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Diastolic function is impaired in dogs with myxomatous mitral valve disease / Disfunção diastólica em cães com doença mixomatosa da valva mitral

Camacho, R. R; Sousa, M. G; Franco, R. P; Gava, F. N; Camacho, A. A.
Ars vet; 32(1): 16-23, 2016. tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: biblio-1463411

Resumo

Myxomatous mitral valve disease (MMVD) is the most common cardiac disease in dogs, and the echocardiogram is required to investigate the degree of remodeling and the intensity of cardiac dysfunction. Therefore, the aim of this study was to assess diastolic function in dogs with MMVD in different stages, and to compare them with healthy animals. This study enrolled 12 mature dogs with MMVD, which were subdivided in two groups: stage B2 (n=7) and stage C (n=5). Also, 9 healthy adult dogs were recruited to serve as controls. Several echocardiographic data were obtained for the assessment of diastolic function, as well as some parameters intended to evaluate the cardiac structure and systolic function, which were used to search for correlations with the diastolic parameters. Concerning diastolic function, a significant difference was found to exist between groups for the peak velocity of left ventricular slow filling, the isovolumic relaxation time, and the mitral annular velocities at early and late diastole. These findings are associated with the structural and hemodynamic changes ascribed to the progression of MMVD and the intensification of congestive heart failure. The indices calculated from the peak velocity of left ventricular rapid filling and the mitral annular velocities obtained at early and late diastole also differed between healthy and diseased dogs. Because some of these indices aresurrogates for left ventricular filling pressure and the congestive status of the patient, the results of this study are supportive of the relationship between the progression of MMVD and diastolic impairment, besides the eccentric structural remodeling attributable to this cardiac disease.
A degeneração mixomatosa da valva mitral (DMVM) é a cardiopatia de maior prevalência em cães e a ecocardiografia é necessária para avaliar o grau de remodelamento e a intensidade da disfunção cardíaca. Assim, o escopo desta pesquisa foi avaliar a função diastólica em cães com DMVM em diferentes estágios, comparando-os com cães saudáveis. Foram arrolados 12 cães adultos portadores de DMVM, os quais foram subdivididos em dois grupos: estágio B2 (n=7) e estágio C (n=5). Além disso, foi constituído um grupo controle com 9 cães adultos clinicamente saudáveis. Foram obtidos parâmetros ecocardiográficos para avaliação da função diastólica, assim como algumas variáveis para avaliação estrutural do coração e da função sistólica, as quais foram empregadas para investigar correlações com os parâmetros diastólicos. No tocante à função diastólica, houve diferença significativa entre grupos na avaliação da velocidade máxima do enchimento ventricular esquerdo lento, do tempo de relaxamento isovolumétrico e das velocidades anulares da mitral em início e final da diástole. Tais resultados refletem modificações estruturais e hemodinâmicas que acompanham a progressão da enfermidade mitral e a intensificação da insuficiência cardíaca congestiva. Os índices calculados a partir das relações entre a velocidade máxima do enchimento ventricular esquerdo rápido e as velocidades anulares da mitral, bem como entre asvelocidades anulares da mitral obtidas no início e final da diástole, também foram diferentes entre cães saudáveis eenfermos. Como alguns desses parâmetros refletem a pressão de enchimento do ventrículo esquerdo e o estado congestivo do paciente, os resultados desta pesquisa apontam para a relação existente entre a progressão da DMVM e o prejuízo diastólico, além do remodelamento estrutural excêntrico que acompanha essa enfermidade.
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1