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1.
Ci. Rural ; 43(4)2013.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-708577

Resumo

The effects of a training program on V200, HRpeak and worked distance were evaluated in two horse breeds with distinct aptitudes. Five Arabian (GA) and five Crioulo (GC) adult horses were subjected to incremental exercise tests on a 6% slope, which consisted of 5 minutes at 1.8m s-1, 3 minutes at 4m s-1, 2 minutes at 6m s-1, then 1 minute steps at 8m s-1, 9m s-1, 10m s-1 and 11m s-1 or until the horse could not keep up the speed even being encouraged. V200 was achieved through linear regression analyses of heart rate vs. speed. Individual maximum oxygen uptake (VO2máx) was determined to establish speed during 9 weeks of training, being 35% of the VO2máx for 5 weeks, 50% for 2 weeks, and 100% for two additional weeks. Horses were exercised once a day, for 5 days a week, on a 6% slope. Mean V200 before training (M0) was 7.4±0.5m s-1 and 7.4±1.,2m s-1, for GA and GC, respectively, and after training (M1) was 7.8±0.8m s-1 and 7.0±0.7m s-1, for GA and GC, respectively. Mean HRpeak at M0 was 221.6±9.0 and 207.4±7.3 for GA and GC, respectively, and 226.0±8.4 and 215.0±7.7 at M1,for GA and GC respectively. Worked distance at M0 was 3391.0±252.0 and 2446.0±96.3 for GA e GC respectively, and at M1 was 3850.8±462.2 and 2698.6±335.8 for GA and GC respectively. No significant differences were observed between groups (P=0.4643) or moments (P=1.0) for V200. To HRpeak. there was statistical difference only between groups (P=0.0064). For the index of the distance traveled there was statistical difference between groups (P=0.0002) and moments (P=0.0092). Training probably conditioned horses to anticipate exercise when taken to the treadmill, therefore increasing heart rate and being an influence on V200 values. V200 was considered ineffective to assess differences in athletic performance between breeds and to evaluate the effect of treadmill training. Therefore it is necessary to associate other performance indicators as the distance to ensure appropriate interpretation of training effect programs on equine performance.


Avaliou-se o efeito do treinamento em esteira sobre a velocidade na qual a frequência cardíaca (FC) atinge o valor de 200 batimentos por minuto (V200), frequência cardíaca pico (FCpico) e sobre a distância percorrida em duas raças de equinos com aptidões diferentes. Para tanto, foram utilizados cinco equinos adultos da raça Árabe (GA) e cinco da raça Crioula (GC), submetidos ao teste padrão de exercício progressivo (TPEP) com inclinação da esteira de 6%, velocidade inicial de 1,8m s-1 por 5 minutos, fases a 4m s-1 por 3 minutos, a 6m s-1 por 2 minutos e fases a 8m s-1, 9m s-1, 10m s-1 e 11m s-1 por 1 minuto cada, até os cavalos não acompanharem a velocidade da esteira, mesmo sendo estimulados. A V200 de cada cavalo foi determinada através da regressão linear da FC versus a velocidade antes (M0) e após o treinamento (M1). O consumo máximo de oxigênio (VO2max) individual foi determinado para o cálculo da carga de trabalho nas nove semanas de treinamento, sendo cinco semanas com a carga de 35% VO2max, duas a 50% VO2max e duas a 100% VO2max. Os exercícios foram realizados uma vez por dia, cinco dias por semana e com inclinação de 6%. A média da V200 antes do treinamento (M0) foi 7,4±0,5 e 7,4±1,2m s-1, para o GA e GC, respectivamente, e após o treinamento (M1) foi 7,8±0,8 e 7,0±0,7m s-1, para o GA e GC, respectivamente. A média da FCpico no M0 foi 221,6±9,0 e 207,4±7,3bpm para o GA e GC, respectivamente, e no M1 foi 226,0±8,4 e 215,0±7,7bpm, para o GA e GC, respectivamente. A distância percorrida em metros no M0 foi de 3.391,0±252,0 e 2.446,0±96,3m para o GA e GC respectivamente, e no M1 foi de 3.850,8±462,2 e 2.698,6±335,8m para o GA e GC, respectivamente. Para a V200, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos (P=0,4643) e os momentos (P=1,0). Para a FCpico, houve diferença estatística entre os grupos (P=0,0064), mas não entre os momentos (P=0,1348) . Para a distância percorrida, houve diferença estatística entre os grupos (P=0,0002) e entre os momentos (P=0,0092). Provavelmente, o treinamento condicionou os equinos a antecipar o exercício quando encaminhados à esteira, elevando a FC e influenciando nos valores da V200. Conclui-se que a V200 foi ineficaz para a constatação de diferenças no desempenho atlético entre as duas raças e para avaliação do efeito do treinamento em esteira. Demonstrando a necessidade da associação de outros índices de desempenho como a distância percorrida para assegurar a devida interpretação do efeito de programas de treinamento sobre o desempenho de equinos em testes físicos de exercício.

