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1.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 71(5): 1741-1744, set.-out. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1038676

Resumo

Em seres humanos, a adiponectinemia está associada à obesidade e ao risco aumentado a uma ampla variedade de cânceres. Embora o papel dessa adipocina esteja bem documentado na patogênese do câncer em humanos, tal associação permanece a ser determinada em cães. Nesses animais, a relação da adiponectina com a carcinogênese parece ser ainda meramente especulativa. Nesse contexto, buscou-se nesta investigação comparar os níveis séricos de adiponectina em fêmeas hígidas e em portadoras de carcinomas mamários com diagnóstico histopatológico de carcinoma mamário tubular simples estágio 4, com comprometimento de linfonodos, porém sem metástases a distância detectadas. Foi observado que as cadelas diagnosticadas com carcinoma mamário tiveram níveis séricos de adiponectina significativamente menores (média de 3,72±1,54µg/mL, P<0,05) em relação às fêmeas consideradas hígidas (média de 5,61±2,18µgl/mL), sugerindo associação entre câncer e hipoadiponectinemia similar à encontrada em humanos. Em relação à idade e ao peso corporal dos animais do estudo, não foi encontrada diferença significativa entre os grupos. Os resultados encontrados nas cadelas portadoras de carcinoma mamário do presente estudo corroboram a associação já descrita em humanos entre ocorrência de carcinogênese e baixos níveis de adiponectina.(AU)


Assuntos
Animais , Feminino , Cães , Adenocarcinoma/sangue , Adenocarcinoma/veterinária , Adiponectina , Obesidade/complicações , Obesidade/veterinária
2.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 71(5): 1741-1744, set.-out. 2019. tab
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-25304

Resumo

Em seres humanos, a adiponectinemia está associada à obesidade e ao risco aumentado a uma ampla variedade de cânceres. Embora o papel dessa adipocina esteja bem documentado na patogênese do câncer em humanos, tal associação permanece a ser determinada em cães. Nesses animais, a relação da adiponectina com a carcinogênese parece ser ainda meramente especulativa. Nesse contexto, buscou-se nesta investigação comparar os níveis séricos de adiponectina em fêmeas hígidas e em portadoras de carcinomas mamários com diagnóstico histopatológico de carcinoma mamário tubular simples estágio 4, com comprometimento de linfonodos, porém sem metástases a distância detectadas. Foi observado que as cadelas diagnosticadas com carcinoma mamário tiveram níveis séricos de adiponectina significativamente menores (média de 3,72±1,54µg/mL, P<0,05) em relação às fêmeas consideradas hígidas (média de 5,61±2,18µgl/mL), sugerindo associação entre câncer e hipoadiponectinemia similar à encontrada em humanos. Em relação à idade e ao peso corporal dos animais do estudo, não foi encontrada diferença significativa entre os grupos. Os resultados encontrados nas cadelas portadoras de carcinoma mamário do presente estudo corroboram a associação já descrita em humanos entre ocorrência de carcinogênese e baixos níveis de adiponectina.(AU)


Assuntos
Animais , Feminino , Cães , Adenocarcinoma/sangue , Adenocarcinoma/veterinária , Adiponectina , Obesidade/complicações , Obesidade/veterinária
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