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Enrichment of Artemia sp. with autochthonous probiotics at different levels in larviculture of piauçu Megaleporinus macrocephalus

Barros, Francisco Alex Lima; Dias, Joel Artur Rodrigues; Abe, Higo Andrade; Costa Júnior, Keber Santos; Sousa, Natalino da Costa; Cordeiro, Carlos Alberto Martins; Fujimoto, Rodrigo Yudi.
Bol. Inst. Pesca (Impr.); 49: e800, 2023. graf, tab, ilus
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: biblio-1509706

Resumo

The research investigated the effect of dietary supplementation with Artemia sp. enriched with the autochthonous probiotic Enterococcus faecium on growth performance, microbiota modulation, intestinal morphology, and resistance to pathogenic bacteria of Megaleporinus macrocephalus larvae. The study evaluated four treatments (C: without probiotics; T1: 1 × 104; T2: 1 × 106; and T3: 1 × 108 CFU·mL-1) in quadruplicates. The larvae (n = 160; weight = 5.3 ± 2.3 mg and length = 3.73 ± 0.4 mm) were distributed in 16 L containers at a density of 10 larvae·L-1 for 20 days. The productive performance, survival, gut microbiology, and histology were measured. The larvae were also submitted to acute challenge against the pathogenic bacterium Aeromonas hydrophila. The results showed that supplementation with 1 × 108 CFU·mL-1 promotes greater gain in length (13.78 ± 0.40 cm) and total weight (0.08 ± 0.002 g), higher counts of lactic acid bacteria and lower total heterotrophic in the intestines (7.11 ± 0.30; 0.12 ± 0.09 log CFU·g-1, respectively) and larger villi (0.26 ± 0.03 µm). Diets containing probiotics influenced the animals' resistance to acute infection, with a lower accumulated mortality in T3 (33% ± 11.54%) and a higher one in C+ (93% ± 11.54%). Thus, probiotic supplementation with the autochthonous bacterium E. faecium (1 × 108 CFU·mL-1) provides zootechnical improvement, villus increase and greater resistance to infections.(AU)
A pesquisa investigou o efeito da suplementação dietética com Artemia sp. enriquecida com o probiótico autóctone Enterococcus faecium no desempenho do crescimento, modulação da microbiota, morfologia intestinal e resistência a bactérias patogênicas em larvas de Megaleporinus macrocephalus. O estudo avaliou quatro tratamentos (C: sem probióticos; T1: 1 × 104; T2: 1 × 106; e T3: 1 × 108 UFC·mL-1) em quadruplicata. As larvas (n = 160; peso = 5,3 ± 2,3 mg e comprimento = 3,73 ± 0,4 mm) foram distribuídas em recipientes de 16 L na densidade de 10 larvas·L-1 por 20 dias. Desempenho produtivo, sobrevivência, microbiologia e histologia intestinal foram medidos. As larvas também foram submetidas a desafio agudo contra a bactéria patogênica Aeromonas hydrophila. Os resultados mostraram que a suplementação com 1 × 108 UFC·mL-1 promoveu maior ganho de comprimento (13,78 ± 0,40 cm) e peso total (0,08 ± 0,002 g), maior contagem de bactérias lácticas e menor de heterotróficos totais nos intestinos (7,11 ± 0,30; 0,12 ± 0,09 log UFC·g-1, respectivamente) e maiores vilosidades (0,26 ± 0,03 µm). As dietas contendo probióticos influenciaram a resistência dos animais à infecção aguda, com menor mortalidade acumulada em T3 (33,33% ± 11,54%) e maior em C+ (93,33% ± 11,54%). Assim, a suplementação probiótica com a bactéria autóctone E. faecium(1 × 108 UFC·mL-1) proporciona melhora zootécnica, aumento de vilosidades e maior resistência a infecções.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1