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Radiation therapy for advanced canine nasal planum squamous cell carcinoma: case report / A utilização da radioterapia no tratamento do carcinoma de células escamosas de plano nasal canino avançado: relato de caso

Cunha, S. C. S; André, M. M; Corgozinho, K. B; Silva, K. V. G. C; Silva, C. A; Ferreira, A. M. R.
Arq. bras. med. vet. zootec; 72(1): 119-124, Jan.-Feb. 2020. tab, ilus
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-26637

Resumo

This case report describes the outcome of treatment of dogs with advanced (deeply invasive) nasal planum squamous cell carcinomas with palliative or definitive radiation therapy. All dogs were diagnosed with nasal planum squamous cell carcinoma by histopathology, and their owners declined aggressive surgery. Dogs were treated with a cobalt-60 unit, definitive-intent radiation protocol consisting of 15 daily fractions (Monday-Friday) of 2.8 Gy, and palliative radiation protocol consisting of 4 fractions of 8 Gy performed once a week. Three dogs had T3 tumors and three had T4 tumors according to the WHO staging system. Two dogs had tumor complete remission and four had tumor partial remission. Survival time of dogs submitted to radiation therapy was 95-417 days. Radiation acute side effects involved only mild epilation and cutaneous erythema in palliative protocols, and moist desquamation, epilation, mild rhinitis and oral mucositis in definitive-intent RT. Radiation therapy, especially palliative protocols, can be a treatment option for nasal planum squamous cell carcinoma in dogs, when the owner declines aggressive surgery. It may contribute to partial or complete tumor remission and better patient quality of life, even at advanced stages, leading to mild side effects.(AU)
Este relato descreve seis casos de carcinoma de células escamosas de plano nasal canino tratados com radioterapia definitiva ou paliativa. Em todos os casos, o diagnóstico definitivo foi feito mediante biópsia, e os tutores declinaram da cirurgia agressiva. A radioterapia foi realizada utilizando-se um equipamento de cobalto-60, e o protocolo definitivo consistiu de 15 frações de 2,8 Gy, cinco vezes por semana (segunda a sexta), enquanto o protocolo paliativo consistiu de quatro frações de 8 Gy, uma vez por semana. Seis cães foram tratados, entre os quais três tinham tumores em estágio T3 e três em estágio T4, de acordo com a tabela TNM da Organização Mundial da Saúde. Dois animais apresentaram remissão completa do tumor após o tratamento e quatro apresentaram remissão parcial. O tempo de sobrevida variou entre 95-417 dias, sendo que dois animais ainda estão vivos e em observação. Os efeitos colaterais da radioterapia foram apenas epilação e eritema leve, no protocolo paliativo, e epilação, radiodermite úmida, rinite e mucosite oral, no protocolo definitivo. A radioterapia, especialmente no protocolo paliativo, pode ser considerada uma opção de tratamento quando os tutores declinam da cirurgia agressiva. Ela pode contribuir para remissão (parcial ou completa) do tumor e melhor qualidade de vida do paciente, mesmo nos casos avançados, levando a efeitos colaterais mínimos.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1