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1.
Ciênc. rural (Online) ; 53(5): e20210578, 2023. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | VETINDEX | ID: biblio-1404250

Resumo

ABSTRACT: Ethical and moral issues surround the practice of animal euthanasia, which often damages the veterinarian's mental health, leading to psychological problems and even suicide. This study aimed to evaluate veterinarians' perceptions about euthanasia and the possible implications of the practice for their mental health and seek to identify gaps in the training of these professionals. Data collection occurred by applying an online questionnaire sent to veterinarians working in the Brazilian territory. Among the 243 participants, 78% said they did not have classes that broadly addressed the practice of animal euthanasia and dysthanasia during undergraduate disciplines; in addition, 71% claimed that they did not address subjects such as medical ethics, psychology, mental health, and verbal communication. The vast majority (90%) considered not trained to deal with patient death, and 67% have already questioned whether the procedure was the best alternative. The presence of sadness after performing euthanasia was frequent among participants. Small animal clinicians were more susceptible to the presence of this feeling when compared to a veterinarian from other areas. Most veterinarians (86%) believed that the practice of animal euthanasia poses risks to the performer's mental health, and 89% claimed that it influences their mental health. 17% of the participants were using controlled medications during the research period. So, given these findings, it is evident that animal euthanasia negatively affects the mental health of those who perform it. Measures are needed to minimize the impacts arising from the practice, aiming to improve this population's health and well-being.


RESUMO: A prática da eutanásia animal é circundada por questões éticas e morais, o que resulta, muitas vezes, em prejuízo à saúde mental do veterinário, podendo levar ao desenvolvimento de problemas psíquicos e mesmo ao suicídio. O presente trabalho teve como objetivo avaliar as percepções do médico veterinário a respeito da eutanásia e as possíveis implicações da prática à sua saúde mental, além de buscar identificar lacunas acerca do tema na formação destes profissionais. A coleta dos dados ocorreu mediante aplicação de questionário online encaminhado a médicos veterinários atuantes no território brasileiro. Dentre os 243 participantes, 78% afirmaram não ter tido durante a graduação disciplinas que abordassem de forma ampla a prática da eutanásia e distanásia animal; além disso, 71% alegaram que conteúdos como ética médica, psicologia, saúde mental e comunicação verbal não foram tratados. A grande maioria (90%) considera não ter sido preparado para lidar com a morte de seus pacientes e 67% já questionaram se o procedimento era o melhor a se fazer naquele momento. Á presença de tristeza após realização de uma eutanásia apresentou-se de forma frequente entre os participantes. Os clínicos de pequenos animais mostraram-se mais suscetível à presença deste sentimento quando comparados aos veterinários de outras áreas. A maior parte dos médicos veterinários (86%) acredita que a prática da eutanásia animal pode oferecer riscos a saúde mental do realizador e 89% afirmam que a mesma pode ter influencia sobre sua saúde mental. Sendo que, 17% dos participantes estavam fazendo uso de medicamentos controlados durante o período da pesquisa. Diante desses achados, evidencia-se que a prática da eutanásia animal repercute negativamente na saúde mental de quem a executa, sendo necessárias medidas que minimizem os impactos advindos da prática, visando melhoria na saúde e bem-estar desta população.

2.
Ciênc. rural (Online) ; 53(5): 1-11, 2023. ilus, tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: biblio-1412927

