Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 1 de 1
Filtrar
Mais filtros

Base de dados
Ano de publicação
Tipo de documento
Intervalo de ano de publicação
1.
Acta amaz. ; 51(3): 181-190, 2021. mapas, tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-32249

Resumo

Plant spacing is a potential driver of tree form and yield in forest plantations. However, its effects on the productivity of tree plantations in the Amazon are still little known. This study examined the effects of six spacing regimes (3 x 4, 4 x 4, 4 x 5, 5 x 5, 5 x 6, and 6 x 6 m) on the growth and morphometry of a 20-year-old plantation of Bertholletia excelsa. We observed high, spacing-independent survival (> 70%). For timber production purposes, intermediate and two large spacing regimes tended to higher values of yield components, mainly diameter, biomass, and volume, although some did not differ significantly from the smallest spacing. One of the intermediate spacings (5 x 5 m) tended to higher commercial height. Tree crowns tended to be wider and longer in the larger spacings, which indicates the potential of these regimes for fruit production. Tree crowns exceeded the vital growth space in all spacing regimes, which suggests the need for thinning before the age of 20 years in all spacings to reduce intraspecific competition and increase yield. We estimated that a density of 84 remaining trees per hectare would be necessary to reach an average diameter of 40 cm at the age of 20 years. Thus, B. excelsa had high survival in the tested range of spacing regimes, while the intermediate and the largest spacing regimes led to better tree growth and morphometry.(AU)


O espaçamento de plantio determina a forma e produtividade das árvores em plantações florestais. Entretanto, seus efeitos sobre a produtividade de plantações de espécies arbóreas da Amazônia ainda são pouco compreendidos. Objetivou-se examinar os efeitos de seis regimes de espaçamento (3 x 4, 4 x 4, 4 x 5, 5 x 5, 5 x 6, e 6 x 6 m) sobre o crescimento e morfometria de plantações de Bertholletia excelsa aos 20 anos de idade. Observamos alta sobrevivência independentemente do espaçamento (> 70%). Para fins de produção de madeira, os regimes de espaçamento intermediário e dois maiores apresentaram valores mais altos de características de produção, principalmente diâmetro, biomassa e volume, embora alguns não diferiram significativamente do menor espaçamento. Um dos espaçamentos intermediários (5 x 5 m) tendeu a maior altura comercial. As copas das árvores tenderam a ser mais largas e longas nos espaçamentos maiores, indicando potencial desses regimes para a produção de frutos. As copas das árvores excederam o espaço vital de crescimento em todos os espaçamentos, sugerindo a necessidade de desbaste antes dos 20 anos em todos os espaçamentos, para reduzir a competição intraespecífica e aumentar a produtividade. Estimamos que uma densidade de 84 árvores remanescentes por hectare seria necessária para atingir um diâmetro médio de 40 cm aos 20 anos. Portanto, B. excelsa apresentou alta sobrevivência em todos os regimes de espaçamento testados, enquanto os regimes de espaçamento intermediário e maiores proporcionaram melhor crescimento e morfometria das árvores.(AU)


Assuntos
Bertholletia/química , Bertholletia/crescimento & desenvolvimento , 24444 , Agricultura Florestal
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA