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1.
Ciênc. anim. bras. (Impr.) ; 23: e72329P, 2022. ilus, tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: biblio-1384505

Resumo

Nasua nasua is a carnivore belonging to the family Procyonidae and is widely distributed throughout South America. The details of its anatomy are fundamental to the application of antomy and understanding of its natural history. This study aimed to measure the average length, width, thickness, and volume of the kidneys; the average length of the renal artery and vein, and to describe the renal and vessel skeletopy in Nasua nasua. For this purpose, 32 kidneys and renal vessels of 16 cadaveric specimens (eight male and eight female) were dissected and measured using a digital caliper. Pearson's correlation coefficients were calculated between the rostrum-sacral length and the renal and vessel variables. The kidneys had a "bean-shaped" aspect with smooth surfaces and were unipapilate. On average, the N. nasua kidneys measured 30 × 16 × 13 mm, with no significant difference between the sexes. The average right renal artery (1.74 ± 0.67 cm) was longer than the left (1.26 ± 0.43 cm), and the right renal vein (1.22 ± 0.34 cm) was shorter than the left renal vein (1.82 ± 0.46 cm) (p < 0.05). One male animal (6.8%) presented with a double right renal vein as an anatomical variation. Both the right and left kidney cranial poles prevailed at the level of the L2 vertebra, assuming a practically symmetrical position. There was a positive and moderate to high correlation between rostrum-sacral length and renal dimensions and renal vessel lengths. The present data may be useful for interpreting the diagnosis of nephropathies that affect renal dimensions in this species and may contribute to the comparative anatomy of carnivorans.(AU)


Nasua nasua é um carnívoro da família Procyonidae amplamente distribuído pela América do Sul. Detalhes de sua anatomia são fundamentais para a anatomia aplicada e o entendimento de sua história natural. Objetivou-se determinar a média do comprimento, largura, espessura e volume elipsoide dos rins, a média do comprimento das artérias e veias renais e revelar a esqueletopia dos rins e vasos renais em N. nasua. Para este propósito, 32 rins e os vasos renais de 16 espécimes cadavéricos (oito machos e oito fêmeas) foram dissecados e mensurados com um paquímetro digital. Os coeficientes de correlação linear de Pearson foram calculados entre o comprimento rostro-sacral e as variáveis dos rins e seus vasos. Os rins apresentaram formato de "feijão" e superfícies lisas e são unipapilados. Na média, os rins de N. nasua mediram 30x16x13 mm, sem diferença significativa entre antímeros ou sexos. O comprimento médio da artéria renal direita (1,74 ± 0,67 cm) foi maior que o da esquerda (1,26 ± 0,43 cm); o comprimento da veia renal direita (1,22 ± 0,34 cm) foi menor que o da esquerda (1,82 ± 0,46 cm) (p < 0,05). Em um macho (6,8%), foi identificada uma veia renal direita dupla como variação anatômica. Os polos craniais dos rins direito e esquerdo prevaleceram ao nível da vértebra L2, assumindo praticamente uma posição simétrica. Houve uma correlação positiva, moderada a elevada, entre o comprimento rostro-sacral com as dimensões renais e com o comprimento dos vasos renais. Os dados do presente estudo poderão vir a ser aplicados na interpretação do diagnóstico de nefropatias que cursam com alterações nas dimensões renais bem como contribuir no campo da anatomia comparada de carnívoros.(AU)


Assuntos
Animais , Veias Renais , Procyonidae/anatomia & histologia , Rim , Nefropatias , Nefrologia
2.
Acta sci. vet. (Impr.) ; 492021. tab, graf, ilus
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1363750

Resumo

Thyroid gland diseases are the most common endocrinopathies in feline practice. Diagnosis and surgical treatment must base on solid anatomical knowledge about the gland size, localization, and blood supply. However, some textbooks provide a general anatomical description of the thyroid gland of domestic carnivores. Thus, specific details of the feline gland are missing. The present study aimed to investigate the dimensions, topography, and arterial supply of the thyroid gland in Brazilian shorthair cats and, therefore, provide additional data to diagnose and treat feline thyroid diseases. Thirty Brazilian shorthair cats formalin-fixed cadavers (15 male and 15 female) were injected with red-stained latex solution by a canula in the thoracic aorta. The necropsy unit of the Rural Federal University of Rio de Janeiro donated the specimens. The study included only adult animals with no history of thyroid disease. After the fixation period, the cadavers were dissected to investigate the measurements (length, width at cranial and caudal poles, and thickness), topography, and in situ arterial supply of the thyroid lobes. The mean measurements of the length, cranial pole width, caudal pole width, and thickness in the right lobe were 19.39 ± 3.10 mm, 5.36 ± 1.40 mm, 3.67 ± 0.93 mm, and 1.30 ± 0.29 mm, respectively; and 20.29 ± 3.35 mm, 4.85 ± 1.58 mm, 3.88 ± 0.91 mm, 1.64 ± 0.65 mm in the left lobe, respectively. There were no statistical differences (P > 0.05) in the comparison of the measures between sexes or antimers (sides). Pearson's linear correlation detected a positive, moderate (r = 0.55), and significant (P < 0.05) correlation between the right and left lobe lengths. In 70% of the cats, both left and right lobes had the cranial poles located at the same level. Typically, the lobes extended between the first to the eighth tracheal ring. However, the cranial pole of some lobes located as cranially as the cricoid cartilage level, and the caudal pole as caudally as the 12th tracheal ring. Fifty-six percent of the cats had a ventrally located isthmus. In all the sampling, one single thyroid artery emerged as a branch of the common carotid artery and provided branches directly to the thyroid lobe, isthmus and the adjacent muscles and esophagus. Besides establishing average dimensions of normal thyroid lobes in Brazilian shorthair cats, this study detected no significant difference between the average measurements of right and left lobes. Also, a positive linear correlation between the length and width of the right and left lobes became evident. Therefore, the practitioner must consider suspicious any length asymmetry between right and left thyroid lobes until further endocrine test proves otherwise. Most of the cats had the right and left thyroid lobe positioned at the same transversal level; however, positional asymmetries are not uncommon. Unlike dogs, Brazilian shorthair cats have only a single artery to supply each lobe: the thyroid artery. In a feline thyroidectomy, the surgeon must avoid blindly ligating the thyroid artery since this vessel also provided numerous branches to adjacent muscles and esophagus. In a bilateral thyroidectomy, the ventral region between lobes should be thoroughly inspected for the common presence of an isthmus. Sometimes, the surgeon may need to extend the incision caudally beyond the 12th tracheal ring level to visualize the gland tissue entirely.(AU)


