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1.
Neotrop. ichthyol ; 16(1): [e170065], mar. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-17167

Resumo

Given the importance of fish movement to the dynamics and maintenance of stream dwelling fish communities from the Atlantic Forest, we analysed patterns of fish movement in a coastal stream from Southeastern Brazil, using mark-recapture technique. Displacement distance of each species were presented and discussed considering seasonal (rainy and dry) and body size patterns. We marked 10 species along the stream and recaptured 440 (34.6%) of the 1,270 marked fishes. The species with significant number of upstream moving individuals were Astyanax janeiroensis, Characidium interruptum, Astyanax hastatus, Parotocinclus maculicauda and Awaous tajasica. Only Pimelodella lateristriga presented significant differences between resident and moving individuals. Characidium interruptum and A. tajasica demonstrated greater downstream and upstream movement, respectively, moving up to 2,100 m. Even after controlling for species identity we found no significant correlation between fish length and individual displacement distance. Fishes moved longer distances during the rainy season, in accordance to the breeding season. Patterns of fish movement were in agreement to life-history traits of many of the studied species and can be reflecting specific behaviour and morphologies.(AU)


Considerando-se a importância do movimento de peixes para a dinâmica e manutenção das comunidades de peixes de riachos da mata Atlântica, nós analisamos os padrões de movimento de peixes de um riacho costeiro do sudeste do Brasil, usando a técnica da marcação e recaptura. Avaliamos a distância do deslocamento de cada espécie e também se os padrões de movimento apresentavam alguma relação com a estação do ano (chuva e seca) e o tamanho do corpo. Marcamos 10 espécies ao longo do riacho e recapturamos 400 (34.6%) dos 1.270 peixes marcados. As espécies com número significativo de indivíduos se movendo para cima foram Astyanax janeiroensis, Characidium interruptum, Astyanax hastatus, Parotocinclus maculicauda e Awaous tajasica. Apenas Pimelodella lateristriga apresentou diferenças significativas entre os indivíduos residentes e em movimento. Characidium interruptum e A. tajasica foram as espécies com maior movimento tanto para baixo como para cima, respectivamente, se movendo até mais de 2.100 m. Mesmo após controlar a identidade das espécies, não registramos correlação significativa entre o comprimento e a distância individual do deslocamento. Registramos maiores densidades de peixes se movendo para montante durante a época de chuvas, em coincidência com a estação reprodutiva. Os padrões de movimento registrados estão de acordo com os componentes da história de vida de várias das espécies estudadas, e podem estar refletindo componentes morfológicos e comportamentais específicos.(AU)


Assuntos
Animais , Peixes/classificação , Reprodução , Rios , Migração Animal
2.
Neotrop. ichthyol ; 16(1): e170065, 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-895119

Resumo

Given the importance of fish movement to the dynamics and maintenance of stream dwelling fish communities from the Atlantic Forest, we analysed patterns of fish movement in a coastal stream from Southeastern Brazil, using mark-recapture technique. Displacement distance of each species were presented and discussed considering seasonal (rainy and dry) and body size patterns. We marked 10 species along the stream and recaptured 440 (34.6%) of the 1,270 marked fishes. The species with significant number of upstream moving individuals were Astyanax janeiroensis, Characidium interruptum, Astyanax hastatus, Parotocinclus maculicauda and Awaous tajasica. Only Pimelodella lateristriga presented significant differences between resident and moving individuals. Characidium interruptum and A. tajasica demonstrated greater downstream and upstream movement, respectively, moving up to 2,100 m. Even after controlling for species identity we found no significant correlation between fish length and individual displacement distance. Fishes moved longer distances during the rainy season, in accordance to the breeding season. Patterns of fish movement were in agreement to life-history traits of many of the studied species and can be reflecting specific behaviour and morphologies.(AU)


Considerando-se a importância do movimento de peixes para a dinâmica e manutenção das comunidades de peixes de riachos da mata Atlântica, nós analisamos os padrões de movimento de peixes de um riacho costeiro do sudeste do Brasil, usando a técnica da marcação e recaptura. Avaliamos a distância do deslocamento de cada espécie e também se os padrões de movimento apresentavam alguma relação com a estação do ano (chuva e seca) e o tamanho do corpo. Marcamos 10 espécies ao longo do riacho e recapturamos 400 (34.6%) dos 1.270 peixes marcados. As espécies com número significativo de indivíduos se movendo para cima foram Astyanax janeiroensis, Characidium interruptum, Astyanax hastatus, Parotocinclus maculicauda e Awaous tajasica. Apenas Pimelodella lateristriga apresentou diferenças significativas entre os indivíduos residentes e em movimento. Characidium interruptum e A. tajasica foram as espécies com maior movimento tanto para baixo como para cima, respectivamente, se movendo até mais de 2.100 m. Mesmo após controlar a identidade das espécies, não registramos correlação significativa entre o comprimento e a distância individual do deslocamento. Registramos maiores densidades de peixes se movendo para montante durante a época de chuvas, em coincidência com a estação reprodutiva. Os padrões de movimento registrados estão de acordo com os componentes da história de vida de várias das espécies estudadas, e podem estar refletindo componentes morfológicos e comportamentais específicos.(AU)


