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Apparent digestibility and rumen protozoal profile of sheep fed cassava wastewater / Digestibilidade aparente e perfil de protozoários no rúmen em ovinos alimentados com manipueira

Santana Neto, José Adelson; Martinele, Isabel; Cedrola, Franciane; Santos, Gladston Rafael de Arruda; Muniz, Evandro Neves; Souza, Erick Yanomami Barros; Castro Filho, Edivilson Silva; D'Agosto, Marta.
R. bras. Saúde Prod. Anim.; 18(2): 327-336, abr.-jun. 2017. tab, ilus
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-15304

Resumo

The effects of cassava wastewater on nutrient digestibility and rumen protozoa were evaluated in 32 Santa Inês sheep fed a diet with Tifton hay, ground corn cob, and concentrate, containing 0, 500, 1000, or 1500 mL cassava wastewater. Uncastrated sheep at an average age of 167 days and average weight of 25.3 kg were housed in individual stalls and distributed in a randomized complete design with four treatments and eight replicates. The experimental period was 70 days: 15 days for adaptation to the diets and 60 days to collect the ingredients and diets supplied. Prior to this stage, the animals were adapted to the consumption of cassava wastewater, in collective cages, for seven days. Apparent digestibility was determined by partial feces collection and by using the LIPE® external marker in 250-mg capsules. The apparent digestibility of nutrients did not differ (P>0.05) in relation to the cassava wastewater levels tested. Eleven genera of rumen protozoa were identified, and they formed a community that, except for Ophryoscolex, did not differ among the cassava wastewater treatments with respect to composition. However, Entodinium species were observed at a higher density (P<0.05) in sheep that received 1500 mL of cassava wastewater. The use of cassava wastewater in the sheep diet does not affect the digestibility of nutrients or composition of rumen protozoa; however, it causes a significant increase in Entodinium density.(AU)
Os efeitos da manipueira sobre a digestibilidade de nutrientes e protozoários ruminais foram avaliados utilizando-se 32 ovinos Santa Inês submetidos a dietas compostas por feno de Tifton, rolão de milho e concentrado, acrescidas de 0, 500, 1000 ou 1500 mL de manipueira. Foram utilizados ovinos não castrados com idade media de 167 dias e com peso médio e aproximadamente 25,3 kg. Foram alojados em gaiolas individuais e distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamentos e oito repetições. O período experimental foi de 70 dias: 15 dias para adaptação às dietas e 60 dias para coleta dos ingredientes e rações. Antes desta fase, os animais foram adaptados ao consumo de manipueira em gaiolas coletivas durante um período de 7 dias. A digestibilidade aparente foi determinada pela coleta parcial de fezes e pelo uso do marcador externo LIPE® em cápsulas de 250 mg. A digestibilidade aparente dos nutrientes avaliados não diferiu (P>0,05) em relação aos níveis de manipueira estudados. Onze gêneros de protozoários foram identificados, compondo uma comunidade que à exceção de Ophryoscolex, não diferiu entre os tratamentos em sua composição. Entretanto, as espécies de Entodiniumapresentaram maior densidade (P<0,05) em ovinos que receberam 1500 mL de manipueira. O uso da manipueira na dieta de ovinos não afeta a digestibilidade de nutrientes e composição de protozoários ruminais, entretanto, promove aumento significativo na densidade de Entodinium.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1