Assuntos
Animais , Gatos , Artérias , Doenças da Glândula Tireoide/veterinária , Glândula Tireoide/anatomia & histologia , Glândula Tireoide/irrigação sanguínea , Doenças do Gato/diagnóstico , Gatos
3.
Vet. Not. (Online) ; 26(2): 167-181, jul.-dez. 2020. ilus, tab
Artigo em Português | VETINDEX | ID: biblio-1502523

Resumo

O avestruz africano é uma ave ratita da família Struthionidae. As características anatômicas do encéfalo do avestruz foram investigadas neste artigo. Vinte encéfalos de avestruzes adultos (dez machos e dez fêmeas), fixados em formaldeído a 10%, foram analisados neste estudo. Foram obtidas as medidas do encéfalo: comprimento e largura total do encéfalo, comprimento, largura e altura dos hemisférios cerebrais direito e esquerdo, comprimento e largura do cerebelo, comprimento e largura dos lobos ópticos direito e esquerdo. Também foram aferidos o comprimento e a largura do crânio. Os resultados para cada variável foram expressos em média e em desvio padrão. Através do teste t de Student não-pareado as variáveis foram comparadas entre os sexos e entre os antímeros. Considerou-se p<0,05 como significante. O comprimento e largura do encéfalo dos machos foram de 5,57 cm ± 0,23 cm e de 4,19 cm ± 0,16 cm, respectivamente. Nas fêmeas o comprimento e largura do encéfalo foram de 5,56 cm ± 0,23 cm e de 4,18 cm ± 0,16 cm respectivamente. O comprimento do hemisfério cerebral direito foi de 3,41 cm ± 0,13 cm nos machos e de 3,39 cm ± 0,12 cm nas fêmeas, já no esquerdo foi de 3,35 cm ± 0,14 cm nos machos e de 3,34 cm ± 0,05 cm nas fêmeas. A largura do hemisfério cerebral direito foi de 2,27 cm ± 0,17 cm nos machos e de 2,25 ± 0,14 cm nas fêmeas, e do esquerdo foi de 2,25 cm ± 0,11 cm nos machos e de 2,27 cm ± 0,11 cm nas fêmeas. A altura do hemisfério cerebral direito foi de 2,08 cm ± 0,23 cm nos machos e de 2,07 cm ± 0,21 cm nas fêmeas e do hemisfério cerebral esquerdo foi de 2,05 cm ± 0,22 cm nos machos e de 2,05 cm ± 0,22 nas fêmeas. O comprimento do cerebelo foi de 2,45 cm ± 0,32 cm nos machos e de 2,44 cm ± 0,32 cm nas fêmeas, e sua largura foi de 1,59 cm ± 0,16 cm nos machos e de 1,58 cm ± 0,15 cm nas fêmeas. O comprimento do lobo óptico direito foi de 1,30 cm ± 0,06 nos machos e de 1,30 cm ± 0,06 cm nas fêmeas, já o comprimento do lobo óptico esquerdo foi de 1,24 cm ± 0,07 cm nos machos e de 1,23 cm ± 0,67 cm nas fêmeas. A largura do lobo óptico direito foi de 1,08 cm ± 0,07 cm nos machos e de 1,08 cm ± 0,07 cm nas fêmeas e largura do lobo óptico esquerdo foi de 1,08 cm ± 0,07 cm nos machos e de 1,08 cm ± 0,07 cm nas fêmeas. A superfície do cérebro do avestruz é lisa sem qualquer giro ou sulco. A média do comprimento dos crânios dos machos é maior que a das fêmeas. Em relação aos 20 encéfalos analisados o lobo óptico direito é maior que o esquerdo. Houve correlação linear positiva entre a largura do crânio com a largura do cerebelo.


The african ostrich is a ratite bird in the family Struthionidae. The anatomical features of the African ostrich brain were investigated in this study. Twenty adult ostrich heads (10 males and 10 females), fixed in 10% formaldehyde, were analyzed in this study. The measures of the brain were obtained: length and total width of the brain, length, width and height of the right and left cerebral hemispheres, length and width of the cerebellum, length and width of the right and left optical lobes. The length and width of the skull were also measured. Results for each variable were expressed as mean and standard deviation. Through unpaired Student's ttest the variables were compared between sexes and between antimers. Statistical significance was considered as p<0,05. The length and width of the male encephalus was 5.57 ± 0.23 cm and 4.19 ± 0.16, respectively. In females, the length and width of the encephalus were 5.56 ± 0.23 and 4.18 ± 0.16 respectively. The length of the right cerebral hemisphere was 3.41 ± 0.13 in males and 3.39 ± 0.12 in females, while in the left it was 3.35 ± 0.14in males and 3.34 ± 0.05 in females. The width of the right cerebral hemisphere was 2.27 ± 0.17 in males and 2.25 ± 0.14 in females, and the left was 2.25 ± 0.11 in males and 2.27 ± 0.11 in females. The height of the right cerebral hemisphere was 2.08 ± 0.23 in males and 2.07 ± 0.21 in females and the left cerebral hemisphere was 2.05 ± 0.22 in males and 2.05 ± 0.22 in females. The length of the cerebellum was 2.45 ± 0.32 in males and 2.44 ± 0.32 in females, and its width was 1.59 ± 0.16 in males and 1.58 ± 0.15 in females. The length of the right optic lobe was 1.30 ± 0.06 in males and 1.30 ± 0.06 in females, while the length of the left optic lobe was 1.24 ± 0.07 in males and 1.23 ± 0.67 in females. The width of the right optic lobe was 1.08 ± 0.07 in males and 1.08 ± 0.07 in females and the width of the left optic lobe was 1.08 ± 0.07 in males and 1.08 ± 0.07 in females. The surface of the ostrich brain is smooth without any gyrus or sulcus. The average length of the skulls of males is greater than that of females. In relation to the 20 encephalus analyzed, the right optic lobe is larger than the left. There was a positive linear correlation between the width of the skull and the width of the cerebellum.


Assuntos
Animais , Encéfalo/anatomia & histologia , Sistema Nervoso/anatomia & histologia , Struthioniformes/anatomia & histologia
4.
Rev. bras. ciênc. vet ; 27(1): 3-6, jan./mar. 2020. il.
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1379086

Resumo

O interesse pelo estudo de animais silvestres vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, seja em decorrência do risco de extinção ou visando o controle de doenças, especialmente as zoonoses. A ordem Rodentia apresenta o maior número de espécies da classe Mammalia. Apesar de ampla distribuição e importância, dados sobre sua anatomia vascular renal são escassos na literatura. O objetivo deste artigo é relatar o aparecimento de variação numérica na artéria renal esquerda em Sphiggurusvillosus com enfoque nas possibilidades de implicações clínico-cirúrgicas, como, anastomoses cirúrgicas, estudos imaginológicos, nefrectomias e planejamento pré-operatório para redução de riscos e complicações como hemorragia. O cadáver foi devidamente formolizado no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Morfologia de Animais Domésticos e Selvagens e posteriormente dissecado. O rim esquerdo apresentou três artérias renais, uma cranial, uma intermediaria e outra caudal, ambas posicionadas em nível de L2 emergindo de forma impar lateralmente da aorta abdominal. A primeira artéria, mais cranial, apresentou 10,52 mm de comprimento e se dirigiu diretamente para o hilo renal, emitindo ramo para adrenal, diafragma e musculatura sublombar. A segunda artéria, intermediária, mediu 7,77 mm, emitiu ramo cranial e caudal para o hilo renal e ramo ureteral. A terceira artéria, caudal, mediu 10,11 mm e se dirigiu para o hilo renal. A veia renal esquerda era única e apresentou 9,25 mm de comprimento, posicionada em nível de L1. Este é o primeiro relato de artéria renal tripla em mamífero silvestre.