2.
Ci. Rural ; 43(4)2013.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-708303

Resumo

The effects of a training program on V200, HRpeak and worked distance were evaluated in two horse breeds with distinct aptitudes. Five Arabian (GA) and five Crioulo (GC) adult horses were subjected to incremental exercise tests on a 6% slope, which consisted of 5 minutes at 1.8m s-1, 3 minutes at 4m s-1, 2 minutes at 6m s-1, then 1 minute steps at 8m s-1, 9m s-1, 10m s-1 and 11m s-1 or until the horse could not keep up the speed even being encouraged. V200 was achieved through linear regression analyses of heart rate vs. speed. Individual maximum oxygen uptake (VO2máx) was determined to establish speed during 9 weeks of training, being 35% of the VO2máx for 5 weeks, 50% for 2 weeks, and 100% for two additional weeks. Horses were exercised once a day, for 5 days a week, on a 6% slope. Mean V200 before training (M0) was 7.4±0.5m s-1 and 7.4±1.,2m s-1, for GA and GC, respectively, and after training (M1) was 7.8±0.8m s-1 and 7.0±0.7m s-1, for GA and GC, respectively. Mean HRpeak at M0 was 221.6±9.0 and 207.4±7.3 for GA and GC, respectively, and 226.0±8.4 and 215.0±7.7 at M1,for GA and GC respectively. Worked distance at M0 was 3391.0±252.0 and 2446.0±96.3 for GA e GC respectively, and at M1 was 3850.8±462.2 and 2698.6±335.8 for GA and GC respectively. No significant differences were observed between groups (P=0.4643) or moments (P=1.0) for V200. To HRpeak. there was statistical difference only between groups (P=0.0064). For the index of the distance traveled there was statistical difference between groups (P=0.0002) and moments (P=0.0092). Training probably conditioned horses to anticipate exercise when taken to the treadmill, therefore increasing heart rate and being an influence on V200 values. V200 was considered ineffective to assess differences in athletic performance between breeds and to evaluate the effect of treadmill training. Therefore it is necessary to associate other performance indicators as the distance to ensure appropriate interpretation of training effect programs on equine performance.


Avaliou-se o efeito do treinamento em esteira sobre a velocidade na qual a frequência cardíaca (FC) atinge o valor de 200 batimentos por minuto (V200), frequência cardíaca pico (FCpico) e sobre a distância percorrida em duas raças de equinos com aptidões diferentes. Para tanto, foram utilizados cinco equinos adultos da raça Árabe (GA) e cinco da raça Crioula (GC), submetidos ao teste padrão de exercício progressivo (TPEP) com inclinação da esteira de 6%, velocidade inicial de 1,8m s-1 por 5 minutos, fases a 4m s-1 por 3 minutos, a 6m s-1 por 2 minutos e fases a 8m s-1, 9m s-1, 10m s-1 e 11m s-1 por 1 minuto cada, até os cavalos não acompanharem a velocidade da esteira, mesmo sendo estimulados. A V200 de cada cavalo foi determinada através da regressão linear da FC versus a velocidade antes (M0) e após o treinamento (M1). O consumo máximo de oxigênio (VO2max) individual foi determinado para o cálculo da carga de trabalho nas nove semanas de treinamento, sendo cinco semanas com a carga de 35% VO2max, duas a 50% VO2max e duas a 100% VO2max. Os exercícios foram realizados uma vez por dia, cinco dias por semana e com inclinação de 6%. A média da V200 antes do treinamento (M0) foi 7,4±0,5 e 7,4±1,2m s-1, para o GA e GC, respectivamente, e após o treinamento (M1) foi 7,8±0,8 e 7,0±0,7m s-1, para o GA e GC, respectivamente. A média da FCpico no M0 foi 221,6±9,0 e 207,4±7,3bpm para o GA e GC, respectivamente, e no M1 foi 226,0±8,4 e 215,0±7,7bpm, para o GA e GC, respectivamente. A distância percorrida em metros no M0 foi de 3.391,0±252,0 e 2.446,0±96,3m para o GA e GC respectivamente, e no M1 foi de 3.850,8±462,2 e 2.698,6±335,8m para o GA e GC, respectivamente. Para a V200, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos (P=0,4643) e os momentos (P=1,0). Para a FCpico, houve diferença estatística entre os grupos (P=0,0064), mas não entre os momentos (P=0,1348) . Para a distância percorrida, houve diferença estatística entre os grupos (P=0,0002) e entre os momentos (P=0,0092). Provavelmente, o treinamento condicionou os equinos a antecipar o exercício quando encaminhados à esteira, elevando a FC e influenciando nos valores da V200. Conclui-se que a V200 foi ineficaz para a constatação de diferenças no desempenho atlético entre as duas raças e para avaliação do efeito do treinamento em esteira. Demonstrando a necessidade da associação de outros índices de desempenho como a distância percorrida para assegurar a devida interpretação do efeito de programas de treinamento sobre o desempenho de equinos em testes físicos de exercício.

