Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 4 de 4
Filtrar
Mais filtros

Base de dados
Tipo de documento
Intervalo de ano de publicação
1.
R. bras. Parasitol. Vet. ; 29(4): e006120, out. 2020. tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-29841

Resumo

The study evaluated the ovicidal activity of enzymatic extracts of Purpureocillium lilacinum and Trichoderma virens against trichostrongylid eggs from sheep. Filtered extract (FE) and macerated crude extract (MCE) were prepared from fungal cultures in minimal broth. In the experiment, 100 trichostrongylid eggs, obtained from the feces of naturally infected sheep, were exposed to fungal extracts for 24 and 48 hours/25°C. In the control group, eggs were incubated in minimal broth. The number of L1 larvae was ascertained. Each treatment consisted of four repetitions and the experiment was repeated five times. It was observed that the effect of FE and MCE of P. lilacinum and T. virens on egg hatchability differed from that of the control group. MCE of T. virens and P. lilacinum showed higher ovicidal activity than FE over both periods and at 48 hours of exposure, respectively. From the percentage reductions in hatchability of the eggs, MCE was shown to be superior to FE for both fungi. This study demonstrated the ovicidal potential of these fungi against trichostrongylid eggs. However, further studies are needed in order to identify the molecules responsible for the ovicidal effects, and to evaluate the behavior of fungal extracts in biotic and abiotic interactions.(AU)


O estudo avaliou a atividade ovicida de extratos enzimáticos de Purpureocillium lilacinum e Trichoderma virens sobre ovos de tricostrongilídeos de ovinos. Extrato filtrado (EF) e extrato macerado bruto (EMB) foram preparados a partir de culturas fúngicas em caldo mínimo. No ensaio experimental, 100 ovos de tricostrongilídeos, obtidos de fezes de ovinos naturalmente infectados, foram expostos durante 24 e 48 horas/25ºC aos extratos dos fungos. No grupo controle, os ovos foram incubados em caldo mínimo. O número de larvas L1 foi determinado. Cada tratamento consistiu em quatro repetições e o experimento foi repetido cinco vezes. Observou-se que o efeito ovicida do EF e EMB de P. lilacinum e T. virens diferiu do grupo controle. O EMB de T. virens e P. lilacinum evidenciou atividade ovicida superior ao EF em ambos os períodos avaliados e em 48 horas de exposição, respectivamente. O percentual de redução de eclodibilidade evidenciou que o EMB foi superior ao EF em ambos os fungos. Este estudo demonstra o potencial ovicida desses fungos sobre ovos de tricostrongilídeos. No entanto, estudos adicionais são necessários para identificar as moléculas responsáveis pelo efeito ovicida, bem como avaliar o comportamento dos extratos fúngicos em interações bióticas e abióticas.(AU)


Assuntos
Animais , Ovinos/parasitologia , Controle Biológico de Vetores , Trichoderma/patogenicidade , Técnicas In Vitro
2.
R. bras. Parasitol. Vet. ; 28(1): 91-96, jan.-mar. 2019. ilus, tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-26148

Resumo

Purpureocillium lilacinum is a nematophagous fungus used in biological control against some parasites, including Toxocara canis. This study researched the infectivity of embryonated T. canis eggs after exposure to the fungus P. lilacinum. T. canis eggs were exposed to P. lilacinum for 15 or 30 days and subsequently administered to Swiss mice (n=20). Control group consisted of mice who received T. canis embryonated eggs without fungal exposure. Forty-eight hours after infection, heart, lung, and liver from animals of each group were collected to assess larval recovery. The organs of mice that received embryonated eggs exposed to the fungus showed a lower average larval recovery (P 0.05) suggesting that exposure of T. canis eggs to P. lilacinum was able to reduce experimental infection. Under the evaluated conditions, the interaction time between the fungus and the parasite eggs was not a significant factor in larvae recovery. P. lilacinum may be considered a promising T. canis biological control agent. However, further studies are needed to determine a protocol for the use of this fungus as a biological control agent.(AU)


Purpureocillium lilacinum é um fungo nematófago com potencial para uso no controle biológico de parasitos, incluindo Toxocara canis. Este estudo pesquisou a infectividade de ovos de T. canis embrionados após exposição ao fungo P. lilacinum . Ovos de T. canis foram expostos ao fungo por 15 ou 30 dias e subsequentemente administrados a camundongos Swiss (n=20). O grupo controle consistiu de camundongos que receberam ovos embrionados do parasita sem exposição ao fungo. Quarenta e oito horas após a infecção, coração, pulmão e fígado dos camundongos foram coletados para avaliar a recuperação larval. Os órgãos dos animais que receberam ovos embrionados expostos ao fungo apresentaram menor média de recuperação larval (P 0,05) do que os infectados com ovos sem exposição ao fungo, sugerindo que a exposição dos ovos de T. canis a P. lilacinum foi capaz de reduzir a infecção experimental. Nas condições avaliadas, o tempo de interação entre o fungo e os ovos do parasito não foi um fator significativo na recuperação das larvas. P. lilacinum pode ser considerado um promissor agente de controle biológico de T. canis, no entanto, mais estudos são necessários para avaliar o emprego deste fungo como um agente de controle biológico.(AU)