Interest in the study of wild animals has grown considerably in recent years, either due to the risk of extinction or to control diseases, especially zoonoses. The order Rodentia has the largest number of species in the Mammalia class. Despite its wide distribution and importance, data on its renal vascular anatomy are scarce in the literature. The aim of this paper is to report the appearance of numerical variation in the left renal artery in porcupine focusing on the possibilities of clinical and surgical implications, such as surgical anastomoses, imaging studies, nephrectomies and preoperative planning to reduce risks and complications such as bleeding. The animal was duly formalized in the Laboratory of Teaching and Research in Morphology of Domestic and Wild Animals and subsequently dissected. The left kidney had three renal arteries, one cranial, one intermediate, and one caudal, both positioned at L2 level, emerging unevenly laterally from the abdominal aorta. The first more cranial artery was 10.52 mm long and directed directly into the renal hilum, emitting a branch to the adrenal, diaphragm and sub lumbar muscles. The second intermediate artery measured 7.77 mm, emitting a cranial and caudal branch to the renal hilum and ureteral branch. The third caudal artery measured 10.11 mm and headed straight for the renal hilum. The left renal vein was unique, measured 9.25 mm long, and positioned at L1 level. This is the first report of triple renal artery in wild mammals.


Assuntos
Animais , Artéria Renal/anatomia & histologia , Veias Renais/anatomia & histologia , Porcos-Espinhos/anatomia & histologia , Dissecação/veterinária , Variação Anatômica , Rim/anatomia & histologia , Aorta Abdominal/anatomia & histologia , Animais Selvagens/anatomia & histologia
5.
Vet. Not. ; 26(2): 167-181, jul.-dez. 2020. ilus, tab
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-29842

Resumo

O avestruz africano é uma ave ratita da família Struthionidae. As características anatômicas do encéfalo do avestruz foram investigadas neste artigo. Vinte encéfalos de avestruzes adultos (dez machos e dez fêmeas), fixados em formaldeído a 10%, foram analisados neste estudo. Foram obtidas as medidas do encéfalo: comprimento e largura total do encéfalo, comprimento, largura e altura dos hemisférios cerebrais direito e esquerdo, comprimento e largura do cerebelo, comprimento e largura dos lobos ópticos direito e esquerdo. Também foram aferidos o comprimento e a largura do crânio. Os resultados para cada variável foram expressos em média e em desvio padrão. Através do teste t de Student não-pareado as variáveis foram comparadas entre os sexos e entre os antímeros. Considerou-se p<0,05 como significante. O comprimento e largura do encéfalo dos machos foram de 5,57 cm ± 0,23 cm e de 4,19 cm ± 0,16 cm, respectivamente. Nas fêmeas o comprimento e largura do encéfalo foram de 5,56 cm ± 0,23 cm e de 4,18 cm ± 0,16 cm respectivamente. O comprimento do hemisfério cerebral direito foi de 3,41 cm ± 0,13 cm nos machos e de 3,39 cm ± 0,12 cm nas fêmeas, já no esquerdo foi de 3,35 cm ± 0,14 cm nos machos e de 3,34 cm ± 0,05 cm nas fêmeas. A largura do hemisfério cerebral direito foi de 2,27 cm ± 0,17 cm nos machos e de 2,25 ± 0,14 cm nas fêmeas, e do esquerdo foi de 2,25 cm ± 0,11 cm nos machos e de 2,27 cm ± 0,11 cm nas fêmeas. A altura do hemisfério cerebral direito foi de 2,08 cm ± 0,23 cm nos machos e de 2,07 cm ± 0,21 cm nas fêmeas e do hemisfério cerebral esquerdo foi de 2,05 cm ± 0,22 cm nos machos e de 2,05 cm ± 0,22 nas fêmeas. O comprimento do cerebelo foi de 2,45 cm ± 0,32 cm nos machos e de 2,44 cm ± 0,32 cm nas fêmeas, e sua largura foi de 1,59 cm ± 0,16 cm nos machos e de 1,58 cm ± 0,15 cm nas fêmeas. O comprimento do lobo óptico direito foi de 1,30 cm ± 0,06 nos machos e de 1,30 cm ± 0,06 cm nas fêmeas, já o comprimento do lobo óptico esquerdo foi de 1,24 cm ± 0,07 cm nos machos e de 1,23 cm ± 0,67 cm nas fêmeas. A largura do lobo óptico direito foi de 1,08 cm ± 0,07 cm nos machos e de 1,08 cm ± 0,07 cm nas fêmeas e largura do lobo óptico esquerdo foi de 1,08 cm ± 0,07 cm nos machos e de 1,08 cm ± 0,07 cm nas fêmeas. A superfície do cérebro do avestruz é lisa sem qualquer giro ou sulco. A média do comprimento dos crânios dos machos é maior que a das fêmeas. Em relação aos 20 encéfalos analisados o lobo óptico direito é maior que o esquerdo. Houve correlação linear positiva entre a largura do crânio com a largura do cerebelo.(AU)


