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Molecular phylogeny and biogeographic history of the Neotropical tribe Glandulocaudini (Characiformes: Characidae: Stevardiinae)

Camelier, Priscila; Menezes, Naércio Aquino; Costa-Silva, Guilherme José; Oliveira, Claudio.
Neotrop. ichthyol; 16(1): [e170157], mar. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-18600

Resumo

Although former studies on systematics and biogeography represent a progress on the knowledge of the tribe Glandulocaudini, none was grounded on molecular evidence. Thus, the first hypothesis of relationships for the tribe based on a multilocus analysis is presented, including all genera and most of the valid species. DNA sequences of Glandulocauda caerulea and Mimagoniates sylvicola were analyzed for the first time. A molecular clock analysis was used to estimate the origin of the Glandulocaudini and the approximate timing of cladogenetic events within the group. Glandulocaudini was recovered as monophyletic. No hypothesis recovered Glandulocauda as monophyletic, since G. melanopleura is sister to Lophiobrycon weitzmani while G. caerulea is closely related to Mimagoniates. The relationships within the latter genus were resolved. The molecular clock results indicate the origin of the Glandulocaudini during the Miocene with diversification in the group occurring from Neogene to Pleistocene. These results corroborated the hypothesis that its origin took place on the Brazilian crystalline shield with the subsequent occupation of the Atlantic Coastal drainages. Apparently, Pleistocene sea-level fluctuations might have shaped the distribution pattern of some species in Glandulocaudini.(AU)
Embora estudos prévios sobre sistemática e biogeografia representam um avanço no conhecimento da tribo Glandulocaudini, nenhum foi baseado em evidência molecular. Assim, a primeira hipótese de relações para a tribo com base em uma análise multilocus é apresentada, incluindo todos os gêneros e a maioria das espécies válidas. Sequências de DNA de Glandulocauda caerulea e Mimagoniates sylvicola foram analisadas pela primeira vez. Uma análise de relógio molecular foi utilizada para estimar a origem de Glandulocaudini e datas aproximadas de eventos cladogenéticos dentro do grupo. Glandulocaudini foi recuperada como monofilética. Nenhuma hipótese recuperou Glandulocauda como monofilético, uma vez que G. melanopleura é irmã de Lophiobrycon weitzmani e G. caerulea está proximamente relacionada a Mimagoniates. As relações dentro deste último gênero foram resolvidas. Os resultados do relógio molecular indicam que Glandulocaudini originou-se durante o Mioceno, com diversificação dentro do grupo ocorrendo desde o Neogeno até o Pleistoceno. Estes resultados corroboram a hipótese da sua origem no escudo cristalino brasileiro, com a subsequente ocupação das drenagens costeiras atlânticas. Aparentemente, as flutuações pleistocênicas do nível do mar podem ter moldado o padrão de distribuição de algumas espécies em Glandulocaudini.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1