Assuntos
Animais , Fungos/crescimento & desenvolvimento , Controle Biológico de Vetores , Toxocara canis/crescimento & desenvolvimento
3.
R. bras. Parasitol. Vet. ; 27(1): 112-117, jan.-mar.2018. tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-20279

Resumo

This study investigated the frequency of oocysts of Cryptosporidium spp. in feces from dogs and cats in five municipalities in the southern region of the state of Rio Grande do Sul. The risk factors associated with infection were also investigated. Feces samples from 110 dogs and 18 cats were stained using the auramine method. At the time of feces sampling, a questionnaire with semi-open-ended questions was applied to the animal guardians and all data obtained underwent statistical analysis. The real frequency of oocysts of Cryptosporidium spp. was 24.63% (27 dogs and two cats). Only four samples of dog feces were diarrheic and no presence of oocysts was observed in any of them. Variables that represented risk factors for infection were: homemade food, untreated water, circulation of animals on grassy terrain and living in the same environment as other animals (cattle). The results made it possible to inferring that within the population studied, the frequency of parasitism due to Cryptosporidium spp. in dogs was relevant and emphasize the asymptomatic nature of this infection. The adopting control measures are highlighted, particularly in relation to variables that represent risk factors for this infection.(AU)


Este estudo verificou a frequência de oocistos de Cryptosporidium spp. em fezes de cães e gatos em cinco municípios da região sul do Rio Grande do Sul e fatores de risco associados à infecção. Amostras de fezes de 110 cães e 18 gatos foram coradas pelo método de auramina. No momento da coleta de fezes aplicou-se um questionário aos tutores dos animais com questões semiabertas e os dados foram submetidos à análise estatística. A frequência verdadeira de oocistos de Cryptosporidium spp. foi de 24,63% (27 cães e 2 gatos). Apenas quatro amostras de fezes caninas eram diarreicas e todas sem oocistos. As variáveis que representaram fatores de risco para a infecção foram: alimentos de preparo caseiro, água não tratada, circulação dos animais em terreno gramíneo e convivência com outros animais, principalmente bovinos. Os resultados sugerem que a frequência de cães parasitados por Cryptosporidium spp. é relevante, reforçando o caráter assintomático da infeção. Destaca-se a importância da adoção de medidas de controle, particularmente das variáveis que representaram fatores de risco à infecção.(AU)


Assuntos
Animais , Gatos , Criptosporidiose/diagnóstico , Criptosporidiose/parasitologia , Fezes/parasitologia , Diarreia/parasitologia , Diarreia/epidemiologia , Doenças do Gato/parasitologia , Técnicas Histológicas
4.
R. bras. Parasitol. Vet. ; 27(1): 112-117, jan.-mar. 2018. tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-26070

Resumo

This study investigated the frequency of oocysts of Cryptosporidium spp. in feces from dogs and cats in five municipalities in the southern region of the state of Rio Grande do Sul. The risk factors associated with infection were also investigated. Feces samples from 110 dogs and 18 cats were stained using the auramine method. At the time of feces sampling, a questionnaire with semi-open-ended questions was applied to the animal guardians and all data obtained underwent statistical analysis. The real frequency of oocysts of Cryptosporidium spp. was 24.63% (27 dogs and two cats). Only four samples of dog feces were diarrheic and no presence of oocysts was observed in any of them. Variables that represented risk factors for infection were: homemade food, untreated water, circulation of animals on grassy terrain and living in the same environment as other animals (cattle). The results made it possible to inferring that within the population studied, the frequency of parasitism due to Cryptosporidium spp. in dogs was relevant and emphasize the asymptomatic nature of this infection. The adopting control measures are highlighted, particularly in relation to variables that represent risk factors for this infection.(AU)


Este estudo verificou a frequência de oocistos de Cryptosporidium spp. em fezes de cães e gatos em cinco municípios da região sul do Rio Grande do Sul e fatores de risco associados à infecção. Amostras de fezes de 110 cães e 18 gatos foram coradas pelo método de auramina. No momento da coleta de fezes aplicou-se um questionário aos tutores dos animais com questões semiabertas e os dados foram submetidos à análise estatística. A frequência verdadeira de oocistos de Cryptosporidium spp. foi de 24,63% (27 cães e 2 gatos). Apenas quatro amostras de fezes caninas eram diarreicas e todas sem oocistos. As variáveis que representaram fatores de risco para a infecção foram: alimentos de preparo caseiro, água não tratada, circulação dos animais em terreno gramíneo e convivência com outros animais, principalmente bovinos. Os resultados sugerem que a frequência de cães parasitados por Cryptosporidium spp. é relevante, reforçando o caráter assintomático da infeção. Destaca-se a importância da adoção de medidas de controle, particularmente das variáveis que representaram fatores de risco à infecção.(AU)


Assuntos
Animais , Gatos , Cães , Fatores de Risco , Criptosporidiose , Cães/parasitologia , Gatos/parasitologia
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA