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Subproduct of the wine industry to replace forage for feeding confined ovine / Coproduto da indústria de vitivinificação como substituto ao volumoso na alimentação de ovinos confinados

Ávila, Mozer Manneti de; Mayens, Mariane Castro; Halfen, Jéssica; Barbosa, Antônio Amaral; Silveira, Rutiele; Freitas, Karen Cruz; Corrêa, Marcio Nunes; Brauner, Cássio Cassal.
Rev. bras. saúde prod. anim; 22: e2122202021, 2021. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-1341214

Resumo

The aim of the present study was to evaluate the ingestive behavior of sheep receiving alternative food with grape pomace to replace roughage, as well as its impacts on the rumen environment. It was observed that BU had higher TOC, TRAM and pH of the ruminal liquid, while there was less TRU (P < 0,05). As for the other parameters, no significant differences were found. In this study, just as the feeding time was not influenced due to the similarity of the concentrate: roughage ratio in the diet, the protozoan count did not change. This finding reinforces the possibility of using grape marc as a tool for formulating feed, reducing the risk of ruminal disturbances. It was observed that the group control had lower TRAM, indicating that the diet of this group promoted greater microbial activity and, consequently, greater digestibility, corroborating the already observed TOC. This result was the opposite of what was expected, since the grape pomace has probiotic properties, precisely because the fruits have more fungi and bacteria in their microbiota. This also confirms that the co-products of vitiviniculture can act as promoters of the intestinal health of ruminants, justifying further studies in order to improve this use. Therefore, the use of wine by-products is an alternative to reduce production costs, as its use in diets for confined sheep can improve the performance of the animals, increasing the total feed consumption and improving microbial activity.
O objetivo do presente estudo foi avaliar o comportamento ingestivo de ovinos recebendo ração alternativa com bagaço de uva em substituição ao volumoso, bem como seus impactos no ambiente ruminal. Observou-se que a BU apresentou maiores COT, TRAM e pH do líquido ruminal, enquanto houve menor TRU (P <0,05). Quanto aos demais parâmetros, não foram encontradas diferenças significativas. Neste estudo, assim como o tempo de alimentação não foi influenciado pela similaridade da relação concentrado: volumoso na dieta, a contagem de protozoários não se alterou. Esse achado reforça a possibilidade do uso do bagaço de uva como ferramenta na formulação de rações, reduzindo o risco de distúrbios ruminais. Observou-se que o grupo controle apresentou menor TRAM, indicando que a dieta desse grupo promoveu maior atividade microbiana e, consequentemente, maior digestibilidade, corroborando o COT já observado. Esse resultado foi o oposto do esperado, já que o bagaço de uva tem propriedades probióticas, justamente porque os frutos possuem mais fungos e bactérias em sua microbiota. Isso também confirma que os coprodutos da vitivinicultura podem atuar como promotores da saúde intestinal de ruminantes, justificando novos estudos no sentido de aprimorar esse uso. Portanto, a utilização de subprodutos do vinho é uma alternativa para reduzir os custos de produção, pois seu uso em dietas para ovinos confinados pode melhorar o desempenho dos animais, aumentando o consumo total de ração e melhorando a atividade microbiana.
Biblioteca responsável: BR1.1