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Morphometry of infraorbital foramen applied to local anesthesia in hoary fox (Lycalopex vetulus Lund, 1842)

Magalhães, Henrique Inhauser Riceti; Moreira, Mateus Santos; Paula, Ygor Henrique de; Ferreira Junior, Ricardo Lucas; Miglino, Maria Angélica; Silva, Zenon; Carvalho-Barros, Roseâmely Angélica de; Ribeiro, Lucas de Assis.
Ci. Anim. bras.; 212020.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-26752

Resumo

Abstract Whilst considering the need anesthetic techniques supported by species-specific morphology, it has been sought to describe the morphometry of the Hoary Fox's infraorbital foramen with aims at correlating its topography with points of anatomic reference in the skull, thereby providing subsidy for a more effective local anesthetic block in that species. Four skulls of Lycalopex vetulus had been used, from which all of the measurements in each antimere were performed. The infraorbital foramen was located at the maxilla bone, dorsally-wise from the third upper pre-molar tooth, and, from the ventral end of its caudal margin, it would stand apart from the alveolar margin of that bone by 4.19 mm, in average; from the orbital margin at the level of the lacrimal foramen by 14.10 mm; from the dorsal end of the frontal process of the zygomatic bone by 37.10 mm; from the rostral end of the alveolar margin of the first upper incisor tooth by 38.54 mm; and, from the caudal end of the nuchal crest by 100.53mm - at the level of the median sagittal plane; as it also presented a sagittal axis of 5.21 mm in average. It is suggested that, for the Hoary Fox, the needle be introduced by 4.19 mm in contact with the maxilla bone, in a perpendicular fashion, and in a ventral-dorsal orientation from the alveolar margin of the same - whilst using, as an anatomic reference, the diastema that exists between the third and the fourth upper pre-molar teeth.
Resumo Considerando-se a necessidade de técnicas anestésicas respaldadas pela morfologia espécie-específica, objetivou-se descrever a morfometria do forame infraorbital de Raposa-do-campo a fim de correlacionar sua topografia com pontos de referência anatômica no crânio, oferecendo subsídio para um bloqueio anestésico local mais efetivo nesta espécie. Foram utilizados quatro crânios de Lycalopex vetulus, a partir dos quais foram realizadas todas as mensurações em cada antímero. O forame infraorbital localizou-se no osso maxila, dorsalmente ao terceiro dente pré-molar superior e, a partir do extremo caudal de sua margem ventral, distanciou-se, em média, 4,19 mm da margem alveolar desse osso; 14,10 mm da margem orbital ao nível do forame lacrimal; 37,10 mm do extremo dorsal do processo frontal do osso zigomático; 38,54 mm do extremo rostral da margem alveolar do dente incisivo medial superior; e 100,53 mm do extremo caudal da crista nucal ao nível do plano sagital mediano; além de apresentar um eixo sagital com uma média de 5,21 mm. Para a Raposa-do-campo sugere-se que a agulha seja introduzida por 4,19 mm em contato com o osso maxila, de forma perpendicular e em sentido ventrodorsal a partir de sua margem alveolar, utilizando como referência o diastema existente entre o terceiro e quarto dentes pré-molares superiores.
Biblioteca responsável: BR68.1