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Temporal progress of teak rust in a tropical area of Tocantins State, Brazil / Progresso temporal da ferrugem da teca em uma área tropical no Estado do Tocantins, Brasil

Sales, Nathana Izabela Silva; Leão, Evelynne Urzêdo; Correia, Lucas Caius Moreira do Amaral; Siqueira, Chrystian de Assis; Santos, Gil Rodrigues dos.
Acta amaz.; 47(3): 277-280, jul.-set. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-16817

Resumo

Rust, caused by Olivea neotectonae, stands out as the main teak disease, causing premature defoliation regardless of the trees growth stage. In this study, we aimed to assess the temporal progress of rust in adult teak plants in southern Tocantins State (Brazil). Both rust incidence and severity were evaluated and the disease progress curves were obtained, adjusting to monomolecular, logistic and Gompertz mathematical models. Data from incidence and severity were correlated with climate variables collected by the agrometeorological station located in the study area. Rust incidence reached 100% at 98 days after beginning of the evaluations (DBE). The highest severity (equal or above 75%) was observed at 147 DBE. There was a significant and negative correlation between severity and minimum temperature. The adjustment of the Gompertz model suggests that control measures should be aimed primarily to reduce the rate of disease progress.(AU)
A ferrugem, causada por Olivea neotectonae, destaca-se como principal doença da teca, causando desfolha prematura em todos os estádios fenológicos da cultura. O objetivo do estudo foi avaliar o progresso temporal da ferrugem em plantas adultas de teca no sul do Estado do Tocantins. Avaliaram-se a incidência e severidade da ferrugem (escala de notas) e obtiveram-se curvas de progresso da doença, que foram ajustadas aos modelos matemáticos monomolecular, logístico e Gompertz. Correlacionaram-se os dados de incidência e severidade com as variáveis climáticas coletadas na estação meteorológica, localizada na região do estudo. A incidência da ferrugem atingiu 100% aos 98 dias a partir do início das avaliações (DIA). A maior severidade (igual ou acima de 75%) foi observada aos 147 DIA. Houve correlação negativa e significativa entre severidade e temperatura mínima. O ajuste ao modelo de Gompertz sugere que medidas de controle devem ser tomadas objetivando reduzir a taxa de progresso da doença.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1