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1.
Ars vet ; 31(2)2015.
Artigo em Português | LILACS-Express | VETINDEX | ID: biblio-1463379

Resumo

Em busca de adjuvantes de nova geração para uso na formulação de vacinas contra patógenos virais, o trabalho teve como objetivo preparar nanopartículas de quitosana para encapsular o VBI. Foi utilizado uma suspensão da estirpe H120 atenuada do VBI em líquido córion-alantóide (LCA) para a formulação das nanopartículas por meio da técnica de gelificação iônica. Foram testadas diferentes concentrações de quitosana, ácido acético e tripolifosfato de sódio (TPP) e em diferentes condições de pH. Para o preparo das nanopartículas, um volume da suspensão viral em LCA foi adicionado a 10 volumes da solução de quitosana previamente preparada e, a essa mistura depois de agitada, foram adicionados 5 volumes de TPP, deixando-se essa mistura sob agitação por mais 10 minutos. As nanopartículas foram separadas por duas centrifugações seguidas, sendo armazenado o sobrenadante enquanto que o precipitado, contendo as nanopartcículas foi ressuspendido em PBS. O tamanho das nanopartículas foi medido no aparelho Zetasizer e a eficiência do encapsulamento foi avaliada pela dosagem de proteína presente no sobrenandante através da técnica de Bradford e pela detecção do RNA genômico viral por RT-PCR. Os resultados demonstraram que as concentrações de quitosana e TPP e o pH influenciaram na geração das nanopartículas, sendo que a melhor formulação foi obtida com a quitosana a 0,2%, o TPP a 0,2% e em p

2.
Ars vet ; 29(4)2013.
Artigo em Português | LILACS-Express | VETINDEX | ID: biblio-1463092

Resumo

A Doença de Newcastle é uma enfermidade viral e de rápido poder de disseminação, acometendo uma ampla gama de espécies de aves domésticas e silvestres, em adição às da espécie Gallus gallus. Numerosos testes sorológicos foram desenvolvidos para detectar anticorpos contra o vírus da doença de Newcastle (VDN), como o teste de inibição da hemaglutinação (HI), que apresenta dificuldades de padronização para análise de soros de algumas espécies de aves silvestres e o método indireto de ELISA. Este último, entretanto, não é adequado para a detecção de anticorpos da maioria das espécies de aves não galiformes, uma vez que as imunoglobulinas dessas aves não reagem de forma cruzada com conjugados imunoenzimáticos anti-IgG de galinha, usados nos kits comerciais de ELISA para o VDN. Como ensaio sorológico alternativo, o método de C-CON A-ELISA foi desenvolvido nesse estudo para a detecção e quantificação de anticorpos contra VDN em soros de pombos de vida livre. Na compara&c

3.
Ars vet ; 29(4)2013.
Artigo em Português | LILACS-Express | VETINDEX | ID: biblio-1463107

Resumo

A proteção contra as cepas homólogas de IBV é geralmente obtida pela imunização com vacinas contendo cepas atenuadas. No entanto, a variação em algumas proteínas estruturais do IBV resulta em falha da vacina contra cepas heterólogas circulantes no campo. Neste estudo, foram medidas as respostas imunitárias humorais, utilizando um teste ELISA em aves vacinadas e não vacinadas com a cepa Massachusetts H120 e desafiados com uma cepa virulenta de Massachusetts, ou com uma cepa variante. Os grupos experimentais de galinhas SPF vacinadas ou não com a cepa Massachusetts no dia 2 e desafiados no dia 21 com a cepa variante, ou com a cepa virulenta de Massachusetts, foram testadas. Amostras de sangue e lágrimas foram coletadas aos 4, 7, 11, 14 e 21 dias pós-infecção (dpi), para medir os níveis de IgM, IgA e anticorpos anti-IBV IgG. Os resultados mostraram que a IgM sérica e lacrimal, começou a aumentar no quarto dpi, atingindo o pico de concentração no sétimo dpi e em seguida diminuído para os níveis basais até 21 dpi. A IgA foi detectada somente na lágrima, alcançando seu pico aos 14

