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Tese em Português | VETTESES | ID: vtt-219324

Resumo

Em programas de controle das Lentiviroses de Pequenos Ruminantes (LVPRs)o aleitamento artificial e a desmama precoce têm foco no controle da transmissão do vírus, a qual pode ocorrer pela ingestão do colostro e/ou leite de cabras infectadas, em contrapartida, tais práticas ocasionam consequências produtivas e impacto no bem-estar animal. Portanto, objetivou-se avaliar o estresse materno-filial em rebanho positivo para LVPRs no semiárido nordestino, por análise etológica e quantificação de cortisol no plasma sanguíneo e no pelame. Utilizaram-se quatro subgrupos conforme a ordem de parto (primíparas e pluríparas) e aleitamento (natural ou artificial): cabras primíparas com amamentação natural as crias (PriN), cabras primíparas com aleitamento artificial as crias (PriA), cabras pluríparas com amamentação natural as crias (PluN) e cabras pluríparas com aleitamento artificial as crias (PluA). A postura vigilante foi maior em cabras do grupo PriA (30,6%) em relação as PriN (15,9%) e as PluA (13,7%). As matrizes do grupo PriN manifestaram menor comportamento de posição para mamada em relação as PluN, (17,8%, 31,6%, respectivamente) (p 0,05). Quanto ao comportamento das crias, houve diferença (p 0,01) para o parâmetro vocalização entre as separadas das mães pluríparas (60,48%) e às mantidas com a mãe (8,54%). O mesmo ocorreu com as crias das primíparas (43,20%; 6,99%) separadas e as mantidas com as progenitoras, respectivamente. As crias separadas de mães pluríparas apresentaram maior registro para tentativa de fuga (p 0,05), postura vigilante (p 0,01) e inquietação (p 0,01), em relação às mantidas com suas progenitoras. As crias de primíparas se mostraram mais inquietas (p 0,01) e vigilantes (p 0,01). Os valores do cortisol plasmático e do pelo não diferiram (p > 0,05), exceto ao parto. Conclui-se que a separação pós-parto exerce maiores níveis de estresse nas crias, já matrizes apresentam nível de estresse relacionado a fatores externos, e a separação pós-parto não interfere na habilidade materna das matrizes nos partos subsequentes.


In programs for the control of small ruminant lentiviruses (SRLVs), artificial breastfeeding and early weaning focus on controlling the transmission of the virus, which can occur through ingestion of colostrum and / or milk from infected goats, in contrast, such practices cause consequences productive and impact on animal welfare.Therefore, the objective of this study was to evaluate maternal-filial stress in a positive herd for SRLVs in the Northeastern semi-arid region, through ethological analysis and quantification of cortisol in the blood plasma and the hair coat. Four subgroups were used according to the order of birth (primiparous or pluriparous) and to natural or artificial suckling: primiparous goats with natural suckling (PriN), primiparous goats with artificial suckling (PriA), pluriparous goats with natural suckling (PluN) and pluriparous goats with artificial suckling (PluA). The attentive posture was higher in goats from the PriA group (30.6%) compared to PriN (15.9%) and PluA (13.7%). The matrices of the PriN group showed lesser positioning behavior when compared to the PluN, (17.8%, 31.6%, respectively) (p 0.05). As for the behavior of the kids, there was a difference (p 0.01) for the vocalization parameter between those separated from pluriparous mothers (60.48%) and those kept with the mother (8.54%). The same occurred with the kids of the primiparous (43.20%; 6.99%) separated and those kept with their mothers, respectively. The separated kids of pluriparous mothers had a higher record for attempted escape (p 0.05), attentive posture (p 0.01), and restlessness (p 0.01), concerning those kept with their mothers. Primiparous kids were more restless (p 0.01) and attentive (p 0.01). The plasma cortisol and hair values did not differ (p> 0.05), except at parturition. It is concluded that the postpartum separation exerts higher levels of stress in the kids, mothers already have a level of stress related to external factors, and the postpartum separation does not interfere in the maternal ability of the mothers in subsequent births.

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