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Influência da coloração da água utilizada na higienização de tanques de expansão na qualidade do leite cru refrigerado

Dias, Maiara Fonseca; Condé, Patrícia Rodrigues; Vaneli, Neumara Ribeiro; Martins, Maurilio Lopes.
Hig. alim.; 32(276/277): 108-112, jan.-fev. 2018. tab
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-18704

Resumo

Este trabalho objetivou avaliar a influência da cloração da água utilizada na higienização de tanques de expansão na contagem de Escherichia coli e Pseudomonas sp. do leite cru refrigerado. Amostras de leite cru e de água de18 tanques de expansão foram avaliadas por um ano, sendo que em 9 tanques não havia sistema de cloração da água implantado no decorrer de 12 meses e nos outros 9, por 6 meses não houve cloração da água e nos 6 meses seguintes o sistema foi implantado. Para determinação de E. coli no leite cru e na água utilizou-se a técnica do Número Mais Provável (NMP) e para a contagem de Pseudomonas sp. utilizou-se Ágar Para Isolamento de Pseudomonas (PIA). Constataram- -se valores médios de 1,5NMP/mL e 1,6NMP/mL de E. coli no leite e na água, respectivamente, nas amostras provenientes dos 9 tanques em que a água utilizada não foi clorada por 12 meses. As amostras de leite e água procedentes dos 9 tanques que receberam água clorada durante a limpeza por 6 meses apresentaram em média 1,8NMP/mL e < 1,1 NMP/mL de E.coli, respectivamente. A contagem média de Pseudomonas sp. nas amostras de água procedentes dos 9 tanques em que a água utilizada no processo de limpeza não recebeu cloração por 6 meses e que posteriormente passou a ser clorada foi 1,1x103UFC/mL e 1,2x102UFC/mL, respectivamente. Por outro lado, a média das contagens de Pseudomonas sp. foi de 9,8x104 UFC/mL e 5,1x105 UFC/mL nas amostras de leite procedentes dos tanques em que a água utilizada no processo de limpeza não recebeu cloração por 6 meses e que posteriormente passou a ser clorada, respectivamente, o que indica que esta bactéria acessa o leite cru a partir de diferentes fontes de contaminação, além da água. Assim, a cloração foi eficiente apenas na redução da contagem de E. coli e Pseudomonas sp. na água.(AU)
This study aimed to evaluate the influence of chlorination of water used in the hygiene of expansion tanks in the Escherichia coli and Pseudomonas sp. count of refrigerated raw milk. Samples of raw milk and water from 18 expansion tanks were evaluated for one year, and in 9 tanks there was no water chlorination system implanted during 12 months and in the other 9, for 6 months there was no chlorination of water and in the next 6 months the system was deployed. For determination of E. coli in raw milk and water, the Most Probable Number (MPN) technique was used and for the count of Pseudomonas sp. Pseudomonas Isolation Agar (PIA) was used. Mean values of 1.5 MPN/mL and 1.6 MPN/mL of E. coli in milk and water, respectively, were found in the samples from the 9 tanks where the water used was not chlorinated for 12 months. Samples of milk and water from the 9 tanks that received chlorinated water during the 6-month period showed a mean of1.8 MPN/mL and <1.1 MPN/mL of E. coli, respectively. The mean count of Pseudomonas sp. in the water samples from the 9 tanks where the water used in the cleaning process was not stained for 6 months and then chlorinated was 1.1 x 103 CFU/mL and 1.2 x 102 CFU/mL, respectively. On the other hand, the average of Pseudomonas sp. counts was 9.8 x 104 CFU/ mL and 5.1 x 105 CFU/mL in the milk samples from the tanks in which the water used in the cleaning process was not stained for 6 months and then later chlorinated, respectively, indicating that this bacterium accesses raw milk from different sources of contamination, in addition to water. Thus, chlorination was only effective in reducing the count of E. coli and Pseudomonas sp. from water.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1