The african ostrich is a ratite bird in the family Struthionidae. The anatomical features of the African ostrich brain were investigated in this study. Twenty adult ostrich heads (10 males and 10 females), fixed in 10% formaldehyde, were analyzed in this study. The measures of the brain were obtained: length and total width of the brain, length, width and height of the right and left cerebral hemispheres, length and width of the cerebellum, length and width of the right and left optical lobes. The length and width of the skull were also measured. Results for each variable were expressed as mean and standard deviation. Through unpaired Student's ttest the variables were compared between sexes and between antimers. Statistical significance was considered as p<0,05. The length and width of the male encephalus was 5.57 ± 0.23 cm and 4.19 ± 0.16, respectively. In females, the length and width of the encephalus were 5.56 ± 0.23 and 4.18 ± 0.16 respectively. The length of the right cerebral hemisphere was 3.41 ± 0.13 in males and 3.39 ± 0.12 in females, while in the left it was 3.35 ± 0.14in males and 3.34 ± 0.05 in females. The width of the right cerebral hemisphere was 2.27 ± 0.17 in males and 2.25 ± 0.14 in females, and the left was 2.25 ± 0.11 in males and 2.27 ± 0.11 in females. The height of the right cerebral hemisphere was 2.08 ± 0.23 in males and 2.07 ± 0.21 in females and the left cerebral hemisphere was 2.05 ± 0.22 in males and 2.05 ± 0.22 in females. The length of the cerebellum was 2.45 ± 0.32 in males and 2.44 ± 0.32 in females, and its width was 1.59 ± 0.16 in males and 1.58 ± 0.15 in females. The length of the right optic lobe was 1.30 ± 0.06 in males and 1.30 ± 0.06 in females, while the length of the left optic lobe was 1.24 ± 0.07 in males and 1.23 ± 0.67 in females. The width of the right optic lobe was 1.08 ± 0.07 in males and 1.08 ± 0.07 in females and the width of the left optic lobe was 1.08 ± 0.07 in males and 1.08 ± 0.07 in females. The surface of the ostrich brain is smooth without any gyrus or sulcus. The average length of the skulls of males is greater than that of females. In relation to the 20 encephalus analyzed, the right optic lobe is larger than the left. There was a positive linear correlation between the width of the skull and the width of the cerebellum.(AU)


Assuntos
Animais , Struthioniformes/anatomia & histologia , Encéfalo/anatomia & histologia , Sistema Nervoso/anatomia & histologia
6.
R. bras. Ci. Vet. ; 27(1): 3-6, 2020. ilus
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-29037

Resumo

O interesse pelo estudo de animais silvestres vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, seja em decorrência do riscode extinção ou visando o controle de doenças, especialmente as zoonoses. A ordem Rodentia apresenta o maior número deespécies da classe Mammalia. Apesar de ampla distribuição e importância, dados sobre sua anatomia vascular renal são escassosna literatura. O objetivo deste artigo é relatar o aparecimento de variação numérica na artéria renal esquerda em Sphiggurusvillosus com enfoque nas possibilidades de implicações clínico-cirúrgicas, como, anastomoses cirúrgicas, estudos imaginológicos,nefrectomias e planejamento pré-operatório para redução de riscos e complicações como hemorragia. O cadáver foi devidamenteformolizado no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Morfologia de Animais Domésticos e Selvagens e posteriormente dissecado.O rim esquerdo apresentou três artérias renais, uma cranial, uma intermediaria e outra caudal, ambas posicionadas em nível de L2emergindo de forma impar lateralmente da aorta abdominal. A primeira artéria, mais cranial, apresentou 10,52 mm de comprimentoe se dirigiu diretamente para o hilo renal, emitindo ramo para adrenal, diafragma e musculatura sublombar. A segunda artéria,intermediária, mediu 7,77 mm, emitiu ramo cranial e caudal para o hilo renal e ramo ureteral. A terceira artéria, caudal, mediu10,11 mm e se dirigiu para o hilo renal. A veia renal esquerda era única e apresentou 9,25 mm de comprimento, posicionada emnível de L1. Este é o primeiro relato de artéria renal tripla em mamífero silvestre.(AU)


Interest in the study of wild animals has grown considerably in recent years, either due to the risk of extinction or to control diseases,especially zoonoses. The order Rodentia has the largest number of species in the Mammalia class. Despite its wide distributionand importance, data on its renal vascular anatomy are scarce in the literature. The aim of this paper is to report the appearanceof numerical variation in the left renal artery in porcupine focusing on the possibilities of clinical and surgical implications, suchas surgical anastomoses, imaging studies, nephrectomies and preoperative planning to reduce risks and complications such asbleeding. The animal was duly formalized in the Laboratory of Teaching and Research in Morphology of Domestic and Wild Animalsand subsequently dissected. The left kidney had three renal arteries, one cranial, one intermediate, and one caudal, both positionedat L2 level, emerging unevenly laterally from the abdominal aorta. The first more cranial artery was 10.52 mm long and directeddirectly into the renal hilum, emitting a branch to the adrenal, diaphragm and sub lumbar muscles. The second intermediate arterymeasured 7.77 mm, emitting a cranial and caudal branch to the renal hilum and ureteral branch. The third caudal artery measured10.11 mm and headed straight for the renal hilum. The left renal vein was unique, measured 9.25 mm long, and positioned at L1level. This is the first report of triple renal artery in wild mammals.(AU)


Assuntos
Animais , Porcos-Espinhos/anatomia & histologia , Porcos-Espinhos/classificação , Artéria Renal/anatomia & histologia , Rim/anatomia & histologia
7.
Rev. bras. ciênc. vet ; 27(1): 3-6, jan./mar. 2020. ilus
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1491658

Resumo

O interesse pelo estudo de animais silvestres vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, seja em decorrência do riscode extinção ou visando o controle de doenças, especialmente as zoonoses. A ordem Rodentia apresenta o maior número deespécies da classe Mammalia. Apesar de ampla distribuição e importância, dados sobre sua anatomia vascular renal são escassosna literatura. O objetivo deste artigo é relatar o aparecimento de variação numérica na artéria renal esquerda em Sphiggurusvillosus com enfoque nas possibilidades de implicações clínico-cirúrgicas, como, anastomoses cirúrgicas, estudos imaginológicos,nefrectomias e planejamento pré-operatório para redução de riscos e complicações como hemorragia. O cadáver foi devidamenteformolizado no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Morfologia de Animais Domésticos e Selvagens e posteriormente dissecado.O rim esquerdo apresentou três artérias renais, uma cranial, uma intermediaria e outra caudal, ambas posicionadas em nível de L2emergindo de forma impar lateralmente da aorta abdominal. A primeira artéria, mais cranial, apresentou 10,52 mm de comprimentoe se dirigiu diretamente para o hilo renal, emitindo ramo para adrenal, diafragma e musculatura sublombar. A segunda artéria,intermediária, mediu 7,77 mm, emitiu ramo cranial e caudal para o hilo renal e ramo ureteral. A terceira artéria, caudal, mediu10,11 mm e se dirigiu para o hilo renal. A veia renal esquerda era única e apresentou 9,25 mm de comprimento, posicionada emnível de L1. Este é o primeiro relato de artéria renal tripla em mamífero silvestre.