4.
Ars vet ; 29(4)2013.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-764908

Resumo

A Doença de Newcastle é uma enfermidade viral e de rápido poder de disseminação, acometendo uma ampla gama de espécies de aves domésticas e silvestres, em adição às da espécie Gallus gallus. Numerosos testes sorológicos foram desenvolvidos para detectar anticorpos contra o vírus da doença de Newcastle (VDN), como o teste de inibição da hemaglutinação (HI), que apresenta dificuldades de padronização para análise de soros de algumas espécies de aves silvestres e o método indireto de ELISA. Este último, entretanto, não é adequado para a detecção de anticorpos da maioria das espécies de aves não galiformes, uma vez que as imunoglobulinas dessas aves não reagem de forma cruzada com conjugados imunoenzimáticos anti-IgG de galinha, usados nos kits comerciais de ELISA para o VDN. Como ensaio sorológico alternativo, o método de C-CON A-ELISA foi desenvolvido nesse estudo para a detecção e quantificação de anticorpos contra VDN em soros de pombos de vida livre. Na compara&c

5.
Ars vet ; 29(4)2013.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-32716

Resumo

A proteção contra as cepas homólogas de IBV é geralmente obtida pela imunização com vacinas contendo cepas atenuadas. No entanto, a variação em algumas proteínas estruturais do IBV resulta em falha da vacina contra cepas heterólogas circulantes no campo. Neste estudo, foram medidas as respostas imunitárias humorais, utilizando um teste ELISA em aves vacinadas e não vacinadas com a cepa Massachusetts H120 e desafiados com uma cepa virulenta de Massachusetts, ou com uma cepa variante. Os grupos experimentais de galinhas SPF vacinadas ou não com a cepa Massachusetts no dia 2 e desafiados no dia 21 com a cepa variante, ou com a cepa virulenta de Massachusetts, foram testadas. Amostras de sangue e lágrimas foram coletadas aos 4, 7, 11, 14 e 21 dias pós-infecção (dpi), para medir os níveis de IgM, IgA e anticorpos anti-IBV IgG. Os resultados mostraram que a IgM sérica e lacrimal, começou a aumentar no quarto dpi, atingindo o pico de concentração no sétimo dpi e em seguida diminuído para os níveis basais até 21 dpi. A IgA foi detectada somente na lágrima, alcançando seu pico aos 14

6.
Ars vet ; 31(2)2015.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-32930

Resumo

Em busca de adjuvantes de nova geração para uso na formulação de vacinas contra patógenos virais, o trabalho teve como objetivo preparar nanopartículas de quitosana para encapsular o VBI. Foi utilizado uma suspensão da estirpe H120 atenuada do VBI em líquido córion-alantóide (LCA) para a formulação das nanopartículas por meio da técnica de gelificação iônica. Foram testadas diferentes concentrações de quitosana, ácido acético e tripolifosfato de sódio (TPP) e em diferentes condições de pH. Para o preparo das nanopartículas, um volume da suspensão viral em LCA foi adicionado a 10 volumes da solução de quitosana previamente preparada e, a essa mistura depois de agitada, foram adicionados 5 volumes de TPP, deixando-se essa mistura sob agitação por mais 10 minutos. As nanopartículas foram separadas por duas centrifugações seguidas, sendo armazenado o sobrenadante enquanto que o precipitado, contendo as nanopartcículas foi ressuspendido em PBS. O tamanho das nanopartículas foi medido no aparelho Zetasizer e a eficiência do encapsulamento foi avaliada pela dosagem de proteína presente no sobrenandante através da técnica de Bradford e pela detecção do RNA genômico viral por RT-PCR. Os resultados demonstraram que as concentrações de quitosana e TPP e o pH influenciaram na geração das nanopartículas, sendo que a melhor formulação foi obtida com a quitosana a 0,2%, o TPP a 0,2% e em p

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