo até a insuficiência ovariana. CONCLUSãO: O presente estudo relata um método teórico viável para estimar a perda da função ovariana. Estes achados podem melhorar potencialmente o manejo e o aconselhamento de pacientes jovens submetidas à radioterapia durante seus anos reprodutivos.


Assuntos
Insuficiência Ovariana Primária , Feminino , Humanos , Oócitos , Insuficiência Ovariana Primária/etiologia
16.
Rev Bras Ginecol Obstet ; 43(12): 980-984, 2021 Dec.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34933392

RESUMO

INTRODUCTION: In the present study, we report a case of primary adenoid cystic carcinoma (ACC) of the Bartholin gland with high-grade transformation (HGT). Adenoid cystic carcinoma of the Bartholin gland is a rare tumor and HGT has only been reported in head and neck tumors. CASE REPORT: A 77-year-old woman with a non-ulcerated vulvar lesion on the topography of the right Bartholin gland. The patient was submitted to tumor resection followed by V-Y island flap and adjuvant radiotherapy. The histopathological examination revealed primary ACC of the Bartholin gland, with areas of HGT and extensive perineural invasion. The immunohistochemical study with p53 showed a diffuse and strong positive reaction in areas with HGT. After 24 months of follow-up, the patient presented distant metastases and died, despite having undergone to chemotherapy. CONCLUSION: As far as we know, this case is the first description in the literature of HGT in ACC of the Bartholin gland, and HGT appears to be associated with tumor aggressiveness.


INTRODUçãO: Este estudo relata o caso de um carcinoma adenoide cístico (CAC) de glândula de Bartholin com transformação de alto grau. O CAC de glândula de Bartholin é um tumor raro, e sua transformação de alto grau é relatada somente em tumores de cabeça e pescoço. RELATO DE CASO: Paciente de 77 anos de idade, do sexo feminino, com lesão vulvar não ulcerada na topografia da glândula de Bartholin direita. A paciente foi submetida a ressecção do tumor e realização de retalho em V-Y, seguidas de radioterapia adjuvante. O exame histopatológico revelou CAC primário de glândula de Bartholin, com áreas de transformação de alto grau e invasão perineural. O estudo imunohistoquímico com p53 mostrou reação positiva difusa e intensa em áreas com transformação de alto grau. Após 24 meses de seguimento, a paciente apresentou metástases à distância e faleceu, apesar de ter sido submetida a quimioterapia. CONCLUSãO: Pelo que sabemos, este caso é a primeira descrição na literatura de transformação de alto grau em CAC de glândula de Bartholin, e a transformação de alto grau parece estar associada à agressividade do tumor.


Assuntos
Glândulas Vestibulares Maiores , Carcinoma Adenoide Cístico , Neoplasias Vulvares , Idoso , Carcinoma Adenoide Cístico/terapia , Feminino , Humanos , Radioterapia Adjuvante
17.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(12): 980-984, Dec. 2021. graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1357092

RESUMO

Abstract Introduction In the present study, we report a case of primary adenoid cystic carcinoma (ACC) of the Bartholin gland with high-grade transformation (HGT). Adenoid cystic carcinoma of the Bartholin gland is a rare tumor and HGT has only been reported in head and neck tumors. Case Report A 77-year-old woman with a non-ulcerated vulvar lesion on the topography of the right Bartholin gland. The patient was submitted to tumor resection followed by V-Y island flap and adjuvant radiotherapy. The histopathological examination revealed primary ACC of the Bartholin gland, with areas of HGT and extensive perineural invasion. The immunohistochemical study with p53 showed a diffuse and strong positive reaction in areas with HGT. After 24 months of follow-up, the patient presented distant metastases and died, despite having undergone to chemotherapy. Conclusion As far as we know, this case is the first description in the literature of HGT in ACC of the Bartholin gland, and HGT appears to be associated with tumor aggressiveness.


Resumo Introdução Este estudo relata o caso de um carcinoma adenoide cístico (CAC) de glândula de Bartholin com transformação de alto grau. O CAC de glândula de Bartholin é um tumor raro, e sua transformação de alto grau é relatada somente em tumores de cabeça e pescoço. Relato de caso Paciente de 77 anos de idade, do sexo feminino, com lesão vulvar não ulcerada na topografia da glândula de Bartholin direita. A paciente foi submetida a ressecção do tumor e realização de retalho em V-Y, seguidas de radioterapia adjuvante. O exame histopatológico revelou CAC primário de glândula de Bartholin, com áreas de transformação de alto grau e invasão perineural. O estudo imunohistoquímico com p53 mostrou reação positiva difusa e intensa em áreas com transformação de alto grau. Após 24 meses de seguimento, a paciente apresentou metástases à distância e faleceu, apesar de ter sido submetida a quimioterapia. Conclusão Pelo que sabemos, este caso é a primeira descrição na literatura de transformação de alto grau em CAC de glândula de Bartholin, e a transformação de alto grau parece estar associada à agressividade do tumor.


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Glândulas Vestibulares Maiores , Neoplasias Vulvares , Carcinoma Adenoide Cístico/terapia , Radioterapia Adjuvante
18.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 66(8): 1134-1138, 2020 Aug.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32935810

RESUMO

Women with mutations in the BRCA 1 and 2 genes are at increased risk for ovarian and breast cancer and therefore candidates for risk-reducing surgery, including salpingo-oophorectomy and mastectomy. Risk-reducing salpingo-oophorectomy (RRSO) is considered the most effective prophylactic measure for ovarian cancer prevention in this group of patients. This procedure involves loss of ovarian function and induced menopause. Estrogen therapy is the most effective treatment for controlling vasomotor symptoms and improving the quality of life of climacteric women. However, the potential hormonal stimulation of these tumors and the risk of breast cancer are a concern regarding the safety of hormone replacement therapy (HRT) in this population. This article aims to review the current evidence regarding the potential benefits and safety of HRT after RRSO.