Interest in the study of wild animals has grown considerably in recent years, either due to the risk of extinction or to control diseases,especially zoonoses. The order Rodentia has the largest number of species in the Mammalia class. Despite its wide distributionand importance, data on its renal vascular anatomy are scarce in the literature. The aim of this paper is to report the appearanceof numerical variation in the left renal artery in porcupine focusing on the possibilities of clinical and surgical implications, suchas surgical anastomoses, imaging studies, nephrectomies and preoperative planning to reduce risks and complications such asbleeding. The animal was duly formalized in the Laboratory of Teaching and Research in Morphology of Domestic and Wild Animalsand subsequently dissected. The left kidney had three renal arteries, one cranial, one intermediate, and one caudal, both positionedat L2 level, emerging unevenly laterally from the abdominal aorta. The first more cranial artery was 10.52 mm long and directeddirectly into the renal hilum, emitting a branch to the adrenal, diaphragm and sub lumbar muscles. The second intermediate arterymeasured 7.77 mm, emitting a cranial and caudal branch to the renal hilum and ureteral branch. The third caudal artery measured10.11 mm and headed straight for the renal hilum. The left renal vein was unique, measured 9.25 mm long, and positioned at L1level. This is the first report of triple renal artery in wild mammals.


Assuntos
Animais , Artéria Renal/anatomia & histologia , Porcos-Espinhos/anatomia & histologia , Porcos-Espinhos/classificação , Rim/anatomia & histologia
8.
Rev. bras. ciênc. vet ; 27(3): 110-114, jul./set. 2020. il.
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1370267

Resumo

Rabbits have been used as an experimental model in many studies. These studies are important not only for veterinary clinicians, but also for researchers in different fields. The aim of this research was to describe gross morphological measurement, shape and arterial supply of the adrenal glands in healthy New Zealand rabbits. Dissections were performed in 30 adult rabbits, 15 males and 15 females, without macroscopic adrenal pathology. Adrenal measurements were made with a digital caliper: length, width, and thickness. The origin of the adrenal arteries was also determined. Both adrenal glands were localized cranially to the respective kidneys. The mean of the right adrenal gland was 0.88 cm length, 0.42 cm width and 0.16 cm thickness; the left gland measured 0.72 cm, 0.46 cm, and 0.17 cm, respectively. The right gland was significantly more elongated than the left (p = 0.0003) and the means of the measurements did not differ between sexes. Most of the right adrenal glands had a piriform shape (73.3%), whereas most of the left gland exhibited a "bean-shaped" aspect (60.0%). The arterial supply was found to arise from different arteries: lumbar, aorta, renal, caudal mesenteric, and testicular or ovarian. Comparatively, the descriptions of shape, position and arterial irrigation of the adrenal gland in rabbits are similar to those available in rodents. The data from the present investigation will assist in the interpretation of pathological and / or experimental findings in New Zealand rabbits.


Coelhos têm sido utilizados como modelo experimental em muitos estudos. Esses estudos são importantes não apenas para médicos veterinários, mas também para pesquisadores de diferentes campos. O objetivo desta pesquisa foi descrever as medidas morfológicas macroscópicas, forma e suprimento arterial das glândulas adrenais em coelhos saudáveis da raça Nova Zelândia. As dissecções foram realizadas em 30 coelhos adultos, 15 machos e 15 fêmeas, sem sinais macroscópicos de patologia adrenal. As medidas adrenais foram realizadas com paquímetro digital: comprimento, largura e espessura. A origem das artérias adrenais também foi determinada. Ambas as glândulas adrenais foram localizadas cranialmente nos respectivos rins. A média da glândula adrenal direita foi de 0,88 cm de comprimento, 0,42 cm de largura e 0,16 cm de espessura; a glândula esquerda mediu 0,72 cm, 0,46 cm e 0,17 cm, respectivamente. A glândula direita foi significativamente mais alongada que a esquerda (p = 0,0003) e as médias das medidas não diferiram entre os sexos. A maioria das glândulas adrenais direitas tinha uma forma piriforme (73,3%), enquanto a maioria da glândula esquerda exibia um aspecto em "forma de feijão" (60,0%). Verificou-se que o suprimento arterial provém de diferentes artérias: lombar, aorta, renal, mesentérica caudal e testicular ou ovariana. Comparativamente, as descrições de forma, posição e irrigação arterial da glândula adrenal em coelhos são semelhantes às disponíveis em roedores. Os dados da presente investigação ajudarão na interpretação de achados patológicos e / ou experimentais em coelhos da raça Nova Zelândia.


Assuntos
Animais , Coelhos , Artérias/anatomia & histologia , Coelhos/anatomia & histologia , Glândulas Suprarrenais/anatomia & histologia , Dissecação/veterinária , Sistema Endócrino/anatomia & histologia , Variação Anatômica/fisiologia , Modelos Anatômicos
9.
R. bras. Ci. Vet. ; 27(3): 110-114, jul.-set. 2020. tab, ilus
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-29610

Resumo

Rabbits have been used as an experimental model in many studies. These studies are important for not only for veterinary clinicians, but also for researchers in different elds. The aim of this research was to describe gross morphological measurement, shape and arterial supply of the adrenal glands in healthy New Zealand rabbits. Dissections were performed in 30 adult rabbits, 15 males and 15 females, without macroscopic adrenal pathology. Adrenal measurements were made with a digital caliper: length, width, and thickness. The origin of the adrenal arteries was also determined. Both adrenal glands were localized cranially to the respective kidneys. The mean of the right adrenal gland was 0.88 cm length, 0.42 cm width and 0.16 cm thickness; the left gland measured 0.72 cm, 0.46 cm, and 0.17 cm, respectively. The right gland was significantly more elongated than the left (p = 0.0003) and the means of the measurements did not differ between sexes. Most of the right adrenal glands had a piriform shape (73.3%), whereas most of the left gland exhibited a bean-shaped aspect (60.0%). The arterial supply was found to arise from different arteries:  lumbar, aorta, renal, caudal mesenteric, and testicular or ovarian. Comparatively, the descriptions of shape, position and arterial irrigation of the adrenal gland in rabbits are similar to those available in rodents. The data from the pres


Coelhos têm sido utilizados como modelo experimental em muitos estudos. Esses estudos são importantes não apenas para médicos veterinários, mas também para pesquisadores de diferentes campos. O objetivo desta pesquisa foi descrever as medidas morfológicas macroscópicas, forma e suprimento arterial das glândulas adrenais em coelhos saudáveis da raça Nova Zelândia. As dissecções foram realizadas em 30 coelhos adultos, 15 machos e 15 fêmeas, sem sinais macroscópicos de patologia adrenal. As medidas adrenais foram realizadas com paquímetro digital: comprimento, largura e espessura. A origem das artérias adrenais também foi determinada. Ambas as glândulas adrenais foram localizadas cranialmente nos respectivos rins. A média da glândula adrenal direita foi de 0,88 cm de comprimento, 0,42 cm de largura e 0,16 cm de espessura; a glândula esquerda mediu 0,72 cm, 0,46 cm e 0,17 cm, respectivamente. A glândula direita foi significativamente mais alongada que a esquerda (p = 0,0003) e as médias das medidas não diferiram entre os sexos. A maioria das glândulas adrenais direitas tinha uma forma piriforme (73,3%), enquanto a maioria da glândula esquerda exibia um aspecto em “forma de feijão” (60,0%). Verificou-se que o suprimento arterial provém de diferentes artérias: lombar, aorta, renal, mesentérica caudal e testicular ou ovariana. Comparativamente, as descrições de forma, posição e irrigação arterial da glândula adrenal em coelhos são semelhantes às disponíveis em roedores. Os dados da presente investigação ajudarão na interpretação de achados patológicos e / ou experimentais em coelhos da raça Nova Zelândia.(AU)


