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Long-term assessment of a modified tibial tuberosity advancement technique in dogs / Avaliação em longo prazo da técnica de avanço da tuberosidade tibial modificada em cães

Medeiros, R. M; Silva, M. A. M; Teixeira, P. P. M; Chung, D. G; Conceição, M. E. B. A. M; Chierice, G. O; Padilha Filho, J. G; Dias, L. G. G. G.
Arq. bras. med. vet. zootec; 70(4): 1053-1059, jul.-ago. 2018. tab, ilus
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-20653

Resumo

The purpose of study was to assess long-term clinical and radiographic aspects of dogs' stifle joints which had undergone a modified tibial tuberosity advancement technique (mTTA). A total of 15 stifles that had undergone mTTA for CCL disease of 11 patients were included in this study. Assessments involved patient's gait analysis, cranial drawer and tibial compression tests, stifle goniometry range of articular motion, thigh and leg girth and radiographic evidence of progression of osteoarthrosis. Variables were compared between operated and healthy limbs and among moments (M0) on the early postop; (M1) 120 days postop; and (M2) approximately 5 years following surgery. A questionnaire regarding owner's perceptions after approximately 5 years of surgery was assessed. Most dogs presented positive response to cranial drawer and tibial compression tests on operated knees. There was also decrease on goniometry and thigh girth and increase in leg girth. Radiographic evidence of progression of osteoarthritis was seen especially on the long-term follow-up (M2). On gait analysis, most animals presented some degree of lameness in different conditions, in contrast to owners' perceptions. Osteoarthritis still develops in dogs following mTTA surgery for CCL disease. However, owners were overall satisfied with their recovery and would be willing to accept indication of mTTA for dogs with ruptured CCL.(AU)
O objetivo deste estudo foi avaliar, em longo prazo, aspectos clínicos e radiográficos do joelho de cães submetidos à técnica modificada de avanço da tuberosidade da tíbia (mTTA). Um total de 15 joelhos de 11 pacientes foram submetidos à mTTA para correção de doença do ligamento cruzado cranial. A avaliação envolvia análise de marcha do paciente, teste de compressão tibial e de gaveta, goniometria do joelho para amplitude articular, circunferência das pernas e coxas e evidência radiográfica de progressão da osteoartrose. As variáveis foram comparadas entre membros operados e saudáveis e entre os momentos (M0) no pós-operatório imediato; (M1) 120 dias de pós-operatório; e (M2) aproximadamente cinco anos após a cirurgia. Foi avaliado um questionário sobre as percepções do proprietário após aproximadamente cinco anos de cirurgia. A maioria dos cães apresentou resposta positiva aos testes de gavetas e de compressão tibial em joelhos operados. Houve também diminuição na goniometria e na circunferência da coxa e aumento do perímetro das pernas. Evidências radiográficas de progressão da osteoartrite foram observadas especialmente no seguimento de longo prazo (M2). Na análise de marcha, a maioria dos animais apresentou algum grau de claudicação em diferentes condições, em contraste com as percepções dos proprietários. A osteoartrite ainda se desenvolve em cães após a cirurgia de mTTA para doença CCL. No entanto, os proprietários estavam, em geral, satisfeitos com a recuperação dos animais e estavam dispostos a aceitar a indicação de mTTA para cães com doença do ligamento cruzado cranial.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1