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Experimental infection by Borrelia anserina strain PL in Gallus gallus / Infecção experimental de Borrelia anserina cepa PL em Gallus gallus

Cepeda, Marcio Barizon; Cordeiro, Matheus Dias; Baêta, Bruna de Azevedo; Fonseca, Adivaldo Henrique da.
Semina ciênc. agrar; 42(4): 2429-2438, jul.-ago. 2021. tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: biblio-1370919

Resumo

Avian borreliosis is a tick-borne acute septicemic disease that affects a variety of avian species and is caused by the bacterium Borrelia anserina. The present study aimed to establish the infection dynamics of B. anserina in experimentally infected Gallus gallus to determine its impact on the health and weight gain of the animals. Forty G. gallus were divided into four groups. Group 1 (G1) included 10 animals inoculated intramuscularly (IM) with 250µL of blood serum containing 3.7x106 spirochetes per milliliter. Group 2 (G2) included 10 animals inoculated IM with 250µL of saline 0.9%. Group 3 (G3) included 10 animals infested with four Argas miniatus nymphs (3rd instar) infected with B. anserina strain PL. Group 4 (G4) included 10 animals infested with four A. miniatus nymphs (3rd instar) free of infection by B. anserina. The number of spirochetes in the blood was directly proportional to the appearance of clinical signs and symptoms. This is the first study showing the experimental clinical evolution of the B. anserina PL strain in G. gallus. Additionally, the first assessments of spirochetaemia are presented, based on the direct count of bacteria in the serum by a Neubauer chamber, during the infection.(AU)
Borreliose aviária é uma doença septicêmica aguda transmitida por carrapatos que afeta uma variedade de espécies aviárias e é causada pela bactéria Borrelia anserina. O presente estudo teve como objetivo estabelecer a dinâmica da infecção de B. anserina em Gallus gallus experimentalmente infectados e determinar seu impacto na saúde e no ganho de peso dos animais. Quarenta G. gallus foram divididos em quatro grupos. O Grupo 1 (G1) incluiu 10 animais inoculados por via intramuscular (IM) com 250µL de soro sanguíneo contendo 3,7x106 espiroquetas por mL; Grupo 2 (G2) incluiu 10 animais inoculados IM com 250µL de soro fisiológico 0,9%; Grupo 3 (G3) incluiu 10 animais infestados com quatro ninfas de Argas miniatus (3º instar) infectadas com B. anserina cepa PL. O Grupo 4 (G4) incluiu 10 animais infestados com quatro ninfas de A. miniatus (3º instar) livres de infecção por B. anserina. O número de espiroquetas no sangue foi diretamente proporcional ao aparecimento de sinais e sintomas clínicos. Este é o primeiro estudo que mostra a evolução clínica experimental da cepa B. anserina PL em G. gallus. Além disso, são apresentadas as primeiras avaliações da espiroquetemia, baseadas na contagem direta da bactéria no soro por uma câmara de Neubauer, durante a infecção.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1