Assuntos
Animais , Coelhos , Coelhos/anatomia & histologia , Coelhos/fisiologia , Glândulas Suprarrenais/fisiologia , Variação Anatômica , Endocrinologia , Lagomorpha
10.
Rev. bras. ciênc. vet ; 27(3): 110-114, jul./set. 2020. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1491683

Resumo

Rabbits have been used as an experimental model in many studies. These studies are important for not only for veterinary clinicians, but also for researchers in different elds. The aim of this research was to describe gross morphological measurement, shape and arterial supply of the adrenal glands in healthy New Zealand rabbits. Dissections were performed in 30 adult rabbits, 15 males and 15 females, without macroscopic adrenal pathology. Adrenal measurements were made with a digital caliper: length, width, and thickness. The origin of the adrenal arteries was also determined. Both adrenal glands were localized cranially to the respective kidneys. The mean of the right adrenal gland was 0.88 cm length, 0.42 cm width and 0.16 cm thickness; the left gland measured 0.72 cm, 0.46 cm, and 0.17 cm, respectively. The right gland was significantly more elongated than the left (p = 0.0003) and the means of the measurements did not differ between sexes. Most of the right adrenal glands had a piriform shape (73.3%), whereas most of the left gland exhibited a bean-shaped aspect (60.0%). The arterial supply was found to arise from different arteries:  lumbar, aorta, renal, caudal mesenteric, and testicular or ovarian. Comparatively, the descriptions of shape, position and arterial irrigation of the adrenal gland in rabbits are similar to those available in rodents. The data from the pres


Coelhos têm sido utilizados como modelo experimental em muitos estudos. Esses estudos são importantes não apenas para médicos veterinários, mas também para pesquisadores de diferentes campos. O objetivo desta pesquisa foi descrever as medidas morfológicas macroscópicas, forma e suprimento arterial das glândulas adrenais em coelhos saudáveis da raça Nova Zelândia. As dissecções foram realizadas em 30 coelhos adultos, 15 machos e 15 fêmeas, sem sinais macroscópicos de patologia adrenal. As medidas adrenais foram realizadas com paquímetro digital: comprimento, largura e espessura. A origem das artérias adrenais também foi determinada. Ambas as glândulas adrenais foram localizadas cranialmente nos respectivos rins. A média da glândula adrenal direita foi de 0,88 cm de comprimento, 0,42 cm de largura e 0,16 cm de espessura; a glândula esquerda mediu 0,72 cm, 0,46 cm e 0,17 cm, respectivamente. A glândula direita foi significativamente mais alongada que a esquerda (p = 0,0003) e as médias das medidas não diferiram entre os sexos. A maioria das glândulas adrenais direitas tinha uma forma piriforme (73,3%), enquanto a maioria da glândula esquerda exibia um aspecto em “forma de feijão” (60,0%). Verificou-se que o suprimento arterial provém de diferentes artérias: lombar, aorta, renal, mesentérica caudal e testicular ou ovariana. Comparativamente, as descrições de forma, posição e irrigação arterial da glândula adrenal em coelhos são semelhantes às disponíveis em roedores. Os dados da presente investigação ajudarão na interpretação de achados patológicos e / ou experimentais em coelhos da raça Nova Zelândia.


Assuntos
Animais , Coelhos , Coelhos/anatomia & histologia , Coelhos/fisiologia , Endocrinologia , Glândulas Suprarrenais/fisiologia , Variação Anatômica , Lagomorpha
11.
Ciênc. anim. bras. (Impr.) ; 20: e, 2019. ilus, tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: biblio-1473681

Resumo

New Zealand rabbits are widely used as experimental models and represent an important casuistic in veterinary practices. The musculoskeletal conformation of rabbits frequently leads to the occurrence of lumbosacral lesions with neural involvement. In order to contribute to the comparative anatomy and the understanding of these lesions, the origin and distribution of the obturator nerves of 30 New Zealand rabbits (15 males and 15 females) previously fixed in 10% formaldehyde were studied by dissection. The obturator nerves were originated from the ventral spinal branches of L6 and L7 in 63.3% of the cases, L5 and L6 in 13.4%, only L7 in 13.4%, L7 and S1 in 6.6 % and of L6, L7 and S1 in 3.3%. The spinal segment that most contributed to the formation of the nerve was L7 (86.6% of the nerves). The obturator nerves emitted in all the specimens, a variable number of branches for the internal obturator, external obturator, pectineum, adductor and gracilis muscles. No significant differences were observed between the frequencies of the origin and muscular branches of the obturator nerves when comparing sex and antimers.


Coelhos da raça Nova Zelândia são amplamente usados como modelos experimentais e representam uma parcela importante dos atendimentos em consultórios veterinários. A conformação músculo-esquelética dos coelhos torna frequente a ocorrência de lesões lombossacrais com comprometimento neural. Visando contribuir para a anatomia comparada e no entendimento destas lesões, foram estudadas por dissecção a origem e a distribuição dos nervos obturatórios de 30 cadáveres de coelhos da raça Nova Zelândia (15 machos e 15 fêmeas) fixados previamente em formaldeído a 10%. O nervo obturatório formou-se a partir dos ramos ventrais de L6 e L7 em 63,3% dos casos, de L5 e L6 em 13,4%, apenas de L7 em 13,4%, de L7 e S1 em 6,6% e de L6, L7 e S1 em 3,3%. O segmento espinhal que mais contribuiu para a formação do nervo foi L7 (86,6% dos nervos). Os nervos obturatórios emitiram em todos os animais, número variável de ramos para os músculos obturador interno, obturador externo, pectíneo, adutor e grácil. Não foram observadas diferenças significativas entre as frequências da origem e de ramos musculares dos nervos obturatórios quando comparados sexo e antímeros.


