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Isolation of Clostridium perfringens and C. difficile in crab-eating fox ( Cerdocyon thous - Linnaeus 1776) from Northeastern Brazil / Isolamento de Clostridium perfringens e C. difficile em cachorro-do-mato (Cerdocyon thous - Linnaeus 1776) da região Nordeste do Brasil

Almeida, J. C; Silva, R. O. S; Lobato, F. C. F; Mota, R. A.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online); 70(6): 1709-1713, nov.-dez. 2018. ilus
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-969642

Resumo

The aim of the present study was to isolate Clostridium perfringens and C. difficile in crab-eating fox (Cerdocyon thous) from Northeastern Brazil. Stool samples of 18 captive crab-eating foxes from four states of Northeastern Brazil (Alagoas, Bahia, Paraíba e Pernambuco) were collected and subjected to C. perfringens and C. difficile isolation. Suggestive colonies of C. perfringens were then analyzed for genes encoding the major C. perfringens toxins (alpha, beta, epsilon and iota), beta-2 toxin (cpb2), enterotoxin (cpe), and NetB- (netB) and NetF- (netF) encoding genes. C. difficile strains were analyzed by multiplex-PCR for a housekeeping gene (tpi), toxins A (tcdA) and B (tcdB) and a binary toxin gene (cdtB). Unthawed aliquots of stool samples positive for toxigenic C. difficile were subjected to a commercial ELISA to evaluate the presence of A/B toxins. Clostridium perfringens (type A) was isolated from five (27%) samples, and only one sample was positive for beta-2 enconding gene (cpb2). Two (11%) stool samples were positive for C. difficile, but negative for A/B toxins. These two wild canids were also positive for C. perfringens type A. This is the first report of C. difficile in crab-eating fox.(AU)
O objetivo deste estudo foi isolar Clostridium perfringens e C. difficile em cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) da região Nordeste do Brasil. Amostras de fezes de 18 cachorros-do-mato mantidos em cativeiro e oriundos de quatro estados da região Nordeste do Brasil (Alagoas, Bahia, Paraíba e Pernambuco) foram coletadas e submetidas a isolamento de C. perfringens e C. difficile. As colônias sugestivas de C. perfringens foram analisadas para os genes que codificam as principais toxinas de C. perfringens (alfa, beta, épsilon e iota), toxina beta-2 (cpb2), enterotoxina (cpe) e NetB- (netB) e NetF- (netF). As cepas de C. difficile foram analisadas por PCR-multiplex para o gene tpi, toxinas A (tcdA) e B (tcdB) e um gene de toxina binária (cdtB). Alíquotas de amostras de fezes positivas para C. difficile toxigênico foram submetidas a um ELISA comercial para avaliar a presença de toxinas A/B. Clostridium perfringens (tipo A) foi isolado de cinco (27%) amostras, e apenas uma amostra foi positiva para o gene da toxina beta-2 (cpb2). Duas (11%) amostras de fezes foram positivas para C. difficile, mas negativas para toxinas A/B. Estes dois canídeos silvestres também foram positivos para C. perfringens tipo A. Este é o primeiro relato de C. difficile em cachorro-do-mato.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1