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Aversão alimentar condicionada a Ipomoea carnea var. fistulosa em ovinos / Conditioned food aversion to Ipomoea carnea var. Fistulosa in sheep

Adrien, Maria de Lourdes; Gardner, Dale; Pfister, James; Pereira, Clairton Marcolongo; Correa, Franklin Riet; Schild, Ana Lucia.
Ci. Rural; 44(2): 362-367, fev. 2014.
Artigo em Português | VETINDEX | ID: vti-26944

Resumo

Quinze ovinos foram adaptados ao consumo de Ipomoea carnea por 36 dias. Posteriormente, foram divididos ao acaso em três grupos de cinco ovinos cada e avertidos com cloreto de lítio (LiCl) (Grupo 1) e Baccharis coridifolia (Grupo 2). O Grupo 3 permaneceu como controle. Os ovinos foram desafiados ao consumo da planta na pastagem e em baias individuais até o 74° dia após o primeiro dia da aversão. Nos dias 14 e 19, o número de ovinos que consumiu I. carnea no Grupo 3 foi significativamente maior que o número de ovinos que consumiu a planta nos Grupos 1 e 2 (P=0,004 e P=0,0004, respectivamente). No dia 24, o número de ovinos que consumiu I. carnea foi significativamente maior no Grupo 3 do que no Grupo 1 (P=0,004). A partir do desafio do dia 29, não houve diferença significativa (P>0,05) no consumo da planta entre os três grupos. A quantidade de I. carnea consumida pelos ovinos do Grupo 3 durante o período do experimento no dia 7 após o primeiro dia da aversão foi significativamente maior do que o consumo das ovelhas dos Grupos 1 e 2 (P=0,0002 e P=0,01, respectivamente). Nos desafios seguintes, não houve diferença na quantidade de I. carnea ingerida pelos ovinos. Na avaliação do comportamento dos ovinos na pastagem infestada por I. carnea, o tempo destinado ao consumo da planta foi de no máximo 2,4%±1,6% do total de tempo de pastejo, não havendo diferença entre os três grupos. I. carnea nunca foi consumida avidamente pelos ovinos experimentais e a aversão incompleta induzida pelos dois agentes utilizados como aversores (LiCl e B. coridifolia) sugere que não seriam eficientes para reduzir ou eliminar o consumo de I. carnea pelos ovinos.(AU)
Fifteen sheep were adapted to consume I. carnea for 36 days. Subsequently sheep were randomly divided into three groups of five sheep each. Group 1 was averted with LiCl, group 2 was averted with B. coridifolia, and Group 3 was the control group. The sheep were periodically tested by exposing to I. carnea in the pasture and in individual pens up to the 74th day after the first day of aversion. On the 14th and 19th days the number of sheep in Group 3 that consumed I. carnea was significantly higher than the number of sheep that consumed I. carnea in Groups 1 and 2 (P=0.004 and P=0.0004, respectively). On day 24 the number of sheep that consumed I. carnea was significantly higher in Group 3 than Group 1 (P=0.004). After the challenge on the 29th day no significant difference (P>0.05) was observed in the consumption of the plant among the three groups. On day 7 of the aversion period control sheep (group 3) consumed more I. carnea than did the sheep from Groups 1 and 2 (P=0.0002 and P=0.01, respectively). After this period there was no difference in the amount of I. carnea ingested by the sheep in other individual challenges. The maximum time spent by the sheep grazing I. carnea was 2.4%±1.6% of the total grazing time and no difference was observed among the groups. I. carnea was never consumed avidly by the experimental sheep, and some LiCl animals did not learn to avoid the plant on a consistent basis. Conditioning an incomplete aversion indicates that neither LiCl or B. coridifolia will work with sheep in field settings to reduce or eliminate consumption of I. carnea.(AU)
Biblioteca responsável: BR68.1
Localização: BR68.1