Assuntos
Animais , Coelhos , Nervo Obturador/anatomia & histologia , Plexo Lombossacral/anatomia & histologia , Sistema Nervoso/anatomia & histologia
12.
Ci. Anim. bras. ; 20: e-55428, July 18, 2019. ilus, tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-21239

Resumo

New Zealand rabbits are widely used as experimental models and represent an important casuistic in veterinary practices. The musculoskeletal conformation of rabbits frequently leads to the occurrence of lumbosacral lesions with neural involvement. In order to contribute to the comparative anatomy and the understanding of these lesions, the origin and distribution of the obturator nerves of 30 New Zealand rabbits (15 males and 15 females) previously fixed in 10% formaldehyde were studied by dissection. The obturator nerves were originated from the ventral spinal branches of L6 and L7 in 63.3% of the cases, L5 and L6 in 13.4%, only L7 in 13.4%, L7 and S1 in 6.6 % and of L6, L7 and S1 in 3.3%. The spinal segment that most contributed to the formation of the nerve was L7 (86.6% of the nerves). The obturator nerves emitted in all the specimens, a variable number of branches for the internal obturator, external obturator, pectineum, adductor and gracilis muscles. No significant differences were observed between the frequencies of the origin and muscular branches of the obturator nerves when comparing sex and antimers.(AU)


Coelhos da raça Nova Zelândia são amplamente usados como modelos experimentais e representam uma parcela importante dos atendimentos em consultórios veterinários. A conformação músculo-esquelética dos coelhos torna frequente a ocorrência de lesões lombossacrais com comprometimento neural. Visando contribuir para a anatomia comparada e no entendimento destas lesões, foram estudadas por dissecção a origem e a distribuição dos nervos obturatórios de 30 cadáveres de coelhos da raça Nova Zelândia (15 machos e 15 fêmeas) fixados previamente em formaldeído a 10%. O nervo obturatório formou-se a partir dos ramos ventrais de L6 e L7 em 63,3% dos casos, de L5 e L6 em 13,4%, apenas de L7 em 13,4%, de L7 e S1 em 6,6% e de L6, L7 e S1 em 3,3%. O segmento espinhal que mais contribuiu para a formação do nervo foi L7 (86,6% dos nervos). Os nervos obturatórios emitiram em todos os animais, número variável de ramos para os músculos obturador interno, obturador externo, pectíneo, adutor e grácil. Não foram observadas diferenças significativas entre as frequências da origem e de ramos musculares dos nervos obturatórios quando comparados sexo e antímeros.(AU)


Assuntos
Animais , Coelhos , Nervo Obturador/anatomia & histologia , Plexo Lombossacral/anatomia & histologia , Sistema Nervoso/anatomia & histologia
13.
Ciênc. anim. bras. (Impr.) ; 16(2): 251-261, Abr-Jun. 2015. ilus, tab, graf
Artigo em Português | VETINDEX | ID: biblio-1473384

Resumo

The femoral nerves were studied in newborn goats of Saanen breed (22 males and 11 females) that were collected after natural death and fixed with 10% formaldehyde solution. In males the femoral nerve arose from the ventral spinal branches of L4 and L5 in eight animals (36%); in six animals (27%) it arose from the ventral spinal branches of L5 and L6; in five animals (23%) it arose from the ventral spinal branches of L5; in two animals (9%) it arose from the ventral spinal branches of L4, L5 and L6 and in one animal (5%) it arose from the ventral spinal branches of L5 and L6 and the ventral spinal branches of S1. In females the femoral nerve arose from the ventral spinal branches of L4 and L5 in seven animals (64%); in three animals (27%) it arose from the ventral spinal branches of L5 and L6 and in one animal (9%) it arose from the ventral spinal branches of L4, L5 and L6. In all animals, the femoral nerves were distributed in different branches to the major and minor psoas, femoris quadriceps, sartorius and pectinius muscles.


O nervo femoral foi estudado em 33 caprinos recém-natos da raça Saanen (22 machos e 11 fêmeas), que, após morte natural, foram fixados com solução de formaldeído a 10%. Nos machos, o nervo femoral teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4 e L5 em oito animais (36%); em seis animais (27%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L5 e L6; em cinco animais (23%) teve sua origem no ramo espinhal ventral de L5; em dois animais (9%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4, L5 e L6; em um animal (5%) teve sua origem dos ramos espinhais ventrais de L5 e L6 e no ramo espinhal ventral de S1. Nas fêmeas, teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4 e L5 em sete animais (64%); em três animais (27%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L5 e L6 e em um animal (9%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4, L5 e L6. Os nervos femorais emitiram, em todos os animais, número variável de ramos para os músculos psoas maior, psoas menor, quadríceps femoral, sartório e pectíneo.


Assuntos
Animais , Animais Recém-Nascidos/anatomia & histologia , Fêmur/anatomia & histologia , Ruminantes/anatomia & histologia , Tecido Nervoso/anatomia & histologia , Variação Anatômica/fisiologia
14.
Ci. Anim. bras. ; 16(2): 251-261, Abr-Jun. 2015. ilus, tab, graf
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-14924

Resumo

The femoral nerves were studied in newborn goats of Saanen breed (22 males and 11 females) that were collected after natural death and fixed with 10% formaldehyde solution. In males the femoral nerve arose from the ventral spinal branches of L4 and L5 in eight animals (36%); in six animals (27%) it arose from the ventral spinal branches of L5 and L6; in five animals (23%) it arose from the ventral spinal branches of L5; in two animals (9%) it arose from the ventral spinal branches of L4, L5 and L6 and in one animal (5%) it arose from the ventral spinal branches of L5 and L6 and the ventral spinal branches of S1. In females the femoral nerve arose from the ventral spinal branches of L4 and L5 in seven animals (64%); in three animals (27%) it arose from the ventral spinal branches of L5 and L6 and in one animal (9%) it arose from the ventral spinal branches of L4, L5 and L6. In all animals, the femoral nerves were distributed in different branches to the major and minor psoas, femoris quadriceps, sartorius and pectinius muscles.(AU)


O nervo femoral foi estudado em 33 caprinos recém-natos da raça Saanen (22 machos e 11 fêmeas), que, após morte natural, foram fixados com solução de formaldeído a 10%. Nos machos, o nervo femoral teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4 e L5 em oito animais (36%); em seis animais (27%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L5 e L6; em cinco animais (23%) teve sua origem no ramo espinhal ventral de L5; em dois animais (9%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4, L5 e L6; em um animal (5%) teve sua origem dos ramos espinhais ventrais de L5 e L6 e no ramo espinhal ventral de S1. Nas fêmeas, teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4 e L5 em sete animais (64%); em três animais (27%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L5 e L6 e em um animal (9%) teve sua origem nos ramos espinhais ventrais de L4, L5 e L6. Os nervos femorais emitiram, em todos os animais, número variável de ramos para os músculos psoas maior, psoas menor, quadríceps femoral, sartório e pectíneo.(AU)


Assuntos
Animais , Ruminantes/anatomia & histologia , Animais Recém-Nascidos/anatomia & histologia , Fêmur/anatomia & histologia , Tecido Nervoso/anatomia & histologia , Variação Anatômica/fisiologia
15.
R. bras. Ci. Vet. ; 21(1): 38-43, jan.-mar. 2014. ilus, tab
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-27530