Resumo

Ethical and moral issues surround the practice of animal euthanasia, which often damages the veterinarian's mental health, leading to psychological problems and even suicide. This study aimed to evaluate veterinarians' perceptions about euthanasia and the possible implications of the practice for their mental health and seek to identify gaps in the training of these professionals. Data collection occurred by applying an online questionnaire sent to veterinarians working in the Brazilian territory. Among the 243 participants, 78% said they did not have classes that broadly addressed the practice of animal euthanasia and dysthanasia during undergraduate disciplines; in addition, 71% claimed that they did not address subjects such as medical ethics, psychology, mental health, and verbal communication. The vast majority (90%) considered not trained to deal with patient death, and 67% have already questioned whether the procedure was the best alternative. The presence of sadness after performing euthanasia was frequent among participants. Small animal clinicians were more susceptible to the presence of this feeling when compared to a veterinarian from other areas. Most veterinarians (86%) believed that the practice of animal euthanasia poses risks to the performer's mental health, and 89% claimed that it influences their mental health. 17% of the participants were using controlled medications during the research period. So, given these findings, it is evident that animal euthanasia negatively affects the mental health of those who perform it. Measures are needed to minimize the impacts arising from the practice, aiming to improve this population's health and well-being.


A prática da eutanásia animal é circundada por questões éticas e morais, o que resulta, muitas vezes, em prejuízo à saúde mental do veterinário, podendo levar ao desenvolvimento de problemas psíquicos e mesmo ao suicídio. O presente trabalho teve como objetivo avaliar as percepções do médico veterinário a respeito da eutanásia e as possíveis implicações da prática à sua saúde mental, além de buscar identificar lacunas acerca do tema na formação destes profissionais. A coleta dos dados ocorreu mediante aplicação de questionário online encaminhado a médicos veterinários atuantes no território brasileiro. Dentre os 243 participantes, 78% afirmaram não ter tido durante a graduação disciplinas que abordassem de forma ampla a prática da eutanásia e distanásia animal; além disso, 71% alegaram que conteúdos como ética médica, psicologia, saúde mental e comunicação verbal não foram tratados. A grande maioria (90%) considera não ter sido preparado para lidar com a morte de seus pacientes e 67% já questionaram se o procedimento era o melhor a se fazer naquele momento. Á presença de tristeza após realização de uma eutanásia apresentou-se de forma frequente entre os participantes. Os clínicos de pequenos animais mostraram-se mais suscetível à presença deste sentimento quando comparados aos veterinários de outras áreas. A maior parte dos médicos veterinários (86%) acredita que a prática da eutanásia animal pode oferecer riscos a saúde mental do realizador e 89% afirmam que a mesma pode ter influencia sobre sua saúde mental. Sendo que, 17% dos participantes estavam fazendo uso de medicamentos controlados durante o período da pesquisa. Diante desses achados, evidencia-se que a prática da eutanásia animal repercute negativamente na saúde mental de quem a executa, sendo necessárias medidas que minimizem os impactos advindos da prática, visando melhoria na saúde e bem-estar desta população.


Assuntos
Medicina Veterinária/ética , Saúde Mental , Médicos Veterinários , Eutanásia Animal
3.
Ciênc. anim. bras. (Impr.) ; 11(3): 477-481, 2010.
Artigo em Inglês, Português | VETINDEX | ID: biblio-1473007

Resumo

Progestágenos para a sincronização de estro têm sido utilizados como rotina em propriedades com melhor controle reprodutivo. A produção de radicais livres, estresse oxidativo, está relacionada com os níveis de progesterona circulante. O estresse oxidativo é responsável pela agressão à membrana celular, causando lise e a formação de lipoperóxidos. Neste trabalho, buscou-se avaliar o efeito compensatório de antioxidantes (vitaminas C e E) associados ao implante de progesterona exógena (P4), utilizada em protocolos de sincronização de estro em fêmeas bovinas. Vinte e cinco fêmeas bovinas foram divididas aleatoriamente em cinco grupos: 1) controle sem implante de P4; 2) implante de P4; 3) implante de P4 + vitamina C e E; 4) implante de P4 + vitamina E; 5) implante de P4 + vitamina C. Avaliaram-se a lipoperoxidação lipídica, através da mensuração de substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBA-RS), e a enzima glutationa peroxidase (GSHpx), nos dias zero e sete do protocolo de sincronização de estro. A utilização de vitamina E, neste experimento, apresentou uma maior taxa de prenhez; entretanto, existe a necessidade de validar esses resultados, antes que seu uso seja preconizado em fêmeas bovinas sincronizadas com P4.