Assuntos
Neoplasias da Mama , Proteína BRCA1 , Proteína BRCA2 , Neoplasias da Mama/terapia , Feminino , Humanos , Mastectomia , Mutação , Neoplasias Ovarianas , Ovariectomia , Qualidade de Vida , Fatores de Risco , Salpingo-Ooforectomia
19.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 66(8): 1134-1138, Aug. 2020. tab, graf
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, LILACS | ID: biblio-1136337

RESUMO

SUMMARY Women with mutations in the BRCA 1 and 2 genes are at increased risk for ovarian and breast cancer and therefore candidates for risk-reducing surgery, including salpingo-oophorectomy and mastectomy. Risk-reducing salpingo-oophorectomy (RRSO) is considered the most effective prophylactic measure for ovarian cancer prevention in this group of patients. This procedure involves loss of ovarian function and induced menopause. Estrogen therapy is the most effective treatment for controlling vasomotor symptoms and improving the quality of life of climacteric women. However, the potential hormonal stimulation of these tumors and the risk of breast cancer are a concern regarding the safety of hormone replacement therapy (HRT) in this population. This article aims to review the current evidence regarding the potential benefits and safety of HRT after RRSO.


RESUMO Mulheres portadoras de mutações nos genes BRCA 1 e 2 possuem risco aumentado para cânceres de ovário e mama e, portanto, são candidatas às cirurgias redutoras de risco, incluindo a salpingo-ooforectomia e a mastectomia. A salpingo-ooforectomia redutora de risco (SORR) é considerada a medida profilática mais efetiva para prevenção do câncer de ovário nesse grupo de pacientes. Esse procedimento implica a perda da função ovariana e menopausa induzida. A estrogenioterapia é o tratamento mais efetivo para o controle de sintomas vasomotores e melhora da qualidade de vida de mulheres no climatério. No entanto, a potencial estimulação hormonal desses tumores e o risco de câncer de mama constituem uma preocupação com a segurança da terapia hormonal (TH) nesta população. Este artigo tem como objetivo uma revisão das evidências atuais quanto aos benefícios potenciais e segurança da TH após SORR.


Assuntos
Humanos , Feminino , Neoplasias da Mama/terapia , Neoplasias Ovarianas , Qualidade de Vida , Ovariectomia , Fatores de Risco , Proteína BRCA1 , Proteína BRCA2 , Salpingo-Ooforectomia , Mastectomia , Mutação
20.
Eng. sanit. ambient ; 25(3): 509-519, maio-jun. 2020. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1133795

RESUMO

RESUMO A contaminação do meio ambiente tem origem principalmente na exploração de recursos naturais e na produção industrial, que geram resíduos que normalmente acabam dispostos nos solos ou nas águas. Uma das soluções encontradas para a remediação de águas subterrâneas contaminadas é o isolamento da região (pluma) com barreiras reativas permeáveis. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a sorção de chumbo (Pb2+), cádmio (Cd2+), cromo (Cr3+) e arsênio (As5+) por dois solos, com doses de 1, 2 e 4% de cimento Portland. Ensaios de equilíbrio em lote foram realizados com soluções monoespécie de Pb2+, Cd2+, Cr3+ e As5+. Com os valores de concentração de equilíbrio do soluto na solução (Ce) e da massa de soluto sorvida por massa de solo (S), obtiveram-se isotermas de sorção, segundo os modelos de Langmuir e Freundlich. Os dados obtidos após ajuste dos modelos foram submetidos a análise de regressão para avaliar o efeito das doses de cimento. A elevação do pH provocada pela adição de cimento impossibilitou, para a maioria dos elementos em ambos os solos, ajustar os modelos teóricos de Freundlich ou Langmuir por conta da precipitação preponderante dos metais. O sorvente analisado que melhor satisfez às condições de sorção, tanto para o arsênio quanto para o chumbo, foi o solo arenoso com adição de 2% de cimento. Já para o cádmio, foi o solo argiloso com 1% de cimento. Para o cromo não foi possível estabelecer a melhor dose de cimento em razão da completa precipitação do metal em todas as doses avaliadas.


ABSTRACT Environment contamination originates mainly from the exploitation of natural resources and industrial production, with the generation of waste generally disposed on the soil or in the water. One of the solutions for the contaminated groundwater remediation is the isolation of the region (plume) with reactive permeable barriers. In this context, this work aimed to evaluate the sorption of lead (Pb2+), cadmium (Cd2+), chromium (Cr3+), and arsenic (As5+) by two soils with doses of 1, 2 and 4% of Portland cement. Batch equilibrium assays were performed with monospecific solutions of Pb2+, Cd2+, Cr3+, and As5+. Sorption isotherms were obtained from equilibrium concentration values of solute in solution (Ce) and mass of solute sorbed by soil mass (S), according to the Langmuir and Freundlich models. The data collected after models adjustment were submitted to regression analysis to evaluate the effect of the cement doses. The pH increase caused by the cement addition made it impossible for most elements in both soils to adjust the theoretical models of Freundlich or Langmuir due to the predominant precipitation of metals. The analyzed sorghum that best satisfied the sorption conditions, for both arsenic and lead, was sandy soil with 2% cement addition. As for cadmium, it was the clay soil with 1% cement. For chromium, it was not possible to establish the best cement dose due to the total metal precipitation at all doses evaluated.

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