Resumo

Foram estudados os arranjos da artéria celíaca em 30 filhotes de avestruzes (15 machos e 15 fêmeas). O comprimento médio da artéria celíaca foi 0,33±0,08cm nos machos e 0,32±0,14cm nas fêmeas, não havendo diferença nesta medida entre sexos. Não houve correlação entre o comprimento rostrossacral e o comprimento da artéria celíaca em ambos os sexos. Sua origem ocorreu ao nível do sétimo espaço intercostal na maioria dos casos, ainda que a esqueletopia tenha variado independentemente do sexo.Seu território de irrigação incluiu o esôfago, pró-ventrículo, ventrículo, baço, fígado, pâncreas, duodeno, jejuno, íleo e cecos. A artéria celíaca origina-se da aorta descendente e fornece as artérias pró-ventricular dorsal e esplênica para posteriormente se dividir em ramos esquerdo e direito. Na maioria dos avestruzes, o ramo esquerdo ofereceu ramos para o esôfago, pró-ventrículo e ventrículo em padrões variados. O ramo direito irrigou inicialmente o pâncreas, emitiu uma artéria hepática direita para o fígado,uma artéria gástrica direita para o ventrículo e terminou como artéria pancreatico duodenal para o pâncreas e porções do duodeno.Finalmente, esta artéria emitiu numerosos ramos ileocecais para o íleo e cecos direito e esquerdo. Artérias duodenojejunais e jejunais surgiram apenas em 10% e 3,33% dos animais, respectivamente. Todos apresentaram a artéria marginalis intestini tenuispercorrendo a margem mesentérica do intestino delgado. Anastomoses de ramos da artéria celíaca com os oriundos da mesentérica cranial ocorreram em 20% dos casos.(AU)


The arrangement formed by the celiac artery in 30 ostrich chicks, 15 males and 15 females were studied. The average length of the celiac artery was 0.33±0.08 cm for male and 0.32±0.14cm in females, even though there was no difference of this measurement between genders. There was also no correlation between rostrossacral length and the length of the celiac artery in both sexes. Its origin was at the level of seventh intercostal space in most cases, despite a varied skeletopy which was independent of gender. Its territory of irrigation included esophagus, proventriculus, gizzard, liver, spleen, pancreas, duodenum, jejunum, ileum and bothcecum. The celiac artery leaves the aorta and originates pro-ventricular dorsal artery and splenic artery and thus splits into two other branches: left and right. In most ostriches, left branch offered branches to the esophagus, proventriculus and gizzard in severaldifferent patterns. The right branch irrigated first the pancreas and formed a right hepatic artery to the liver, a right gastric artery to the gizzard and finished as pancreatic duodenalis artery to supply the pancreas and the ascendens and descendens portions from duodenum. Finally, this artery has formed numerous ileocecal branches to ileum and to right and left cecum. Duodenojejunal and jejunal arteries were present only in 10% and 3.33% of the ostriches, respectively. All animals showed intestini tenuis marginalisartery transiting the mesenteric border of the small intestine. Anastomoses of the intestinal celiac branches with those from cranial mesenteric artery were found in 20% of cases.(AU)


Assuntos
Animais , Struthioniformes/anatomia & histologia , Artéria Celíaca/anatomia & histologia , Fixação de Tecidos/veterinária
16.
Rev. bras. ciênc. vet ; 21(1): 38-43, 2014. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1491557

Resumo

Foram estudados os arranjos da artéria celíaca em 30 filhotes de avestruzes (15 machos e 15 fêmeas). O comprimento médio da artéria celíaca foi 0,33±0,08cm nos machos e 0,32±0,14cm nas fêmeas, não havendo diferença nesta medida entre sexos. Não houve correlação entre o comprimento rostrossacral e o comprimento da artéria celíaca em ambos os sexos. Sua origem ocorreu ao nível do sétimo espaço intercostal na maioria dos casos, ainda que a esqueletopia tenha variado independentemente do sexo.Seu território de irrigação incluiu o esôfago, pró-ventrículo, ventrículo, baço, fígado, pâncreas, duodeno, jejuno, íleo e cecos. A artéria celíaca origina-se da aorta descendente e fornece as artérias pró-ventricular dorsal e esplênica para posteriormente se dividir em ramos esquerdo e direito. Na maioria dos avestruzes, o ramo esquerdo ofereceu ramos para o esôfago, pró-ventrículo e ventrículo em padrões variados. O ramo direito irrigou inicialmente o pâncreas, emitiu uma artéria hepática direita para o fígado,uma artéria gástrica direita para o ventrículo e terminou como artéria pancreatico duodenal para o pâncreas e porções do duodeno.Finalmente, esta artéria emitiu numerosos ramos ileocecais para o íleo e cecos direito e esquerdo. Artérias duodenojejunais e jejunais surgiram apenas em 10% e 3,33% dos animais, respectivamente. Todos apresentaram a artéria marginalis intestini tenuispercorrendo a margem mesentérica do intestino delgado. Anastomoses de ramos da artéria celíaca com os oriundos da mesentérica cranial ocorreram em 20% dos casos.


The arrangement formed by the celiac artery in 30 ostrich chicks, 15 males and 15 females were studied. The average length of the celiac artery was 0.33±0.08 cm for male and 0.32±0.14cm in females, even though there was no difference of this measurement between genders. There was also no correlation between rostrossacral length and the length of the celiac artery in both sexes. Its origin was at the level of seventh intercostal space in most cases, despite a varied skeletopy which was independent of gender. Its territory of irrigation included esophagus, proventriculus, gizzard, liver, spleen, pancreas, duodenum, jejunum, ileum and bothcecum. The celiac artery leaves the aorta and originates pro-ventricular dorsal artery and splenic artery and thus splits into two other branches: left and right. In most ostriches, left branch offered branches to the esophagus, proventriculus and gizzard in severaldifferent patterns. The right branch irrigated first the pancreas and formed a right hepatic artery to the liver, a right gastric artery to the gizzard and finished as pancreatic duodenalis artery to supply the pancreas and the ascendens and descendens portions from duodenum. Finally, this artery has formed numerous ileocecal branches to ileum and to right and left cecum. Duodenojejunal and jejunal arteries were present only in 10% and 3.33% of the ostriches, respectively. All animals showed intestini tenuis marginalisartery transiting the mesenteric border of the small intestine. Anastomoses of the intestinal celiac branches with those from cranial mesenteric artery were found in 20% of cases.


Assuntos
Animais , Artéria Celíaca/anatomia & histologia , Struthioniformes/anatomia & histologia , Fixação de Tecidos/veterinária
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