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Polypropylene meshes coated with chitosan/polyethylene glycol for the reconstruction of the abdominal wall: an experimental study in rats / Telas de polipropileno revestidas com o filme de quitosana/polietilenoglicol para a reconstrução da parede abdominal: estudo experimental em ratos

Rodrigues, D. F; Mendes, F. F; Melo, R. M; Menezes, L. B; Guimarães, L. L. B; Silva, A. S; Rammazzina Filho, W. A; Moraes, A. M; Paulo, N. M.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online); 71(4): 1198-1206, jul.-ago. 2019. tab, graf, ilus
Artigo em Inglês | | ID: biblio-1038616

Resumo

The aim of this study was to characterize the tissue reactions triggered by the polypropylene mesh coated with chitosan and polyethylene glycol film, and if it's able to prevent the formation of peritoneal adhesions. Defects in the abdominal wall of rats were induced and polypropylene meshes coated with chitosan/polyethylene glycol (CPEG group, n= 12) and uncoated (PP control group, n= 12) were implanted. On the fourth and forty-fifth postoperative day the formation of adhesion and the tissue reaction to the biomaterial was evaluated through histological and histochemical analysis. The area (P= 0.01) and severity (P= 0.002) of the adhesion was significatively less in the CPEG group. On the fourth day the foreign body reaction was less intense in CPEG group (P= 0.018) and the production of collagen fibers was more intense in this group (P= 0.041). The tissue reactions caused by the biomaterials were similar on the 45th day, with the exception of the high organization of collagen fibers in the CPEG group. The CPEG meshes did not fully prevent the formation of adhesions, but minimized the severity of the process. The foreign body reaction promoted by polypropylene meshes coated with CPEG is less intense than that triggered by uncoated polypropylene meshes.(AU)
O objetivo deste estudo foi caracterizar as reações tissulares desencadeadas pela tela de polipropileno revestida com o filme de quitosana e polietilenoglicol e verificar se ela é capaz de prevenir a formação de aderências peritoneais. Um defeito na parede abdominal dos ratos foi realizado, e as telas de polipropileno revestidas com quitosana/polietilenoglicol (grupo CPEG, n= 12) e sem revestimento (grupo controle PP, n= 12) foram implantadas. No quarto e no 45º dia pós-operatório, avaliou-se a formação de aderências e a reação tecidual ao biomaterial por análise histológica e histoquímica. A área (P= 0,01) e a severidade (P= 0,002) da aderência peritoneal foram significativamente menores no grupo CPEG no 45º dia. No quarto dia, observou-se que a reação do corpo estranho foi menor no grupo CPEG (P= 0,018), e a produção de fibras de colágeno mais intensa (P= 0,041). As reações tissulares causadas pelos biomateriais implantados foram semelhantes no 45º dia, com exceção da melhor organização das fibras colágenas no grupo CPEG. As telas CPEG não impediram completamente a formação de aderências, porém minimizaram a gravidade do processo. A reação de corpo estranho promovida por telas de polipropileno revestidas com CPEG é menos intensa do que a desencadeada por telas de polipropileno não revestidas.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1