3.
Artigo em Português | LILACS-Express | VETINDEX | ID: biblio-1479361

Resumo

The effects of a training program on V200, HRpeak and worked distance were evaluated in two horse breeds with distinct aptitudes. Five Arabian (GA) and five Crioulo (GC) adult horses were subjected to incremental exercise tests on a 6% slope, which consisted of 5 minutes at 1.8m s-1, 3 minutes at 4m s-1, 2 minutes at 6m s-1, then 1 minute steps at 8m s-1, 9m s-1, 10m s-1 and 11m s-1 or until the horse could not keep up the speed even being encouraged. V200 was achieved through linear regression analyses of heart rate vs. speed. Individual maximum oxygen uptake (VO2máx) was determined to establish speed during 9 weeks of training, being 35% of the VO2máx for 5 weeks, 50% for 2 weeks, and 100% for two additional weeks. Horses were exercised once a day, for 5 days a week, on a 6% slope. Mean V200 before training (M0) was 7.4±0.5m s-1 and 7.4±1.,2m s-1, for GA and GC, respectively, and after training (M1) was 7.8±0.8m s-1 and 7.0±0.7m s-1, for GA and GC, respectively. Mean HRpeak at M0 was 221.6±9.0 and 207.4±7.3 for GA and GC, respectively, and 226.0±8.4 and 215.0±7.7 at M1,for GA and GC respectively. Worked distance at M0 was 3391.0±252.0 and 2446.0±96.3 for GA e GC respectively, and at M1 was 3850.8±462.2 and 2698.6±335.8 for GA and GC respectively. No significant differences were observed between groups (P=0.4643) or moments (P=1.0) for V200. To HRpeak. there was statistical difference only between groups (P=0.0064). For the index of the distance traveled there was statistical difference between groups (P=0.0002) and moments (P=0.0092). Training probably conditioned horses to anticipate exercise when taken to the treadmill, therefore increasing heart rate and being an influence on V200 values. V200 was considered ineffective to assess differences in athletic performance between breeds and to evaluate the effect of treadmill training. Therefore it is necessary to associate other performance indicators as the distance to ensure appropriate interpretation of training effect programs on equine performance.


Avaliou-se o efeito do treinamento em esteira sobre a velocidade na qual a frequência cardíaca (FC) atinge o valor de 200 batimentos por minuto (V200), frequência cardíaca pico (FCpico) e sobre a distância percorrida em duas raças de equinos com aptidões diferentes. Para tanto, foram utilizados cinco equinos adultos da raça Árabe (GA) e cinco da raça Crioula (GC), submetidos ao teste padrão de exercício progressivo (TPEP) com inclinação da esteira de 6%, velocidade inicial de 1,8m s-1 por 5 minutos, fases a 4m s-1 por 3 minutos, a 6m s-1 por 2 minutos e fases a 8m s-1, 9m s-1, 10m s-1 e 11m s-1 por 1 minuto cada, até os cavalos não acompanharem a velocidade da esteira, mesmo sendo estimulados. A V200 de cada cavalo foi determinada através da regressão linear da FC versus a velocidade antes (M0) e após o treinamento (M1). O consumo máximo de oxigênio (VO2max) individual foi determinado para o cálculo da carga de trabalho nas nove semanas de treinamento, sendo cinco semanas com a carga de 35% VO2max, duas a 50% VO2max e duas a 100% VO2max. Os exercícios foram realizados uma vez por dia, cinco dias por semana e com inclinação de 6%. A média da V200 antes do treinamento (M0) foi 7,4±0,5 e 7,4±1,2m s-1, para o GA e GC, respectivamente, e após o treinamento (M1) foi 7,8±0,8 e 7,0±0,7m s-1, para o GA e GC, respectivamente. A média da FCpico no M0 foi 221,6±9,0 e 207,4±7,3bpm para o GA e GC, respectivamente, e no M1 foi 226,0±8,4 e 215,0±7,7bpm, para o GA e GC, respectivamente. A distância percorrida em metros no M0 foi de 3.391,0±252,0 e 2.446,0±96,3m para o GA e GC respectivamente, e no M1 foi de 3.850,8±462,2 e 2.698,6±335,8m para o GA e GC, respectivamente. Para a V200, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos (P=0,4643) e os momentos (P=1,0). Para a FCpico, houve diferença estatística entre os grupos (P=0,0064), mas não entre os momentos (P=0,1348) . Para a distância percorrida, houve diferença estatística entre os grupos (P=0,0002) e entre os momentos (P=0,0092). Provavelmente, o treinamento condicionou os equinos a antecipar o exercício quando encaminhados à esteira, elevando a FC e influenciando nos valores da V200. Conclui-se que a V200 foi ineficaz para a constatação de diferenças no desempenho atlético entre as duas raças e para avaliação do efeito do treinamento em esteira. Demonstrando a necessidade da associação de outros índices de desempenho como a distância percorrida para assegurar a devida interpretação do efeito de programas de treinamento sobre o desempenho de equinos em testes físicos de exercício.

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