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1.
Biol. Models Res. Technol ; 2(1): e00192021, 2022. ilus, tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: biblio-1402350

Resumo

Mouse inoculation test (MIT) is a technique widely used for rabies diagnosis and must be liable to refinement due to animal welfare. The present study aims to compare five different anesthetic associations to stablish a protocol to improve the MIT procedure suitable for animal welfare and safe for a routine of viral isolation in newly weaned mice (3 weeks of age). 80 Swiss-Webster mice (Mus musculus) - 40 females and 40 males, 3-week-old, weight ranging from 11 to 14 grams ­ were used to conduct all procedures. Five anesthetic associations were tested: KX (Ketamine 100 mg/kg and Xylazine 10 mg/kg), KXA (Ketamine 80 mg/kg, Xylazine 5 mg/kg, and Acepromazine 1 mg/kg), KXT (Ketamine 80 mg/kg, Xylazine 5 mg/kg, and Tramadol 5 mg/kg), KXAT (Ketamine 100 mg/kg, Xylazine 10 mg/kg, Acepromazine 2 mg/kg and Tramadol 5 mg/kg) and ATI (Acepromazine 1 mg/kg + Tramadol 5 mg/kg + Isoflurane 5% - 0.5 L/min for induction and 2.5% - 0.5L/min for maintenance). Injectable anesthesia was administered intraperitoneally. We monitored the respiratory rate and body temperature. Response to anesthesia was evaluated according to the induction, surgical anesthesia, and recovery periods. The KXAT and ATI protocols induced surgical anesthesia, with the ATI protocol being the most appropriate and safe to perform the MIT procedure with 100% efficiency, absence of mortality, and rapid recovery of respiratory rate and temperature in the period after the procedure.


Assuntos
Animais , Camundongos , Raiva/diagnóstico , Bem-Estar do Animal , Anestesia/métodos , Camundongos , Tramadol , Xilazina , Isoflurano , Ketamina , Acepromazina
2.
Tese em Português | VETTESES | ID: vtt-7843

Resumo

No Brasil e em alguns países da América Latina, a incidência de raiva transmitida por animais domésticos tem diminuído enquanto tem aumentado em animais silvestres. Durante os últimos anos, no Brasil, a raiva tem sido diagnosticada em morcegos hematófagos ou não, primatas não-humanos, cachorros-do-mato, quatis, guaxinins, capivaras, cervos, gambás e outras espécies silvestres. O presente estudo foi realizado em parceria com biólogos, pesquisadores na área de monitoramento de fauna silvestre, e o objetivo foi pesquisar a presença do vírus rábico em mamíferos silvestres de vida livre, provenientes de uma reserva natural particular, localizado no município de Ribeirão Grande, São Paulo, região que já foi alvo de raiva nos últimos anos. Durante o período de 2002 a 2004, 104 amostras de cérebro de animais capturados foram enviadas para diagnóstico no Laboratório de Raiva da UNESP de Araçatuba, SP, acondicionadas em pipetas plásticas do tipo Pasteur individuais. Os animais pertenciam a três ordens, Chiroptera (47,1%), Rodentia (46,2%) e Marsupialia (6,7%), sendo de diferentes idades e sexos. As amostras foram submetidas ao teste de imunofluorescência direta e inoculação intracerebral em camundongos e todas apresentaram resultado negativo para a raiva. Segundo dados da Coordenação do Programa de Controle da Raiva do Estado de São Paulo a raiva é endêmica na região estudada e a porcentagem de positividade em morcegos nos últimos dez anos é de 1,8%. Embora dos diagnósticos tenham sido negativos neste estudo, não é possível afirmar que o vírus rábico não circula naquela propriedade

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