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Tese em Português | VETTESES | ID: vtt-215568

Resumo

O Brasil apresenta uma demanda crescente por produtos de origem caprina, entretanto, a caprinocultura nacional não supre o mercado interno. Para aumentar a viabilidade da produção de caprinos devem ser utilizadas técnicas para diminuir os custos da alimentação. Com isso as fontes de nitrogênio não-proteico (NNP), como a ureia, podem vir a ser uma opção viável na composição da dieta de pequenos ruminantes. A ureia é amplamente utilizada na produção de ruminantes, porém seus impactos sobre o desenvolvimento corporal e rendimento de carcaça são pouco estudados em caprinos. Neste contexto, uma avaliação da sua utilização pode atender esta demanda de conhecimento. Assim, o estudo foi conduzido com o objetivo de avaliar o efeito da inclusão de ureia na dieta de cabritos sobre o ganho de peso, desenvolvimento corporal e rendimento de carcaça. Para isso foram utilizados 18 cabritos divididos em dois grupos com dietas isoproteicas. O grupo controle não recebeu ureia e o grupo experimental recebeu 1%MS na dieta. O período experimental foi de 121 dias. Foram avaliados o ganho de peso médio (g/dia), biometrias corporais e testiculares, assim como peso e rendimento de carcaça nos animais. Não houve diferenças significativas em nenhuma das variáveis estudadas (p>0,05), como: ganho de peso ( g.dia-1 ) (GU: 122,1 ± 11,89 vs GC: 132,9 ± 4,97), perímetro torácico (cm) (GU: 73,0 ± 1,2 vs GC: 74,5 ± 0,57), comprimento corporal (cm) (GU: 74,0 ± 1,42 vs GC: 73,67 ± 0,70), circunferência escrotal (cm) (GU: 24,44 ± 0,99 vs GC: 25,11 ± 0,40), peso ao abate (kg) (GU: 34,39 ± 1,76 vs GC: 36,56 ± 0,96), rendimentos de carcaça quente (%) (GU: 47,37 ± 0,82 vs GC: 47,23 ± 0,72) e fria (GU: 45,64 ± 0,60 vs GC: 45,84 ± 0,70). Conclui-se que o uso de 1% de ureia na dieta de caprinos machos jovem não afeta o desenvolvimento e nem a carcaça.


Brazil has an increasing demand for products of goat origin, however, national goat breeding does not supply the domestic market. Techniques to reduce feed costs should be used to increase the viability of goat production. Therefore, sources of non-protein nitrogen (NNP), such as urea, may be a viable option in the diet composition of small ruminants. Urea is widely used in ruminant production, but its impacts on development and meat products are poorly studied in goats. In this context, an assessment of its use can meet this demand for knowledge. Thus, the objective of this study was to evaluate the effect of urea inclusion on the diet of goats on weight gain, development, carcass yield and diet cost. For this, 18 kids were divided into 2 groups with isoprotein diets. The control group did not receive urea and the experimental group received 1% MS in the diet. The experimental period was 123 days. The average weight gain (g / day), body and testicular biometrics, as well as weight and carcass yield in the animals were evaluated. There were no significant differences in the studied variables related to weight gain, body biometry and carcass. It is concluded that the use of 1% of urea in the diet of young male goats does not affect the development nor the carcass for weight and yield.

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