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In vivo biocompatibility of nanostructured Chitosan/Peo membranes / Biocompatibilidade in vivo de membranas nanoestruturadas de Quitosana/Peo

Vulcani, V A S; Franzo, V S; Rabelo, R E; Rabbers, A S; Assis, B M; D'Ávila, M A; Antoni, S M B.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online); 67(4): 1039-1044, July-Aug. 2015. tab, ilus
Artigo em Inglês | VETINDEX | ID: vti-324229

Resumo

Electrospinning is a technique that allows the preparation of nanofibers from various materials. Chitosan is a natural and abundant easily obtained polymer, which, in addition to those features, proved to be biocompatible. This work used nanostructured chitosan and polyoxyethylene membranes as subcutaneous implants in Wistar rats to evaluate the biocompatibility of the material. Samples of the material and tissues adjacent to the implant were collected 7, 15, 30, 45 and 60 days post-implantation. Macroscopic integration of the material to the tissues was observed in the samples and slides for histopathological examination that were prepared. It was noticed that the material does not stimulate the formation of adherences to the surrounding tissues and that there is initial predominance of neutrophilia and lymphocytosis, with a declining trend according to the increase of time, featuring a non-persistent acute inflammatory process. However, the material showed fast degradation, impairing the macroscopic observation after fifteen days of implantation. It was concluded that the material is biocompatible and that new studies should be conducted, modifying the time of degradation by changes in obtaining methods and verifying the biocompatibility in specific tissues for biomedical applications.(AU)
A eletrofiação é uma técnica que permite a preparação de nanofibras mediante o uso de diversos materiais. A quitosana é um polímero natural, abundante e de fácil obtenção, que, além dessas características, demonstrou ser biocompatível. Este trabalho utilizou membranas nanoestruturadas de quitosana e polióxido de etileno como implantes subcutâneos em ratos Wistar para avaliar a biocompatibilidade do biomaterial. As amostras do material e de tecidos adjacentes ao implante foram retiradas sete, 15, 30, 45 e 60 dias pós-implantação para a observação da integração macroscópica do material aos tecidos e para a preparação de lâminas para exame histopatológico. Verificou-se que o material não estimula a formação de aderências com os tecidos circunvizinhos e que há predominância inicial de neutrofilia e linfocitose, que tendem a decrescer em razão do aumento do tempo, caracterizando um processo inflamatório agudo não persistente. No entanto, o material apresentou degradação rápida, não sendo possível observá-lo macroscopicamente após 15 dias de implantação. Concluiu-se que o material é biocompatível, o que indica que novos estudos devem ser conduzidos, com modificação do tempo de degradação por alterações nos métodos de obtenção e verificação da biocompatibilidade em tecidos específicos para aplicações biomédicas.(AU)
Biblioteca responsável: BR1.1
Localização: BR68.1