Assuntos
Animais , Peixes/classificação , Reprodução , Migração Animal , Rios
3.
Acta sci., Biol. sci ; 32(2): 153-158, abr.-jun.2010. graf, map
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1460649

Resumo

Este estudo tem por objetivo testar a influência da temperatura na taxametabólica de viperídeos como um mecanismo básico de origem dos padrões espaciais deriqueza desse grupo na América do Sul, como proposto por Allen et al. (2002) dentro daTeoria Metabólica em Ecologia. Para isso, testamos a relação entre o logaritmo natural dariqueza de espécies de viperídeos e o inverso da temperatura (em Kelvin, 1000*K-1), apóscorrigir os efeitos da autocorrelação espacial, e verificamos se a reta estimada apresentainclinação de -9,0*T. As variáveis apresentaram baixo índice de correlação (r2 = 0,216; p <0,0001), com uma inclinação da reta de -3,737*T (C.I. (95%) ± 0,379). Os resultadosindicaram que os viperídeos não respondem à variação de temperatura da mesma forma queos demais grupos testados, uma vez que o intervalo de confiança para o ângulo da retaestimada não contempla o valor -9,0*T, como predito pelo modelo. O presente estudosugere que o padrão espacial da riqueza de espécies de viperídeos na América do Sul éestruturado por outros parâmetros além da temperatura, não contemplados no modelo deAllen et al. (2002).


The aim of this study was to testthe influence of temperature on metabolic rates of viperid species as the underlyingmechanism to explain the richness pattern of this group in South America, following theMetabolic Theory of Ecology (MTE) proposed by Allen et al. (2002). We tested MTEpredictions by considering the relationship between the natural logarithm of viperid speciesrichness and the inverse of temperature (in Kelvin, 1000*K-1) after to correct for spatialautocorrelation effects and to check whether the linear function presents a slope of -9.0*T.The relationship between variables presented low correlation coefficient (r2 = 0.216; P <0.0001) and a slope of -3.737*T (C.I. (95%) ± 0.379).These results showed that viperidsrespond in a different way to the temperature gradient in comparison with other taxa andthe prediction of Allen et al. (2002), since the confidence interval of slope in this case doesnot include the value of -9.0*T. This study demonstrates that temperature is not the soledriver of broad-scale spatial pattern of viperid species richness in South America.


Assuntos
Animais , Ecologia , Viperidae
4.
Acta Sci. Biol. Sci. ; 32(2): 153-158, abr.-jun.2010. graf, mapas
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-6734

Resumo

Este estudo tem por objetivo testar a influência da temperatura na taxametabólica de viperídeos como um mecanismo básico de origem dos padrões espaciais deriqueza desse grupo na América do Sul, como proposto por Allen et al. (2002) dentro daTeoria Metabólica em Ecologia. Para isso, testamos a relação entre o logaritmo natural dariqueza de espécies de viperídeos e o inverso da temperatura (em Kelvin, 1000*K-1), apóscorrigir os efeitos da autocorrelação espacial, e verificamos se a reta estimada apresentainclinação de -9,0*T. As variáveis apresentaram baixo índice de correlação (r2 = 0,216; p <0,0001), com uma inclinação da reta de -3,737*T (C.I. (95%) ± 0,379). Os resultadosindicaram que os viperídeos não respondem à variação de temperatura da mesma forma queos demais grupos testados, uma vez que o intervalo de confiança para o ângulo da retaestimada não contempla o valor -9,0*T, como predito pelo modelo. O presente estudosugere que o padrão espacial da riqueza de espécies de viperídeos na América do Sul éestruturado por outros parâmetros além da temperatura, não contemplados no modelo deAllen et al. (2002).(AU)


The aim of this study was to testthe influence of temperature on metabolic rates of viperid species as the underlyingmechanism to explain the richness pattern of this group in South America, following theMetabolic Theory of Ecology (MTE) proposed by Allen et al. (2002). We tested MTEpredictions by considering the relationship between the natural logarithm of viperid speciesrichness and the inverse of temperature (in Kelvin, 1000*K-1) after to correct for spatialautocorrelation effects and to check whether the linear function presents a slope of -9.0*T.The relationship between variables presented low correlation coefficient (r2 = 0.216; P <0.0001) and a slope of -3.737*T (C.I. (95%) ± 0.379).These results showed that viperidsrespond in a different way to the temperature gradient in comparison with other taxa andthe prediction of Allen et al. (2002), since the confidence interval of slope in this case doesnot include the value of -9.0*T. This study demonstrates that temperature is not the soledriver of broad-scale spatial pattern of viperid species richness in South America.(AU)


Assuntos
Animais , Ecologia , Viperidae
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