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Molecular characterization and incidence of new tospovirus: Soybean Vein Necrosis Virus (SVNV) in Egypt / Caracterização molecular e incidência de novo tospovírus: Vírus da Necrose da Veia da Soja (SVNV) no Egito

El-Wahab, A S Abd.
Braz. j. biol; 84: e246460, 2024. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1350310

Resumo

Abstract Field survey study was conducted season (2017). Soybeans and weeds were weekly sampled randomly. Thrips adults were identified and counted. Detection of the virus isolate and the natural incidence was determined using; Mechanical transmission, host range, DAS-ELISA, RT-PCR. The natural incidence thrips individuals was detected depending on the SVNV% in thrips individuals and weeds hosts. Ten thrips species were associated with soybean plants in the field. The most abundant species was T. tabaci, average 256.5 average no.of individuals, followed by F. occidentalis (142.5 average no. of individuals), then N. variabilis (86.6/ average no. of individuals). Fourteen thrips species occurred on 5 legumes field crops and 41 weed plant species within soybean field. The highest average number 40.6.of individuals were recorded on Ammi majus. While the lowest one 3.3 average no. of individuals were on Urtica urens. Only 21diagnostic plant species were susceptible to infection with SVNV. G. max and Vigna radiate, were the highest percentage of infection 80% followed by V. unguilata & N. benthamiana, 75%. Egyptian isolate of Soybean vein necrosis virus (SVNV) in this study showed a high degree of similarity and it is closely related to TSWV from Egypt (DQ479968) and TCSV from USA (KY820965) with nucleotide sequence identity of 78%. Four thrips species transmitted SVNV (F. fusca 4.0%, F. schultzei 4.3%, F. tritici 3.3% and N. variabilis 68.0% transmission). Both C. phaseoli and M. sjostedti can acquire the virus but unable to transmit it. The following species; T. tabaci, F. occidentalis, S. dorsallis and T. palmi cannot acquire or transmit SVNV. The incidence of SVNV in the field started by the end of July then increased gradualy from 12.7 to 71.3% by the end of the season. In conclusion, few thrips individuals invaded soybean crops are enough to transmit high rate of SVNV within the crop. Furthermore, several vector species are also abundant on weeds, which are the major sources of soybean viruses transmitted to the crops. This information might be important for control and reduce the incidence of SVNV infection.
Resumo O estudo de pesquisa de campo foi realizado na temporada (2017). A soja e as ervas daninhas foram amostradas semanalmente de forma aleatória. Tripes adultos foram identificados e contados. A detecção do vírus isolado e a incidência natural foram determinadas usando transmissão mecânica, gama de hospedeiros, DAS-ELISA, RT-PCR. A incidência natural de tripes em indivíduos foi detectada dependendo da % de SVNV em tripes e hospedeiros infestantes. Dez espécies de tripes foram associadas a plantas de soja no campo. A espécie mais abundante foi T. tabaci, com média de 256,5 número médio de indivíduos, seguida por F. occidentalis (142,5) e N. variabilis (86,6 / número médio de indivíduos). Catorze espécies de tripes ocorreram em 5 culturas de leguminosas e 41 espécies de plantas daninhas dentro de campos de soja. O maior número médio de 40,6 indivíduos foi registrado em Ammi majus. Enquanto o mais baixo, 3,3 número médio de indivíduos, foi no Urtica urens. Apenas 21 espécies de plantas diagnosticadas foram suscetíveis à infecção com SVNV. G. max e Vigna radiate foram os maiores percentuais de infecção, 80%, seguidos por V. unguilata e N. benthamiana, 75%. O isolado egípcio neste estudo mostrou um alto grau de similaridade e está intimamente relacionado ao TSWV do Egito (DQ479968) e ao TCSV dos EUA (KY820965), com identidade de sequência de nucleotídeos de 78%. Quatro espécies de tripes transmitiram SVNV (F. fusca 4,0%, F. schultzei 4,3%, F. tritici 3,3% e N. variabilis 68,0% de transmissão). Tanto C. phaseoli quanto M. sjostedti podem adquirir o vírus, mas não podem transmiti-lo. As seguintes espécies, T. tabaci, F. occidentalis, S. dorsallis e T. palmi não podem adquirir ou transmitir SVNV. A incidência de SVNV no campo, iniciada no final de julho, aumentou gradativamente de 12,7 para 71,3% no final da temporada. Em conclusão, poucos indivíduos de tripes invadiram a cultura da soja e são suficientes para transmitir alta taxa de SVNV dentro da cultura. Além disso, várias espécies de vetores também abundam em ervas daninhas, que são as principais fontes dos vírus da soja transmitidos às lavouras. Essas informações podem ser importantes para controlar e reduzir a incidência de infecção por SVNV.
Biblioteca responsável: BR1.1