Estrus synchronization with progesterone is commonly used in farms with better reproductive control. Free radicals production, i.e. oxidative stress, is associated with progesterone levels. The oxidative stress is responsible for aggression to the cellular membrane, leading to a lise and lipoperoxide formation. In this work, the antioxidant compensatory effect (Vitamins C and E) associated with the exogenous progesterone implant (P4), used in estrus synchronization protocols in cattle, was evaluated. Twenty-five cows were randomly selected in 5 different groups: 1) control without P4, 2) control with P4, 3) P4 + vitamin C and E, 4) P4 + vitamin E, 5) P4 + vitamin C. The lipid lipoperoxidation was measured trough Thiobarbituric acid reactive substances (TBA-RS) and Glutatione Peroxidase enzyme (GSHpx) at days 0 and 7 of the estrus synchronization protocol. The use of vitamin E, in this experiment, showed a better pregnancy rate, however, the results must be validated before orienting the use of the vitamin in cows synchronized with P4.


Assuntos
Bovinos , Antioxidantes/farmacologia , Bovinos/classificação , Reprodução , Progesterona/administração & dosagem
4.
Ciênc. anim. bras. (Impr.) ; 11(3): 477-481, 2010.
Artigo em Inglês, Português | VETINDEX | ID: vti-4073

Resumo

Progestágenos para a sincronização de estro têm sido utilizados como rotina em propriedades com melhor controle reprodutivo. A produção de radicais livres, estresse oxidativo, está relacionada com os níveis de progesterona circulante. O estresse oxidativo é responsável pela agressão à membrana celular, causando lise e a formação de lipoperóxidos. Neste trabalho, buscou-se avaliar o efeito compensatório de antioxidantes (vitaminas C e E) associados ao implante de progesterona exógena (P4), utilizada em protocolos de sincronização de estro em fêmeas bovinas. Vinte e cinco fêmeas bovinas foram divididas aleatoriamente em cinco grupos: 1) controle sem implante de P4; 2) implante de P4; 3) implante de P4 + vitamina C e E; 4) implante de P4 + vitamina E; 5) implante de P4 + vitamina C. Avaliaram-se a lipoperoxidação lipídica, através da mensuração de substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBA-RS), e a enzima glutationa peroxidase (GSHpx), nos dias zero e sete do protocolo de sincronização de estro. A utilização de vitamina E, neste experimento, apresentou uma maior taxa de prenhez; entretanto, existe a necessidade de validar esses resultados, antes que seu uso seja preconizado em fêmeas bovinas sincronizadas com P4.(AU)


Estrus synchronization with progesterone is commonly used in farms with better reproductive control. Free radicals production, i.e. oxidative stress, is associated with progesterone levels. The oxidative stress is responsible for aggression to the cellular membrane, leading to a lise and lipoperoxide formation. In this work, the antioxidant compensatory effect (Vitamins C and E) associated with the exogenous progesterone implant (P4), used in estrus synchronization protocols in cattle, was evaluated. Twenty-five cows were randomly selected in 5 different groups: 1) control without P4, 2) control with P4, 3) P4 + vitamin C and E, 4) P4 + vitamin E, 5) P4 + vitamin C. The lipid lipoperoxidation was measured trough Thiobarbituric acid reactive substances (TBA-RS) and Glutatione Peroxidase enzyme (GSHpx) at days 0 and 7 of the estrus synchronization protocol. The use of vitamin E, in this experiment, showed a better pregnancy rate, however, the results must be validated before orienting the use of the vitamin in cows synchronized with P4.(AU)


Assuntos
Bovinos , Antioxidantes/farmacologia , Reprodução , Bovinos/classificação , Progesterona/administração & dosagem
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