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Propolis antimicrobial activity against periodontopathic bacteria

C.E. Gebara, Elaine; A. Lima, Luiz; P.A. Mayer, Marcia.
Braz. J. Microbiol.; 33(4)2002.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-443677

Resumo

Propolis extract antimicrobial activity against periodontopathic (ATCC) bacteria was investigated "in vitro". Bacterial strains tested were: Prevotella intermedia, Prevotella melaninogenica, Porphyromonas gingivalis, Actinobacillus actinomycetemcomitans, Capnocytophaga gingivalis and Fusobacterium nucleatum. Minimal inhibitory concentration (MIC) for the strains tested was determined using the method of broth dilution with the propolis extract in serial concentrations. Results showed MIC of 1 µg/ml for Actinobacillus actinomycetemcomitans and Capnocytophaga gingivalis; and 0.25 µg/ml for Prevotella intermedia, Prevotella melaninogenica, Porphyromonas gingivalis and Fusobacterium nucleatum. Some superinfectant organisms were also tested: Candida albicans susceptibility to propolis ethanolic extract was demonstrated at a concentration of 12 µg/ml. The MIC for Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli and Staphylococcus aureus (wild types) was 14 µg/ml. All periodontal pathogens and superinfectants tested were susceptible to the propolis extract. The positive results suggest that the propolis extract should be further tested as an adjuvant to periodontal therapy.
A atividade antimicrobiana da própolis contra bactérias periodontopatogênicas (ATCC) foi investigada através de testes "in vitro". As cepas bacterianas testadas foram: Prevotella intermedia, Prevotella melaninogenica, Porphyromonas gingivalis, Actinobacillus actinomycetemcomitans, Capnocytophaga gingivalis e Fusobacterium nucleatum. A concentração inibitória mínima (CIM) foi determinada usando-se o método de diluição do extrato de própolis no meio de cultura em diferentes concentrações. Os resultados demonstraram CIM de 1 µg/ml para Actinobacillus actinomycetemcomitans e Capnocytophaga gingivalis; e 0,25 µg/ml para Prevotella intermedia, Prevotella melaninogenica, Porphyromonas gingivalis e Fusobacterium nucleatum. Alguns microrganismos que desempenham "in vivo" papel de superinfectantes também foram testados: a susceptibilidade de Candida albicans ao extrato etanólico de própolis foi observada na concentração de 12 µg/ml. A CIM para Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli e Staphylococcus aureus (tipo selvagem) foi de 14 µg/ml. Todos os patógenos periodontais e microrganismos superinfectantes testados foram sensíveis ao extrato de própolis testado. Os resultados obtidos encorajam a realização de novos estudos com esse extrato de própolis, para avaliar sua utilização como coadjuvante ao tratamento periodontal.
Biblioteca responsável: BR68.1